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Suspensão vale para os lotes testados pela agência, que apresentaram irregularidades na quantidade de nutrientes informada nos rótulos

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Whey protein: De 25 marcas testadas pela Anvisa, 20 foram punidas (Thinkstock)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou nesta quinta-feira que proibiu a distribuição e comercialização de vinte lotes de whey protein, como são conhecidos os suplementos de proteína extraídos do soro do leite usados por atletas. Os produtos suspensos são de catorze fabricantes diferentes.

A Anvisa testou 25 marcas de suplementos proteicos depois de receber denúncias sobre irregularidades na quantidade de carboidrato e proteína declarada no rótulo dos produtos. De acordo com a agência, a legislação tolera uma diferença de 20% entre as informações nutricionais presentes na embalagem do produto e a sua real composição.

Na análise, vinte suplementos extrapolaram esse limite. Entre eles, dezenove continham quantidade de carboidratos superior à declarada no rótulo e um (o Muscle Whey Proto NO2 da empresa Neo Nutri), uma quantidade inferior à informada.

Carboidratos — O suplemento que apresentou as maiores variações entre a quantidade de carboidrato declarada no rótulo e a quantidade presente na composição do produto foi o Suplemento Proteico para Atletas aroma Idêntico ao Natural de Milho, da marca Whey NO2 Pro, da empresa Pro Corps. A embalagem informa que o suplemento contém 1,6 grama de carboidrato, mas os testes mostraram que quantidade verdadeira é de 17,66 gramas.

Outros produtos que apresentaram grande variação na quantidade de carboidrato foram o Fisio Whey Concentrado NO2, da Fisionutry Suplementos (0,98 grama no rótulo ante 9,5 gramas no suplemento) e o 100% Ultra Whey – Ultratech Supplements (3 gramas no rótulo ante 25,1 gramas no suplemento).

Além disso, sete produtos testados apresentaram uma variação maior do que 20% entre a quantidade de proteína declarada no rótulo e a presente na composição do suplemento. O Whey NO2 Pro, da Pro Corps, além de ter tido o pior resultado no teste do carboidrato, também foi o que teve maior variação em relação à proteína. Enquanto o rótulo diz que ele contém 25 gramas de proteína, os testes apontaram 10,19 gramas em sua composição.

Os testes também revelaram que onze suplementos apresentavam em sua composição ingredientes não declarados no rótulo, como amido, milho ou soja.

A punição da Anvisa vale somente para os lotes examinados. A agência informou que vai aguardar a resposta dos fabricantes e, se as irregularidades forem confirmadas, a suspensão das vendas se aplicará a todos os lotes das marcas. As empresas que continuarem distribuindo e comercializando os suplementos suspensos poderão sofrer advertência, interdição ou multa, que pode variar de 2 000 a 1 500 000 reais.

Decisões — Na última semana, a Anvisa já havia retirado do mercado quatro suplementos alimentares voltados para atletas. Três dos produtos punidos são da fabricante Maximum Human Perfomance (MHP): Isofast-MHP (proteína), Alert 8-Hour-MHP (termogênico) e Probolic-SR-MHP (proteína). O quarto é o Carnivor (proteína), fabricado pela empresa MuscleMeds.

Saiba quais marcas de suplementos tiveram a comercialização suspensa:

Super Nitro Whey NO2 – American Line Suplements
3W – Fast Nutrition
Whey Protein Optimazer – Cyberform
Whey NO2 Pro Baunilha – Pro Corps
Whey NO2 Pro – Pro Corps
Whey 5W Pro – Pro Corps
Ultra Pure Whey+ Isolate Whey – Nutrilatina Age Superior
Extreme Whey Protein sabor morango – Solaris
Extreme Whey Protein sabor baunilha – Solaris
100% Ultra Whey – Ultratech Supplements
Bio Whey Protein – Performance
Peter Food – Whey NO2 + Creatine
100% Whey Xtreme – Pharma
Super Whey 100% Pure – IntegralMedica
Super Whey 3W – IntegralMedica
Fisio Whey Concentrado NO2
Designer Whey Protein
Muscle Whey Proto NO2 – Neo Nutri
Whey Protein 3W – DNA Design Nutrição Avançada
Isolate Whey – Neo Nutri

http://veja.abril.com.br/noticia/saude/anvisa-proibe-venda-de-20-marcas-de-whey-protein

Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)

Estou sem dinheiro para comprar Whey Protein. Será que irei conseguir aumentar minha massa muscular sem este suplemento?

O whey protein que conhecemos hoje, da maneira industrializada é resultado de uma tecnologia extremamente avançada, complexa e cara na qual possibilita a retirada da parte mais nobre de uma das proteínas presentes no leite e que possui um altíssimo valor biológico para o corpo humano. Desta forma, diante de tanta tecnologia e funcionalidade, o whey protein tornou-se um dos suplementos mais difundidos no mundo todo, seja na área esportiva, a qual é o nosso principal enfoque, ou na nutrição geral, possibilitando um aporte protéico adequado e capaz de suprir necessidades específicas de cada indivíduo.

O marketing feito em cima dessa proteína, diante de tanta difusão, também não poderia ser pequeno: Anualmente inúmeros milhões e bilhões de reais são investidos em novas fórmulas, tecnologias, propagandas, divulgações, contratação de atletas e garotos-propaganda etc. Isso faz cada vez mais com que o consumidor acabe por se alienar diante de tanta informação e, o que aparentemente deveria ser totalmente aproveitável e eficaz, se torna apenas mais uma forma de gastos desnecessários.

É indiscutível o quão funcional é o whey protein e suas vantagens. Aliás, se hoje existe um suplemento que ultrapassou quaisquer barreiras e de uma forma ou de outra não veio a se perder ou ser esquecido no mercado, esse pode ser considerado o whey protein. Mas até que ponto todos esses benefícios são reais e até que ponto realmente se vale a pena este tipo de produto e os altos investimentos que são feitos no mesmo?

Verdade seja dita: Apesar da proteína em si ser um macronutriente fundamental e indispensável para o corpo humano, muitos, por não terem as devidas orientações e tampouco os devidos e corretos protocolos de utilização da mesma (seja direto de fontes alimentares tradicionais ou de suplementos alimentares), acabam por fazer um consumo totalmente inapropriado e, muitas vezes excedente ao necessário pelo corpo.

Sabe-se que o consumo de proteína imediatamente após o treinamento possibilita uma maior síntese protéica e, sabe-se também que esta é uma das melhores formas de otimizar a recuperação muscular. Assim, quanto mais rápido pudermos fornecer aminoácidos na corrente sanguínea nesse instante, melhor será. Por conseguinte, devido as hidrólises ocorrentes no whey protein e, consequentemente uma digestibilidade mais rápida, essa é uma excelente opção neste instante. Além disso, sua forma líquida possibilita uma ação enzimática ainda mais rápida. Os baixos ou inexistentes, em alguns casos, teores de lipídios, fibras e carboidratos também fazem com que essa digestão seja ainda mais rápida. Todos esses fatores, somados ao alto valor biológico fariam então do whey protein o suplemento perfeito, não é mesmo? Isso tudo vendo apenas pelo lado das vantagens, é claro…

Porém, digamos que um indivíduo não queira ou não possa investir em um whey protein (e um bom whey protein), estaria ele condenado a não ter bons resultados no ganho de massa muscular? Vamos colocar alguns pontos críticos em questão:

Desenvolver músculos não é algo fácil, mas, é algo que naturalmente ocorre em indivíduos normais desde que haja um estímulo e uma supercompensação do tecido muscular. Para que isso ocorra, entre outras coisas, faz-se necessária a síntese protéica e, síntese essa obtida através de aminoácidos normalmente povenientes da dieta. Mas, se bem lembrarmos, o músculo é formado por proteínas, entre outras coisas e, proteínas são formadas por CENTENAS DE AMINOÁCIDOS. Então, não é necessariamente essa ou aquela proteína ou tampouco esse ou aquele aminoácido que irá fazer com que a síntese muscular ocorra de maneira efetiva, mas sim, um conjunto e uma boa biodisponibilidade deles. Por exemplo: Um indivíduo que não consome derivados de carnes, ou um ovolactovegetariano, pode ganhar massa muscular? Certamente sim e, inclusive, de maneira tão grande ou até maior do que um indivíduo “carnívoro”, a depender da genética, dos hábitos, da dedicação etc. Mas, obviamente, fica mais fácil para um indivíduo que não é restrito em sua dieta fornecer nutrientes para a construção muscular. Da mesma forma, um indivíduo que não consome whey protein pode sim ganhar massa muscular, mas, se pudermos adicionar essa proteína na dieta, então, poderemos (e você leu bem: PODEREMOS) otimizar o processo.

O fato é que muitos fazem da proteína do soro do leite a descoberta do século ou o suplemento milagroso, quando ele está bem longe de ser. Essa velha história de que o whey protein é IMEDIATAMENTE ABSORVIDO está longe de ser verdade e, mesmo que ele fosse absorvido no exato instante em que passa do canal pilóico e consequentemente pelo duodeno, ainda temos que contar com o tempo em que o corpo leva para sintetizar as proteínas necessárias e de acordo com o nosso código genético para refazer o tecido muscular. Ou você acha que aquela proteína do whey ou aquele aminoácido vai “direto ao músculo”?

Vejamos atletas antigos e também as épocas do fisiculturismo onde se tinha um pouco de “Karo” com banana antes do treino e algumas claras de ovos com torrada no café da manhã… Os atletas deixavam de construir bons corpos por isso? Claro que, dentro dos padrões de hoje eles estariam muito aquém, mas, levemos em consideração que a tecnologia e as otimizações não só da suplementação, mas da farmacologia, de treinamento e da nutrição também evoluíram muito, contribuindo então para isso.

Mesmo recentemente, não são muitos os atletas que costumam consumir o famoso “shake pós-treino”. Muitos, simplesmente saem do treino e se alimentam. Comem comida, carnes, carboidratos. E é isso que faz a diferença. Dentro de uma dieta para hipertrofia muscular, o que mais fará a diferença não é o shake pós-teino ou tampouco o suplemento que você usa, mas sim, o ambiente anabólico proporcionado ao corpo. Ambiente este que envolve o total calórico, a quantidade e distribuição desse conteúdo calórico durante o dia, a quantidade e distribuição hídrica e de macro/micronutrientes durante o dia… e isso, sem contar o treino e seus métodos, as periodizações e o descanso e, claro os fatores relacionados a genética e fenótipo do indivíduo.

Conclusão:

O Whey Protein é uma ótima fonte protéica de altíssimo valor biológico e que pode não só auxiliar no ganho de massa muscular, mas também, em uma nutrição adequada para quaisquer indivíduos que deste precisem.

Entretanto, apesar de toda sua funcionalidade e de efetivamente poder auxiliar na obtenção de resultados, o Whey Protein está longe de ser um suplemento milagroso e, assim como a maioria dos suplementos (a não ser em casos clínicos, claro) é sim dispensável. Portanto, não se desiluda caso você não tenha condições de utilizar whey protein ou caso não queira. Com dedicação e, principalmente protocolos básicos corretos, você certamente atingirá os seus resultados.

Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)

Fonte: http://dicasdemusculacao.com/e-possivel-crescer-sem-whey-protein/

Minhas observações:
Vamos pensar primeiro na dieta e depois no whey protein.
Já vi muita gente que quando está sem dinheiro no fim do mês prefere usar os R$100,00 para comprar o whey protein do que os alimentos para dieta, quando deveria ser justamente o contrário.
Outros mal entraram na academia e já começam a planejar a compra do whey protein. É essa ideia que quero quebrar aqui no blog. Alguns estão me achando odiador de suplemento. Não sou! SOU CONTRA O MAL USO DE SUPLEMENTOS. Suplementos são para complementar a dieta e devem ser usados para isso.

Exceto no caso de praticidade (transporte), inciantes não devem se preocupar com suplementos, até porque não vale o custo x benefício.

 

Parece que a cada ano que se passa o mercado de suplemento e da estética em geral, faz novas descobertas. Descobertas essa que, muitas vezes são até milagrosas. Suplemento para aumentar a produção de colágeno, suplemento para eliminar a camada grossa do panículo adiposo, suplemento para crescer cabelo e unhas, suplemento para produzir mais hormônio, suplemento para se tornar o Mr. Olympia em 15 dias, suplemento para ter o mesmo percentual de gordura do (salve, salve) Andreas Munzer, suplemento pra isso, pra aquilo…

Caminhando ao lado disso, vemos um crescente culto ao físico que não envolve mais apenas adultos, mas adolescentes, crianças, idosos, jovens… Aliás, é surpreendente ver como isso cada vez mais interfere nos comportamentos gerais da sociedade. Por exemplo, a 10 anos atrás, existiam poucos produtos light e diet nas prateleiras dos supermercados e, quando havia, o conhecimento sobre eles era escasso (não que, teoricamente isso tenha mudado muito). Hoje, temos uma grande quase que infinita de tudo quanto é produto dessas categorias (pasmem, mas cheguei a encontrar chocolates sintéticos 0 Kcal). E, apesar do preço ainda “salgado”, há um crescente consumo desses mesmos produtos. Mas ok, isso foi apenas um exemplo… Um exemplo para mostrar que as pessoas estão cada vez mais buscando corpos e aparência esteticamente ideal e/ou perfeita. E é bem esse pezinho que a indústria de suplementos sempre quis para fabricar fórmulas teoricamente milagrosas e, claro, lucrar milhões, talvez bilhões por ano. E, ano a ano esses produtos além de acessíveis, passam a ter similares (mesmo que mais baratos, o que aumenta ainda mais a concorrência), equivalentes ou, produtos iguais com rotulagem diferente (leia-se de outra marca).

A cada dia que você passa em uma loja de suplementos de ponta, seja no EUA ou até mesmo no Brasil, há alguma coisa nova. E isso pode ser um energético, uma proteína, um blend protéico, um ergogênico, um aminoácido isolado, um hipercalórico, um suplemento para queima de gordura, ou seja lá o que for. E isso, claro, brilha os olhos dos consumidores em sua grande parte. Digo ainda grande parte pois, a maioria nem ao menos sabe o que e porque está consumido aquilo (mas está). Muitos nem se quer buscam orientação profissional. Confiam no que o amigo disse, no que o professor de Educação Física (que é extremamente anti-ético) disse ou no que ele pesquisou em qualquer fórum da internet. Quanto achismo!

É muito fácil provar por A+B que tal fórmula (muitas vezes nem divulgada e patenteada por sigilo) é eficaz comprando testes ou burlando testes laboratoriais. Mais alguns dólares e um médico assina e, está tudo certo. E se isso já é tão fácil, imagine então persuadir o consumidor sem nenhuma evidência científica (leia-se na famosa lábia).

O ciclo, geralmente funciona assim: O garoto magro, o gordinho zoado na escola, a menininha que se acha gordinha ou a magrinha que se acha desprovida de corpo procuram uma academia qualquer, geralmente indicada por algum amigo bombadinho. Chegam lá, perguntam o que tomar antes de conhecer quaisquer princípios e, quem dirá protocolos, de alimentação, treinamento e descanso, recebem a orientação de um estagiário Manda-Chuva da academia sobre algum suplemento (usado geralmente da forma incorreta), perguntam para o amigo bombadinho se ele pode conseguir e ele indica uma loja, onde um monte de lorota é dita para você e, muitas vezes baseada nessas tais pesquisas que as próprias marcas de suplemento fazem (compram). Você sai de lá com o que desejava (ou foi persuadido a) comprar e mais uns três ou quatro suplementos complementares para otimizar os ganhos (ganhos esse que nem foram estimulado com um treino ainda). Resumidamente, você gasta seu precioso dinheiro, seu precioso tempo, muitas vezes sua preciosa força de vontade (quando existe) por algo que não necessariamente vai funcionar seja lá por qual motivo for. Você treina, toma suplemento, treina, toma suplemento e compra mais suplemento e toma suplemento, toma suplemento e depois treina de novo… E cadê os resultados? Simplesmente, não existem. Você se torna indignado com tudo e todos, se acha um lixo, para com os treinamentos, paga qualquer endócrino maluco, se entope de sibutramina ou testosterona e pronto, o ciclo recomeça novamente pois, quando descontinua o uso, adeus ganhos! Aliás esse ciclo não é nada diferente do que geralmente se faz com a fórmula mágica para emagrecer da amiga da irmã da prima da vizinha que é passado de fulana para ciclana e, pasme, todas continuam gordinhas.

Todavia, não posso continuar falando sobre a ilusão que muitas fazem em cima de suplementos sem antes alertar para o ciclo anterior no qual envolvem-se profissionais. Todo profissional é (ou deveria ser) qualificado para trabalhar na sua área. Logo, o professor recém-formado de educação física tem como função orientar o aluno nas atividades físicas, assim como o nutricionista de nutrir o paciente conforme as necessidades e o médico de avaliar, diagnosticar, prevenir e curar doenças. Logo, nenhum desses profissionais deve interferir na área do outro. A grosso modo, o professor de educação física não deve prescrever suplementos, o nutricionista não deve prescrever atividade física e o médico não deve bancar o Manda-Chuva. Isso seria o mesmo do cabeleireiro querer atuar numa farmácia, o farmacêutico atuar cortando carnes, o açougueiro vendendo programas de computador e o vendedor de softwares de computador cortando cabelo. Cada macaco no seu galho e ponto final! Salvo, claro, os preparadores físicos que acabam atuando multidisciplinarmente.

Tudo bem, mas voltando ao assunto do mercado de suplementos, você gasta, consome e não vê resultados. E muitas vezes desiste. Você tem coragem de chamar isso de progresso? Provavelmente está mais pra regresso, pois antes, você tinha a mesma forma física e, pelo menos, alguns reais a mais na conta do banco.

O mercado de suplementos dia-a-dia desenvolve formas do consumidor consumir mais, mais, mais e mais. Seja com o marketing de atletas, de pesquisas, de inovações, promessas. E, a verdade, é que isso gira em torno de vendas. É inegavelmente um comércio e que está cada vez mais competitivo. E é preciso para isso que haja evidências a fim de convencê-lo.

É evidente que muitos suplementos, de fato, otimizam o desempenho atlético. Mas até que ponto vale gastar R$220,00 em um óxido nítrico caro e deixar de comer alguns quilos de comida por dia?

Criam-se nomes mirabolantes para coisas simples como vitaminas. Criam-se promessas mirabolantes para suplementos a base de proteína (que muitas vezes nem tem tanta qualidade assim) e por aí vai… Dá pra acreditar?

Muitas empresas de suplementos, apesar de sérias, necessitam vender seu produto e elas não estão nem aí para os seus resultados a longo prazo. O importante é dar o que você “quer” (mas não por inteiro, pois você necessita consumir cada vez mais). Se o intuito é energia no treino, eles não vão recomendar que você coma mais carboidrato antes do mesmo. Vão criar uma fórmula muito mais cara onde pedem, inclusive, para você ficar sem comer por 3 a 4h antes de usá-la, simplesmente para te dar uma “falsa energia” durante o treino, fazendo você pegar um pouco mais de peso, suar mais ou até mesmo se sentir mais animado. E, talvez isso fosse mais barato com alguns gramas a mais de carboidratos e, quem sabe uma ou duas xícaras de café bem forte.

Aliá, devo também dizer que se entupir de suplementos e, ainda mais sem uma ótima dieta, descanso e treinos corretos, trata-se de desperdício. Suplemento, como o próprio nome já diz, tem a função de complementar ou suplementar algo e, algo que por sua vez é falho em uma dieta. Sendo assim, se a dieta nem ao menos existe, então há necessidade de complementar qual falta?

Mas o que fazer diante de tanto marketing, tantas recomendações, tanta disponibilidade de fórmulas caras e (ou não) milagrosas ao seu redor?

O primeiro passo é procurar o profissional qualificado da área. Geralmente um nutricionista esportivo, um nutrólogo, um preparador físico ou algo do gênero. Cair em papo de vendedor de loja é a pior coisa que você pode fazer (apesar de muitos de fato entenderem do assunto).

Em segunda instância, a pesquisa, é a fonte do conhecimento. Pesquise artigos científicos e retire sua própria conclusão embasado em FATOS e não em achismo barato.

E em terceiro, seja criterioso com o que você faz com a sua vida, claro.

Em quarto, opte por suplementos confiáveis (tipos e marcas), afim de não cair em ciladas.

Há anos, os fisiculturistas usam suplementos nos quais podemos confiar em sua eficácia, como a creatina, o whey protein e os multivitamínicos. E, não é necessário pagar fortunas por wheys ou creatinas que prometem milagres. Tanto porque, eles não fazem esses milagres em hipótese alguma.

Waldemar Guimarães já dizia que na época de auge da Temple Gym (academia do Ex Mr. Olympia Dorian Yates) pouco ou, simplesmente nada se falava de suplementos. E, incrivelmente, muitos deles estavam presentes para o consumo e para venda lá. Todavia, eram suplementos simples, como proteínas, hipercalóricos e a salve, salve, creatina. E, completa dizendo que discussão de suplementos é tão superficial que, basicamente só é feita por pessoas que entendem muito pouco do assunto ou nem mesmo conhecem protocolos de treinos, alimentação e descanso correto.

Pense e saiba que os grandes fisiculturistas, demoraram anos para chegar em seu auge (e no passado, muitos deles sem suplementos ou, com a mínima quantidade existente na época). E, quando digo anos, não são 2 ou 3 anos, mas sim 10, 15, 20 anos… Anos esses que suplemento pouco fez diferença. Anos estes que a determinação e a busca do conhecimento foram bem maiores que potes de 2,26 kg de proteínas. Pense nisso!

Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)

Fonte: http://dicasdemusculacao.com/comer-ou-suplementar-eis-a-questao/

Será que realmente é necessário suplementar vitaminas quando se tem uma dieta equilibrada?

Vitaminas são compostos ligados a aminas que possuem uma tremenda importância nos processos metabólicos do corpo. Sem as vitaminas, seria impossível realizar processos energéticos, formação protéica (inclusive relacionada ao sistema imune), síntese muscular, crescimento etc. Tanto que hoje, não é a toa ainda relacionarmos as vitaminas com o sistema imunológico, com saúde, bem-estar e, claro, nutrição adequada.

Suplementar com vitaminas é um “hábito” que vem desde alguns bons anos atrás. Inicialmente, a suplementação vitamínica era qualificada para indivíduos (normalmente enfermos) que de alguma forma fossem deficientes na absorção, síntese ou produção de determinada vitamina, causando assim algum tipo de prejuízo em sua saúde e/ou vida, causando problemas como baixo peso, desnutrição, diarréias (e outros problemas gastrointestinais) e muitas outras. Certamente, olhando por este lado, a capacidade de sintetizar e isolar as vitaminas e, muitas vezes complexos vitamínicos com diversas delas foi um avanço na nutrição e na farmácia.

Com mais um pouco de tempo decorrido, percebeu-se que a necessidade nutricional de um atleta, principalmente de alto nível, era superior a de um indivíduo normal. E essas necessidades não eram unicamente energéticas, mas também protéicas e vitamínicas. As razões mais óbvias seriam mesmo relacionadas ao desgaste muito superior que necessitaria de reposição proporcional ao gasto. Esse desgaste ocasionaria também o que chamamos de oxidação, uma reação química inevitável na respiração celular e que é muito mais presente em organismos de alto desgaste. Claro, como sabemos, as vitaminas são grandes responsáveis por combater esses radicais livres causados pela oxidação. Assim, a suplementação vitamínica para atletas tornou-se ainda mais evidente e estudada. Não é a toa olharmos pra trás na linha do tempo e vermos fisiculturistas como Arnold, Franco e outros tomarem seu coquetel de vitaminas e minerais ao acordar. Grande parte daquelas vitaminas envolviam complexo B, ácido ascórbico, tocolferol e sabe-se Deus mais o que…

Com a crescente indústria nutricional e de remédios, aliada a busca pelo bem-estar e pelo conhecimento quantitativo e qualitativo da alimentação contemporânea, de mãos dadas ainda com a população deficiente (normalmente idosos) em aspectos nutricionais, a gama de multivitamínicos ou polivitamínicos, como prefira, hoje se tornou extremamente grande. É muito comum na farmácia e até mesmo em redes de suplementos nutricionais, encontrarmos polivitamínicos das mais diferentes formas: Líquídos, cápsulas, pós… Dos mais diferentes tamanhos e preços também (preços inclusive que chegam a ser um grande marketing e por que não um grande absurdo?). Quem é atleta ou até mesmo praticante intenso de atividade física e nunca usou algum tipo de vitamina comprada em farmácia, que atire a primeira pedra. É praticamente impossível ninguém achar que suas necessidades por esses nutrientes eram lá muito maiores do que a de um indivíduo comum.

A busca por esse tipo de produto se tornou tão intensa que hoje adolescentes deixam de comer alimentos extremamente saudáveis de origem vegetal, para usar cápsulas ou pós. E não é incomum eu discutir sobre o tema com aquele indivíduo que ainda acha o polivitamínico um “benefício para quem não gosta de verdura.” A nutrição cada vez mais tem sido vista dentro de sachês e cápsulas e não em conjunto com o alimento que ainda é a melhor fonte de nutrientes.

Mas aí começa a pergunta: Até que ponto o polivitamínico deve ser usado e até que ponto ele é realmente necessário?

Claro que alguns indivíduos realmente precisam de um aporte maior de vitaminas e, de algumas vitaminas específicas. Mas isso só poderá ser avaliado por um profissional da saúde adequado, pois, serão necessários exames laboratoriais precisos que detectarão as melhores estratégias de consumo de específicos micronutrientes. Além disso, a especificidade da forma química em que este suplemento deverá ser utilizado também é importante.

Lembre-se que vitaminas em excesso, principalmente as lipossolúveis podem facilmente originar problemas como toxicidade, resistência à insulina, hipovitaminose rebote entre outras.

Não consuma vitaminas seguindo a velha frase de “quanto mais, melhor”. Seja esperto e alimente-se de maneira adequada, isso sim fará a diferença!

Bons treinos!

Fonte: http://dicasdemusculacao.com/polivitaminicos-no-lugar-de-vegetais-isso-compensa-mesmo-ao-praticante-de-musculacao/

É realmente necessário a utilização de suplementos para massa muscular com o intuito de melhorar os resultados? A indústria da saúde, beleza e bem estar é realmente lucrativa, todos os dias vemos novidades no mercado através de produtos como revistas, sucos, cremes, equipamentos e inclusive suplementos para massa muscular.

Além de ser uma indústria altamente lucrativa conforme dissemos anteriormente, a indústria da saúde, beleza e bem estar é fortemente sensacionalista, através de textos, vídeos, imagens e outros recursos audiovisuais encantadores, eles acabam persuadindo inúmeras pessoas a comprarem, consumirem o que estão anunciando, sem que as pessoas parem para pensarem muito a respeito do que estão comprando.

O seu pensamento crítico é praticamente desligado, e passa a pensar somente com o lado emocional, que nos leva a sonhos e a “pisar nas nuvens”, ou que será mais fácil de conseguir realizar alguma coisa de forma mais facilitada, sem muitos esforços, dedicação e mudança de hábitos.

O ser humano sempre buscou isso, os chamados atalhos, o caminho mais fácil para se conseguir alguma coisa, portanto, nem é novidade ver essa indústria explorando isso nos anúncios… As pessoas querem ficar magras sem fazer atividades físicas, querem ganhar massa muscular sem treinarem duro, querem perder gorduras fazendo lipoaspiração e não terem que ralarem realizando exercícios aeróbios, nutrição balanceada e musculação de forma intensa… Se há um músculo que não é bem desenvolvido, a moda agora é colocar silicone naquele lugar ao invés de treinarem duro, replanejarem seus treinamentos e dedicarem-se mais.

Enfim, há inúmeros outros atalhos que as pessoas buscam evitando o caminho do esforço e da dedicação para conseguirem resultados.

Após ler tudo isso, pergunto: suplementos para massa muscular são realmente necessários?

“Você não está fora de perigo ao utilizar suplementos para massa muscular de forma indiscriminada, sem orientação profissional adequada.”

Repare os fisiculturistas da década de 60 a meados da década de 80. Eles tinham corpos incríveis em uma época onde os suplementos alimentares para ganhar massa muscular, e até mesmo os esteróides anabolizantes eram raros.

Pouca coisa havia no mercado, e o único recursso que eles tinham naquela época, era treinar duro e se alimentarem muito bem para suprirem suas necessidades calóricas e ganharem massa muscular ou perderem gorduras.

E veja que mesmo naquela época, os corpos deles eram sensacionais…

Agora repare os corpos dos fisiculturistas de hoje… Os caras são realmente gigantes, seus corpos devem ser duas vezes maiores do que os dos fisiculturistas do passado! Tudo bem que os métodos de treinos mudaram, a nutrição evoluiu, porém temos também uma oferta de suplementos alimentares e esteróides anabolizantes muito maior do que naquela época. As pessoas comuns se encantam por verem os corpos enormes desses fisiculturistas, além de verem os treinamentos deles e logo pensam que se seguirem as mesmas coisas serão como eles…

Só que esquecem que esses caras são profissionais do esporte e que usam grandes quantidades de suplementos e anabolizantes, super treinos e super alimentação, e os seus corpos já foram adaptados ao longo dos anos a assimilarem tais substâncias, alimentos e métodos de treinamentos.

E mesmo que eles tomem suplementos e esteroides anabolizantes, eles possuem uma rotina rígida de treinos e hábitos de vida, e mesmo assim, há diversas notícias de fisiculturistas que morreram precocemente. Quer um exemplo? Andreas Munzer.

Não estamos dizendo que os suplementos são as causas de mortes precoces entre os fisiculturistas, realmente não deve ser, provavelmente esteja mais ligado aos esteróides anabolizantes que podem desencadear algum problema de saúde grave que estava adormecido no usuário, além de outras causas. Mas isso não significa que você está fora de perigo ao utilizar suplementos para massa muscular de forma indiscriminada, sem orientação profissional adequada. Você não deve fazer isso.

Resista a tentação do encantamento das propagandas dos suplementos para massa muscular

Resista a tentação do encantamento das propagandas dos suplementos para massa muscular, que exibe os corpos gigantescos de fisiculturistas em seus rótulos, não vá na “onda” das recomendações de usuários “marombeiros”, “bombados” ou “grandes” da sua academia, não siga as orientações de participantes de fóruns e comunidades de musculação só porque eles são usuários, não compre nada seguindo as recomendações de vendedores de suplementos e até mesmo de professores de Educação Física porque nenhum deles são nutricionistas desportivos. Eles podem até ser bem informados sobre a ação dos suplementos para massa muscular no seu corpo, os efeitos, como se utilizar, porém, eles não conhecem a fisiologia do seu organismo, não sabem sobre seu histórico de saúde, não possuem nenhum exame de grande importância e relevância para estarem concluindo que você pode usar sem problemas um determinado suplemento para massa muscular.

Hoje em dia existem tantos nomes curiosos de suplementos para massa muscular, há tantas variedades por aí, que até mesmo um especialista na área de nutrição ou um profissional da área de atividades físicas nem sabe direito para que serve determinado produto devido as informações confusas desses suplementos.

Se você ainda por cima tem uma vida onde não consegue dar conta de 6 refeições diárias, ter uma alimentação super balanceada, dormir no mínimo 8 horas por noite, treinar regularmente, superar limites, para que deseja usar suplementos para massa muscular? Não ajudará em nada!

Há atualmente no mercado suplementos para massa muscular com valores absurdos entre R$ 250 a R$ 400 e até mais do que isso… Você realmente está disposto a pagar valores assim para usar um produto que durará alguns poucos dias ou no máximo um mês e pouco e depois de suspender a utilização os efeitos também passarão? Será que vale a pena?

E tem outro agravante: será mesmo que os efeitos positivos deles são comprovados cientificamente? Será que você não está tendo um efeito placebo? Efeito placebo é quando você usa alguma coisa acreditando que aquilo lhe dará os resultados desejados, é mais um efeito psicológico do que físico. Se te dermos uma embalagem bem bonita de um suplemento para massa muscular, com um nome bem chamativo, e dentro dele colocarmos farinha sem você saber. Depois dizemos que esse suplemento é a última novidade em termos de ganhos para massa muscular e que você ficará enorme, mas tem que treinar forte, comer bem, não faltar aos treinos, o que na verdade vai fazer efeito para você? O suplemento ou os hábitos que você praticou?

É bem comum vermos usuários de esteroides anabolizantes que quando estão fazendo uso deles, param de beber, param de sair para baladas, treinam mais forte, alimentam-se mais… Será que eles ficaram fortes só pelo anabolizante em si, ou pelas mudanças de hábitos? Reflita sobre isso antes de sair por aí gastando dinheiro em qualquer coisa que vê pela frente, tome cuidado com sua saúde e com o seu bolso!

Mas quer dizer então que os suplementos para massa muscular e até para outros objetivos não servem para nada? Nada disso! Não é isso que queremos dizer neste artigo!

Há bons suplementos sim, de efeitos comprovados e que realmente podem ajudar na melhoria do desempenho do usuário e nos resultados, porém, como dissemos anteriormente, não se deve usar suplementos sem a consulta a um nutricionista desportivo e também se você não está com hábitos de vida desejáveis, adequados, para potencializar os resultados, efeitos e benefícios da utilização de determinados suplementos para massa muscular.

Bom senso, cautela, moderação, pesquisas, são sempre bem vindos antes de tomar uma decisão de se consumir algum suplemento para ganhar massa muscular ou outros objetivos.

Esperamos que o artigo sirva de alerta para você, e que tome decisões inteligentes e conscientes na busca pelo seu corpo dos sonhos!

Fonte: http://www.massamuscularagora.com/blog/suplementos-para-massa-muscular-sao-realmente-nescessarios/

alimentação para ganhar massa muscular talvez seja um dos maiores desafios por aqueles que ingressam em uma academia e desejam conquistarem músculos. Há muitos desafios que precisam serem enfrentados, mas também há diversas soluções que podem ser aplicadas. Vamos debater sobre esse assunto neste artigo!

Provavelmente, um dos maiores desafios daqueles que desejam ganhar massa muscular é a alimentação para massa muscular. Ir até a academia treinar, e cuidar do descanso não são os maiores desafios, pois, basta um pouco de motivação, alterações da rotina, e disciplina que estes pontos já podem ser resolvidos.

O problema maior está realmente na alimentação… Principalmente a alimentação para massa muscular principalmente voltadas para os ganhos/hipertrofia.

Certamente o praticante irá deparar-se com alguns desafios, obstáculos que podem comprometer os seus resultados com relação aos ganhos de massa muscular.

OS DESAFIOS

Vamos apresentar agora alguns dos maiores desafios na alimentação para ganhar massa muscular que os praticantes de musculação enfrentam e que podem estar fazendo com que os seus resultados estejam abaixo de suas expectativas.

Desafio 1 – Não Saber Cozinhar
Com certeza absoluta, o fato de não saber cozinhar comprometerá seriamente os seus resultados no que diz respeito a ganhar massa muscular, pois, em muitos momentos você precisará alimentar-se de refeições específicas que são totalmente diferentes da alimentação tradicional, do dia a dia. Moderações nas gorduras, no açúcar, a escolha correta dos alimentos e o modo de prepará-los será um dos fatores chaves na preparação de refeições bem planejadas e voltadas especificamente para os seus objetivos, e se você não souber cozinhar, um abraço! Já está comprometendo os seus ganhos!

Desafio 2  – Ficar Preso A Dietas Chatas E Enjoativas
Muita gente por não ter a noção ou saber muito pouco sobre a arte de cozinhar, acaba então prendendo-se a dietas simples de serem feitas, mas que são chatas, enjoativas e sem graça, quem é que nunca fez a famosa combinação de peito de frango com batata doce, ou então ovos cozidos com arroz integral, batata cozida com carne moída, entre tantas outras?
Na verdade essas combinações não são ruins, o problema é que muita gente acaba ficando nelas por longos períodos de tempo, o que acaba tornando-as enjoativas, chatas e cá entre nós, são combinações sem graça, sem sabor e não são prazeirosas de serem ingeridas!
Isso traz como consequência abandono e perda de interesse no planejamento nutricional na alimentação para ganhar massa muscular além de estagnar os efeitos dela quando feitas a longo prazo, já que o organismo começa a se adaptar com esses alimentos, e já não fornece então os efeitos esperados.
Desafio 3 – Não Tomar Cuidado Com As Quantidades Dos Macronutrientes
Como muitas pessoas não sabem cozinhar e não tem boas noções de nutrição, fecham os olhos e acabam por alimentarem-se de forma desajustada para tentarem atingirem seus objetivos.
Acabam fazendo pratos enormes de refeições exagerando na quantidade de alguns macronutrientes e o mais visado sem dúvidas são as proteínas, ou então subestimam a importância de outros como por exemplo as gorduras, as vitaminas, sais minerais e água.
Errar na quantidade e na distribuição dos macronutrientes ao longo do dia pode ser um grande erro na alimentação para ganhar massa muscular, trazendo consequências como ganhos de gorduras, carência de vitaminas e nutrientes essenciais, ou até mesmo a perda de massa muscular ao invés de ganhos.

Desafio 4  – O Uso Exagerado De Suplementos Alimentares
A consequência de não saber cozinhar faz desenrolar um efeito cascata como você está vendo e o próximo e um dos mais preocupantes é com relação ao uso de suplementos alimentares.
A pessoa que não sabe cozinhar acaba fazendo dietas chatas e enjoativas nas quais ela não consegue manter muita disciplina, exagera ou subestima nutrientes importantes para seus resultados e isso consequentemente não traz os resultados em termos de ganhar massa muscular que ela tanto esperava, e com isso, ela começa a recorrer a utilização de suplementos alimentares para melhorar sua performance e resultados.
É claro que para aqueles que são totalmente descuidados e relaxados com a alimentação, terão resultados satisfatórios inicialmente com a utilização de suplementos alimentares, já que eles irão suprir determinadas carências nutricionais, porém, eles definitivamente não são milagrosos!
Como o nome já diz, eles são suplementos, ou seja, eles servem para complementar a sua alimentação, principalmente a alimentação para ganhar massa muscular.
O usuário ao perceber que teve efeitos positivos com o suplemento que tomou, começa a crer que ao usar esse mesmo suplemento por longos períodos de tempo e até mesmo aumentar as dosagens, irá trazer melhores resultados ou manter o que já conquistou. Isso é um grave erro!
Além de aumentar as despesas financeiras, isso ainda pode trazer consequências sérias para a saúde, portanto, fique atento!

Desafio 5 – Contratar Cozinheira E Nutricionista
Uma das dicas mais recomendadas para aqueles que não sabem cozinhar e que desejam comer com melhor qualidade e frequência sem dúvida alguma é contratar uma cozinheira e também consultar-se com um nutricionista.
O nutricionista irá elaborar planejamentos de alimentação para ganhar massa muscular voltados especificamente para seus objetivos e aí basta apenas pedir para que a cozinheira prepare as refeições nos momentos certos!
Isso irá economizar seu tempo, e melhorar sua qualidade de vida e seus resultados!
Porém, nem sempre é fácil encontrar bons nutricionistas e cozinheiras que possam suprir essa necessidade, e além disso, os preços podem não ser tão acessíveis a maioria das pessoas…

SOLUÇÕES

Bem, como você viu anteriormente realmente há grandes desafios na alimentação para ganhar massa muscular daqueles que desejam melhores resultados, e esses desafios e erros cometidos pelos praticantes podem comprometer seriamente os seus resultados. É comum vermos pessoas com baixa energia na academia, com dificuldades de evoluírem nos exercícios, aumentarem a sobrecarga deles, estagnação nos resultados e até mesmo regressão, e pode ter certeza que uma das principais causas é o descuido na alimentação.
Por isso, existem algumas soluções na alimentação para ganhar massa muscular e que podem reverter o jogo a seu favor e fazer os resultados aparecerem para você com maior evidência e melhor satisfação.

Solução 1 – Começar A Estudar Mais Sobre Nutrição
Você não precisa gastar rios de dinheiro em livros e até mesmo fazer uma faculdade para aprender mais sobre nutrição e como se alimentar melhor. Há muitas boas informações relevantes por aí que podem ser levadas em consideração.
Estudar e ler mais sobre isso fará você tomar mais cuidado com sua alimentação para ganhar massa muscular e comer alimentos de qualidade, pois, você saberá mais sobre as funções deles no seu organismo e os momentos certos de serem ingeridos.

Solução 2 – Fazer Dietas Mais Variadas, Saborosas E “Divertidas”
É perfeitamente possível fazer uma alimentação para ganhar massa muscular que seja bem variada nas combinações de alimentos, que podem ser gostosas/saborosas, que te dê prazer de serem ingeridas e ainda por cima que sejam divertidas, e não chatas e enjoativas!
Quanto mais variada e saudável for sua alimentação, mais resultados ela trará a você no longo prazo e você permanecerá fiel a essa forma de se alimentar por longos períodos de tempo beneficiando sua saúde, performance e resultados gerais.

Solução 3 – Aprender A Cozinhar!
Quem foi que disse que é dificil e requer habilidades “super humanas” para se aprender a cozinhar? Quem foi que disse que pratos saborosos são difíceis de serem preparados? Quem foi que disse que a alimentação para ganhar massa muscular é dificil e complicada de ser preparada?
Esses são simplesmente mitos que você já ouviu falar por aí dos outros e que de uma forma sutil foram entrando na sua cabeça, criando uma barreira em si mesmo com relação a cozinhar…
A boa notícia é que a alimentação para ganhar massa muscular pode muito bem ser composta de refeições super fáceis de serem preparadas, que não pesarão no seu orçamento, e que ao mesmo tempo são saborosas e até mesmo divertidas de serem feitas!
Sorvetes proteicos, barrinhas energéticas, omeletes anabólicos, shakes poderosos, carnes e saladas saborosas e doces saudáveis são perfeitamente possíveis de serem preparados por você, além de centenas de outras sugestões e propostas!
Há diversas receitas e sugestões pela internet, inclusive em websites americanos.
O problema é você juntar muitas receitas e ter tempo para fazer essas pesquisas e saber se de fato as receitas são boas e eficientes…

Fonte: http://www.massamuscularagora.com/blog/alimentacao-para-ganhar-massa-muscular-os-desafios-e-as-solucoes/

por Frank#

Whey Protein é o suplemento mais conhecido entre os praticantes de musculação e um dos mais vendidos no mundo, qualquer freqüentador de academia já ouviu falar desse produto. Muitos acreditam que se trata de um pó mágico capaz de alavancar ganhos até para os mais hardgainers. As indústrias de suplementos, famosas por exagerar no marketing de seus produtos, foram uma das principais responsáveis por criar essa fama de que a proteína do soro de leite é de alguma forma, superior as demais. Quantos adolescentes já não foram levados por maliciosos vendedores de suplementos a acreditar que essa era a solução para sua magreza? Você foi um deles? Montamos uma lista com 10 desculpas esfarrapadas usadas por vendedores e indústrias de suplementos para te convencer a comprar Whey. Não seja enganado novamente!

#1 – Whey Protein tem valor biológico superior às outras proteínas.
A grande verdade sobre o valor biológico é que ele é totalmente irrelevante para quem consome grandes quantidades de proteínas diariamente (2g/kg ou mais). Se você for um refugiado uruguaio que mora em uma comunidade carente e consome 30g de proteína por dia, é até importante que estas 30g sejam de alto VB. Nesse caso o valor biológico faz diferença. Porém, se você for um marombeiro que consome facilmente 150-200g de proteína por dia você já está no limite da retenção protéica, aumentar o valor biológico não fará diferença alguma, pois como dito, você já está no limite. Existem até fisiculturistas que conseguem excelentes resultados consumindo apenas proteínas de fontes vegetais. Se você garante seus 2g ou 3g de proteína por kg de peso corporal, não é necessário se importar com valor biológico de nenhuma proteína.

#2 – Whey Protein é uma proteína de rápida absorção.
Shake pós-treino só é algo urgentemente necessário para quem treina em jejum ou semi-jejum. Se você faz uma refeição pré-treino, você já garante aminoácidos durante todo o período intra e pós-treino. O fato de o Whey ser de rápida absorção não faz qualquer diferença na prática, já que diversos estudos comparam o uso de 30g de Whey x 30g de Caseína x 30g de proteína sólida e todos tiveram a exatamente a mesma resposta na síntese protéica. Não tem porque achar que só porque ela é absorvida mais rápida, significa mais músculos.
Exemplo prático: Se você quer encher um copo com 200ml de água, faz diferença se você coloca de 20ml em 20ml ou 200ml de uma vez só, no final o copo não está com 200ml do mesmo jeito? A velocidade mais rápida fez o copo ficar mais cheio? Da mesma forma que 200ml de água sempre serão 200ml de água independente da velocidade que se coloca no copo, 30g de proteína sempre serão 30g de proteína independente da velocidade absorvida.

#3 – Whey Protein tem maior quantidade de BCAA que as outras proteínas.
Qualquer proteína completa tem pelo menos 15-20% de BCAA. Uma dieta hiperprotéica comum tem 30-40g só de BCAA. Você acha que os 5,5g a mais que o Whey Optimum possui irão fazer qualquer diferença na prática? Comparado ao resto da dieta, essa quantidade chega a ser insignificante.

#4 – Whey Protein possui maior quantidade de glutamina que as outras proteínas.
Mesmo caso do item anterior. Adicionar 4g de glutamina em uma dieta hiperprotéica é adicionar uma gota d’agua em uma piscina.

#5 – Whey Protein eleva a síntese protéica, é anti-catabólico e ajuda na recuperação muscular.
Assim como toda e qualquer proteína. Próximo!

#6 – Whey Protein causa pico de insulina, portanto é anabólico.
Se o seu interesse é apenas na insulina, faça uma refeição pré-treino que sua insulina ficará elevada durante todo o treino e por várias horas após o mesmo.

#7 – Whey Protein é antioxidante.
Se o seu interesse é apenas na ação antioxidante, use um bom multivitamínico.

#8 – Whey Isolado é melhor do que Whey Concentrado.
Mito. Para quem é intolerante/sensível a lactose pode até ser interessante apenas pela ausência desse carboidrato específico. Já que em alguns pode causar desconforto, diarréias, flatulências, e acne. Para todo o restante da população, Whey Protein Isolado tem exatamente os mesmos efeitos que o Concentrado. Com a desvantagem que durante o processo de filtragem são perdidos muitos nutrientes importantes. Outro ponto negativo é que quanto mais rápida a velocidade de absorção da proteína, mais chances ela tem de ser oxidada (usada como energia) já que os receptores dos peptídeos são ocupados com maior rapidez.

#9 – Whey Hidrolisado é melhor que Whey Isolado.
Usar quantidades maiores do que 30g de Whey Hidrolisado de uma única vez é o mesmo que rasgar dinheiro. Nosso intestino tem quantidades limitadas de receptores de aminoácidos e peptídeos (os monômeros das proteínas). Quando se coloca na corrente sanguínea, grandes quantidades de proteína hidrolisada, todos os receptores são ocupados de uma vez só. E os aminoácidos que não conseguem encontrar um receptor vazio para serem absorvidos, são usados como substrato para a gliconeogênese (transformados em energia). Uma proteína sólida ou de lenta digestão não corre esse risco, pois os aminoácidos são liberados na mesma velocidade que são absorvidos, e não ocupam todos os receptores de uma vez (não há “fila” para usar os receptores, pois sempre tem um vazio). Quanto mais rápida a absorção da proteína, mais receptores são usados de uma vez só, e mais chances ela tem de ser oxidada.

#10 – Whey é uma proteína limpa de gorduras, colesterol e açúcares.
Outro grande mito que surgiu nos anos 70 e que até hoje assusta os menos informados é que gordura é o vilão da alimentação e deve ser eliminado a todo custo. Gorduras possuem uma enorme lista de benefícios para o corpo humano, inclusive as saturadas que foram injustamente acusadas de serem causadoras de problemas cardíacos. Muitos estudos comparam 300kcal de leite desnatado com 300kcal de leite integral e mostram que a resposta anabólica desse último é superior ao primeiro. Colesterol tem importantes funções no processo de hipertrofia, é usado como carregador de testosterona, precursor de vitamina D3, regulador da membrana plasmática. Açúcar pode até ser um problema para diabéticos, mas pra quem tem hábitos de vida saudáveis e pratica musculação ele é útil como fonte de calorias e estimulador de insulina.

Afinal, existe vantagem em usar Whey Protein?
Sim, existe. Os vendedores de suplementos conseguem usar de sua criatividade e listar 300 “vantagens” para te convencer a comprar seus produtos. Infelizmente apenas 1% delas são verdadeiras e estão citadas a seguir:
Whey Protein é mais prático que uma proteína sólida: Uma das reais vantagens de usar uma proteína em pó é a praticidade. Basta misturar com leite/água e que já está pronto. Rápido e sem bagunça.
 Whey Protein é mais fácil de ser ingerido: Para os ectomorfos que não conseguem comer o suficiente, o uso de proteína em pó pode ser interessante. Já que é mais fácil consumir 200kcal de um shake líquido do que de carne.
 Uso de proteínas hidrolisadas intra-treino: Muitos praticantes de musculação notam uma significativa melhora na recuperação muscular quando usam uma pequena dosagem (15 a 20g) de proteínas hidrolisadas ou BCAAs ao longo do treino. O que permite treinar o mesmo músculo várias vezes na semana.

Conclusão
Talvez você esteja se perguntando: Devo tirar o Whey Protein da minha alimentação? A resposta é NÃO.
Você não deve eliminar o Whey simplesmente porque remover 30g de qualquer fonte protéica (e conseqüentemente 120 kcal) da dieta não faz nada além de atrasar seu crescimento. O grande ponto desse artigo é mostrar que o Whey Protein tem exatamente o mesmo potencial anabólico que 30g de proteína de carne ou 30g de proteína de ovo.
Retirar qualquer uma destas da dieta não traz benefício algum. Entretanto você está completamente livre para trocá-las entre si. Em vez de tomar um scoop de Whey de R$200,00, apenas adicione duas ou três porções de frango ao seu jantar.
Não substitua qualquer parte de sua dieta por suplementos, em vez disso, apenas adicione-os a sua dieta original. Não cometa o mesmo erro de muitos iniciantes em pensarem que estarão crescendo mais porque trocaram 30g de carne por 30g de Whey. Você cresceria mais se tomasse os 60g juntos.

FONTE: http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=115620&tid=5738349253107075208

REFERÊNCIAS
Lyle McDonald – The Protein Book
Brad Pilon – How Much Protein
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15570142
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/10658002
http://ajpendo.physiology.org/content/300/1/E231.abstract
http://www.bodyrecomposition.com/research-review/milk-the-new-sports-drink-a-review-research-review.html
http://www.bodyrecomposition.com/muscle-gain/an-objective-comparison-of-chocolate-milk-and-surge-recovery.html
http://www.bodyrecomposition.com/nutrition/what-are-good-sources-of-protein-introduction.html
http://www.bodyrecomposition.com/nutrition/what-are-good-sources-of-protein-speed-of-digestion-pt1.html
http://www.bodyrecomposition.com/nutrition/what-are-good-sources-of-protein-speed-of-digestion-part-2.html
http://www.bodyrecomposition.com/nutrition/what-are-good-sources-of-protein-speed-of-digestion-part-3.html