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Veja abaixo a verdade assustadora do que pode acontecer com seu corpo quando você dorme menos do que necessita, começando já na primeira noite

 

Sono: dormir menos que o necessário pode prejudicar você dos pés à cabeça

Sono: dormir menos que o necessário pode prejudicar você dos pés à cabeça

Quem não dorme bem se dá mal. Dormir menos que o necessário pode prejudicar você dos pés à cabeça.

De fato, um estudo publicado no ano passado mostrou que uma semana apenas passada dormindo menos de seis horas por noite resultou em modificações em mais de 700 genes.

É alarmante. Veja abaixo a verdade assustadora do que pode acontecer com seu corpo quando você dorme menos do que necessita, começando já na primeira noite.

Depois de uma noite mal dormida, você…

Sente mais fome e tende a comer mais. Estudos vincularam a privação de sono no curto prazo à tendênciade comer porções maiores, uma preferência por alimentos de alto teor calórico e a mais carboidratos, e uma propensão maior por escolher alimentos pouco saudáveis ao fazer supermercado.

Tem tendência maior a sofrer acidentes. Seis horas ou menos de sono por noite triplicam o risco de acidentes ligados à sonolência na direção de veículos, segundo a Drowsydriving.org, da National Sleep Foundation.

E, segundo pesquisas da Universidade Manchester Metropolitan, basta uma noite maldormida para afetar a coordenação olho-direção do condutor.

A privação de sono pode deixar você mais desajeitado de modo geral, na direção de um veículo ou em qualquer outra situação, informa a Prevention.

Não estará com sua melhor aparência, nem com o melhor humor. A ideia de que dormir bem favorece a beleza tem fundamento.

Um pequeno estudo publicado no ano passado no periódico “SLEEP” diz que os participantes de um estudo que tiveram sono incompleto foram vistos como menos atraentes e mais tristes, como relatou o HuffPost na época.

Um estudo diferente do Medical Institutet Karolinska, de Estocolmo, Suécia, concluiu que as pessoas exaustas são vistas como menos fáceis de ser abordadas. E o problema só se agrava com o tempo: cientistas vinculam a privação crônica de sono ao envelhecimento da pele.

Terá mais chances de contrair um resfriado. O repouso satisfatório é uma das bases de um sistema imunológico saudável.

De fato, um estudo da Universidade Carnegie Mellon constatou que dormir menos de sete horas por noite resulta em risco três vezes maior de contrair resfriado. E a clínica Mayo explica:

“Durante o sono, o sistema imunológico libera proteínas chamadas citocinas, algumas das quais ajudam a promover o sono. Certas citocinas precisam aumentar quando você tem uma infecção ou inflamação ou quando sofre estresse. A privação do sono pode reduzir a produção dessas citocinas protetoras. Além disso, os níveis dos anticorpos e células que combatem infecções caem nos períodos em que você não dorme o suficiente.”

Perde tecido cerebral. Um pequeno estudo recente realizado com 15 homens e publicado no periódico “SLEEP” concluiu que uma noite apenas de sono insuficiente já está ligado a sinais de perda de tecido cerebral, o que é medido pelos níveis presentes no sangue de duas moléculas cerebrais cujo nível geralmente sobe após lesões cerebrais.

Tem mais chances de perder o controle emocional. Um estudo de 2007 de pesquisadores da Universidade da Califórnia em Berkeley e da Escola de Medicina de Harvard usou ressonâncias magnéticas para mostrar que, após a privação de sono, os centros emocionais do cérebro estavam mais de 60% mais reativos.

“É quase como se, sem ter dormido o suficiente, o cérebro tivesse revertido para padrões de atividade mais primitivos, na medida em que era incapaz de contextualizar as experiências emocionais e produzir reações controladas e apropriadas”, disse em comunicado o autor sênior do estudo, Matthew Walker, diretor do Laboratório de Sono e Neuroimageamento da UC em Berkeley, Matthew Walker. Emocionalmente falando, você fica em desvantagem.”

Ficará menos focado e terá problemas de memória. Estar exausto prejudica sua concentração e pode deixá-lo mais esquecido (não surpreende que você se confunda e não saiba onde deixou o celular, após uma noite maldormida).

Para agravar o problema, acredita-se que o sono está envolvido no processo de consolidação da memória, de acordo com Harvard –o que significa que dormir menos que o necessário pode dificultar o aprendizado e a memorização de informações novas.

Após algum tempo dormindo menos que o necessário…

Seu risco de sofrer um AVC é multiplicado por quatro. Pesquisas apresentadas na conferência SLEEP 2012 sugeriram que dormir menos de seis horas por noite pode multiplicar o risco de AVC de pessoas de meia-idade e mais velhas.

“As pessoas que dormem menos de seis horas por noite têm risco quatro vezes maior de apresentar esses sintomas de derrame cerebral que suas contrapartes de peso normal que dormem sete ou oito horas por noite”, disse ao HuffPost na época a pesquisadora Megan Ruiter, da Universidade do Alabama em Birmingham, que participou do estudo.

O risco de obesidade cresce muito. Não apenas a perda de sono de curto prazo pode levar ao consumo calórico aumentado, como múltiplos estudos já apontaram para um vínculo entre privação crônica do sono e aumento do risco de obesidade no longo prazo.

Uma revisão de pesquisas feita em 2012 pela Universidade Penn State, por exemplo, constatou que dormir menos de seis horas por noite está ligado a mudanças nos níveis dos hormônios grelina e leptina, reguladores do apetite.

Outro estudo de 2012 publicado no “American Journal of Human Biology” mostrou que sono insuficiente está vinculado a mudanças na regulação do apetite, podendo levar as pessoas a comer mais.

E ainda outro estudo, este da University of Pennsylvania, constatou que os participantes do estudo que foram impedidos de dormir o suficiente durante cinco noites seguidas ganharam cerca de um quilo de peso, possivelmente por comerem “lanchinhos” tarde da noite.

O risco de alguns tipos de câncer pode subir. Um estudo realizado com 1.240 pacientessubmetidos a colonoscopias constatou que aqueles que dormiam menos de seis horas por noite apresentaram aumento de 50% no risco de adenomas colorretais, que podem tornar-se malignos com o tempo.

Outro estudo de 2012 identificou um vínculo possível entre sono e cânceres de mama agressivos.Cientistas já sugeriram também uma correlação entre apneia do sono e o aumento do risco de câncer de qualquer tipo.

Sobe o risco de diabetes. Um estudo de 2013 dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças concluiu que sono insuficiente (e também excessivo!) está ligado a uma série de doenças crônicas, uma das quais é a diabetes do tipo 2.

E o mesmo estudo de 2012 que concluiu que a privação de sono está vinculada a mudanças hormonais associadas à obesidade constatou que o sono insuficiente está ligado à diminuição da sensibilidade à insulina, um fator de risco de diabetes.

Aumenta o risco de doença cardíaca. A privação crônica de sono foi vinculada a hipertensão, aterosclerose (entupimento das artérias por colesterol), falência cardíaca e ataque cardíaco, informa a “Harvard Health Publications”.

Um estudo de 2011 de pesquisadores da Warwick Medical School concluiu que o sono insuficiente está ligado a risco de ataque cardíaco, doenças cardiovasculares e AVCs.

“Se você dorme menos de seis horas por noite e tem sono perturbado, terá chance 48% maior de apresentar ou morrer de doenças cardíacas e 15% maior de apresentar ou morrer de um acidente vascular cerebral”, disse o autor principal do estudo, Francesco Cappuccio, em declaração sobre as conclusões, que foram publicadas no “European Heart Journal”.

“A tendência a dormir tarde e acordar cedo é uma bomba-relógio ativada que ameaça nossa saúde. É preciso agir agora para reduzir seu risco de desenvolver estas condições que representam risco de vida.”

A contagem espermática diminui. Além do fato evidente de que a exaustão normalmente não propicia a atividade sexual, deixar de curtir suas horas de sono necessárias pode ter efeitos negativos sobre sua fertilidade.

Um estudo de 2013 publicado no “American Journal of Epidemiology” e feito com 953 homens jovens na Dinamarca constatou que os participantes com alto nível de perturbações do sono tinham concentração espermática no sêmen 29% mais baixa que os outros.

O risco de morte se intensifica. Um estudo da “SLEEP” em que 1.741 homens e mulheres foram avaliados ao longo de dez a 14 anos concluiu que os homens que dormiam menos de seis horas por noite apresentaram aumento importante no risco de mortalidade, mesmo depois de levar em conta diabetes, hipertensão e outros fatores.

Fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/o-que-acontece-com-o-corpo-quando-nao-se-dorme-o-suficiente/

Referências
http://www.huffingtonpost.com/2013/02/26/sleep-deprivation-genes_n_2766341.html
http://www.huffingtonpost.com/2013/02/25/sleep-portion-sizes-deprivation-food-calories_n_2735497.html
http://www.sciencedaily.com/releases/2004/12/041206210355.htm
http://drowsydriving.org/about/whos-at-risk/
http://www.sciencedaily.com/releases/2007/06/070611074133.htm
http://www.prevention.com/health/sleep-energy/5-signs-youre-sleep-deprived?s=6
http://www.huffingtonpost.com/2013/08/30/sleep-deprivation-face-appearance-ugly_n_3843913.html?1388694593
http://www.huffingtonpost.com/2013/07/24/sleep-deprivation-effects-aging-skin_n_3644269.html
https://www.cmu.edu/homepage/health/2009/winter/not-sleeping.shtml
http://www.mayoclinic.com/health/lack-of-sleep/AN02065
http://www.eurekalert.org/pub_releases/2013-12/uu-stp122913.php
http://berkeley.edu/news/media/releases/2007/10/22_sleeploss.shtml
http://healthysleep.med.harvard.edu/healthy/matters/benefits-of-sleep/learning-memory
http://www.huffingtonpost.com/2012/10/26/sleep-deprivation-obesity-leptin-ghrelin-insulin_n_2007043.html
http://www.huffingtonpost.com/2012/04/18/sleep-deprivation-obesity-risk-appetite_n_1432358.html
http://www.huffingtonpost.com/2013/07/01/late-night-snacking-weight-gain-sleep-deprivation_n_3518714.html?1388695293
http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/cncr.25507/abstract
http://www.sciencedaily.com/releases/2011/02/110208112741.htm
http://www.uhhospitals.org/about/media-news-room/current-news/2012/08/lack-of-sleep-found-to-be-a-new-risk-factor-for-aggressive-breast-cancers
http://well.blogs.nytimes.com/2012/05/20/sleep-apnea-tied-to-increased-cancer-risk/?_r=0
http://www.health.harvard.edu/newsweek/Sleep-problems-heart-disease-often-in-bed-together.htm
http://www.sciencedaily.com/releases/2011/02/110208091426.htm
http://aje.oxfordjournals.org/content/early/2013/04/05/aje.kws420.abstract
http://www.journalsleep.org/ViewAbstract.aspx?pid=27894

corantes artificiais em alimentos

Por Ada Bento, Camila Araújo e Camila Leão.

Colorir os alimentos a fim de atrair os consumidores é uma uma estratégia muito utilizada pela indústria – principalmente para atrair o público infantil. Mas será que o uso desses corantes artificiais é seguro?

Por definição, os corantes são substâncias que, ao serem adicionadas aos alimentos, provocam alteração em sua cor, não apresentando nenhum valor nutricional.

Segundo a Resolução – CNNPA nº 44, de 1977, a legislação brasileira sobre o assunto, a classificação dos corantes empregados em bebidas e alimentos ocorre da seguinte forma:

tipos de corantes

 

O uso dos corantes artificiais pela indústria pode ser explicado, por essas subtâncias serem mais baratas, estáveis e mais brilhantes do que a maioria dos corantes naturais, porém deve-se ter atenção aos efeitos na saúde que podem acarretar. Nos últimos anos, foram encontrados mais riscos no consumo de corantes artificiais do que em qualquer outro aditivo.

Segundo a ANVISA, estudos toxicológicos mostram que corantes não fazem mal à saúde se usados nos limites definidos pela legislação. Por outro lado, ainda existem controvérsias quanto aos seus malefícios – ainda mais se pensarmos no exagerado consumo de produtos industrializados que ocorre atualmente, em especial, por crianças.

Vale ressaltar que as crianças apresentam maior suscetibilidade às reações adversas provocadas pelos aditivos alimentares (como os corantes e conservantes), uma vez que ainda apresentam imaturidade fisiológica, que prejudica o metabolismo e a excreção dessas substâncias. Além disso, a criança não tem capacidade cognitiva para controlar o consumo desse tipo de substância, como um adulto faria (ou deveria fazer).

Estudos recentes mostram que os corantes artificiais podem estar relacionados com o desenvolvimento de câncer, alergias e déficit de atenção/hiperatividade em crianças. Desta forma, existem motivos de sobra para que a presença de corantes seja destacada no rótulo dos alimentos e medicamentos, especialmente os voltados ao público infantil.

A indústria vem reconhecendo essa nova demanda da população por produtos menos artificiais e, por isso, cada vez mais está se voltando para o uso de corantes de origem natural – que podem ser obtidos de plantas, animais ou insetos.

No que diz respeito à legislação de corantes alimentícios no Brasil, esta se apresenta de forma mais permissiva que a dos Estados Unidos, Áustria e Noruega – tanto, que muitas substâncias aqui usadas são proibidas nesses países. Na Europa, já existe uma legislação que obrigada os produtos com corantes artificiais, a colocar um aviso sobre os mesmos no rótulo.

Por isso, fique de olho na embalagem do produto! Entre alguns dos principais efeitos associados a cada tipo de corante estão:

  • Amarelo crepúsculo – Reações anafilactoides, angioedema, choque anafilático, vasculite e púrpura. Reação cruzada com paracetamol, ácido acetilsalicílico, benzoato de sódio (conservante) e outros corantes azoicos como a tartrazina. Pode provocar hiperatividade em crianças quando associado ao benzoato de sódio. Banido na Finlândia e Noruega.

  • Amarelo quinolina – Suspeito de causar hiperatividade em crianças quando associado ao benzoato de sódio.

  • Amarelo tartrazina – Reações alérgicas como asma, bronquite, rinite, náusea, broncoespasmo, urticária, eczema, dor de cabeça, eosinofilia e inibição da agregação plaquetária à semelhança dos salicilatos. Insônia em crianças associada à falta de concentração e impulsividade. Reação alérgica cruzada com salicilatos (ácido acetilsalisílico), hipercinesia em pacientes hiperativos. Pode provocar hiperatividade em crianças quando associado ao benzoato de sódio. No Brasil, nos EUA e na Inglaterra seu uso deve ser indicado nos rótulos.

  • Azul brilhante – Irritações cutâneas e constrição brônquica, quando associado a outros corantes. Banido na Alemanha, Áustria, França, Bélgica, Noruega, Suécia e Suíça.

  • Vermelho 40 – Pode provocar hiperatividade em crianças quando associado ao benzoato de sódio. Banido na Alemanha, Áustria, França, Bélgica, Dinamarca, Suécia e Suíça.

  • Vermelho ponceau 4R – Relacionado a anemia e doenças renais, associado a falta de concentração e impulsividade e pode provocar hiperatividade em crianças quando associado ao benzoato de sódio. Banido nos EUA e na Finlândia.

  • Vermelho eritrosina – Suspeito de causar câncer de tireoide em ratos. Banido nos EUA e na Noruega.

  • Vermelho bordeaux (mistura de amaranto e azul brilhante) – Crises asmáticas e eczemas. Banido nos EUA, na Áustria, Noruega e Rússia.

Fonte: Idechttp://www.idec.org.br/consultas/dicas-e-direitos/cuidados-com-os-corantes-dos-alimentos

Nesse sentido, para tentar oferecer opções de preparo/consumo de alimentos coloridinhos, mas sem uso de corantes artificiais, encontramos ese vídeo do Dulce Delight que ensina a preparar corantes naturais em casa, com uso de frutas e vegetais! Olha que legal:

Portanto prefira corantes naturais, pois além de deixar os alimentos mais coloridos, essas substâncias apresentam um amplo espectro de propriedades farmacológicas, como antioxidante e antipirético (previnir ou reduzir a febre), enquanto os aritificiais não apresentam nenhum valor nutritivo e podem causar diversos malefícios à saúde.

Fontes:
https://propaganut.wordpress.com/2014/03/21/corantes-um-perigo-colorido/
Cuidados com os corantes dos alimentos
US panel rejects calls for warning labels on link between food dyes and hyperactivity
Usando as cores da Natureza para atender aos desejos do consumido: Substâncias Naturais como corantes na ndústria alimenticia.
Toxicology of food dyes
Consumo de aditivos alimentares e efeitos à saúde: desafios para a saúde pública brasileira

Refrigerante cancerígeno? O que o Direito tem a dizer sobre isso?

Por Mariana Ferraz.

refrigerantes males

 

“A Coca-Cola e a Pepsi decidiram mudar a fórmula, nos EUA, do corante caramelo que compõe os refrigerantes para não ter de colocar um alerta de risco de câncer em suas latas” (Folha.com, 9 de março de 2012).

Repercutiu na imprensa internacional e na nacional. Grandes empresas anunciam mudanças na composição de seus produtos em função dos riscos oferecidos à saúde do consumidor. Faltou, no entanto, o destaque: a mudança ocorrerá apenas nos produtos comercializados nos Estados Unidos. E no Brasil, e no resto do mundo? Como fica o dever de precaução dessas empresas fora dos EUA.

O Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) realizou um levantamento de alguns produtos da linha de refrigerantes e energéticos que possuem em sua composição o corante Caramelo IV (INS150d) e constatou que esse aditivo encontra-se muito mais presente no cotidiano do consumidor brasileiro do que ele imagina. Está também nos nacionalíssimos refrigerantes de Guaraná (Guaraná Antártica, Kuat, Dolly e outros) e na maioria dos energéticos (compostos líquido pronto para consumo à base de taurina e/ou cafeína). Não só em bebidas, o corante caramelo IV pode ser encontrado também em cereais matinais e granolas.

Ocorre que no Brasil o uso desse aditivo é permitido. Entretanto, no processo de elaboração do Caramelo IV, a utilização de amoníaco e sulfitos acaba gerando dois subprodutos: 2-metilimidazol e 4-metilimidazol, e conforme o estudo norte americano produzido pelo Programa Nacional de Toxicologia do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos divulgado em 2007, existe clara evidência de que estes subprodutos são cancerígenos em animais. Os compostos cancerígenos em animais são comumente proibidos para o consumo humano.

Conforme esclarecido por um grupo de diferentes órgãos de defesa do consumidor da América Latina, esse corante é um ingrediente que desempenha uma função puramente estética e pode ser substituído por outros corantes que não representem um risco à saúde, como o Caramelo I, já utilizado pela Pepsi no Brasil.

A manifestação de diversas entidades da sociedade civil e de especialistas em estudos de toxicologia fez com que a lei na Califórnia (EUA) passasse a exigir que as empresas dispusessem avisos de alerta em produtos que contêm esse aditivo. No Brasil, o Idec cobrou da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) um posicionamento concreto sobre o assunto. O Instituto questionou à agência reguladora a respeito do embasamento científico no qual a regulamentação brasileira se apoia para permitir o uso desse aditivo, ou seja, quais seriam os estudos que garantem a segurança do referido corante. Questionou-se também se há um monitoramento das quantidades de Caramelo IV, 2-metilimidazol e 4-metilimidazol presentes nos produtos comercializados no Brasil e se há limites máximos desses componentes previstos em regulamentação. Por fim, perguntou qual providência será adotada pelo órgão.

As empresas também foram questionadas pelo Instituto. Indagou se as mesmas farão voluntariamente a mudança na composição dos seus produtos no Brasil ou se agirão somente mediante disposição normativa.

O posicionamento do Direito é claro sobre o tema. O CDC (Código de Defesa do Consumidor), tendo em vista o princípio da prevenção, garante a proteção à vida, à saúde e à segurança (art. 6º, I), prevendo que os produtos e serviços colocados no mercado de consumo não acarretarão riscos aos consumidores (art. 8º). É previsto ainda que o fornecedor de produtos e serviços potencialmente nocivos ou perigosos à saúde ou segurança deverá informar de maneira ostensiva e adequada a respeito da nocividade ou periculosidade (art. 9º).

Há que se ter em conta também o princípio da precaução, ou seja, quando houver ameaça de danos sérios ou irreversíveis, a ausência de absoluta certeza científica não deve ser utilizada como razão para postergar medidas eficazes para prevenir o possível dano. Sendo assim, no caso aqui tratado, tanto empresas como o Estado são responsáveis em adotar as medidas necessárias.

Fonte:
Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor – Idec.
http://www.idec.org.br/em-acao/artigo/refrigerante-cancerigeno-o-que-o-direito-tem-a-dizer-sobre-isso

Por Camila Leão e Camila Araújo.

barra de cereal

Sabe aquela barrinha de cereal, que você acredita ter mil qualidades? O PropagaNUT avaliou o rótulo de três diferentes marcas, Nutry, Trio e Nestlé, e concluiu que não é bem assim…

Analisando a lista de ingredientes das barrinhas Nutry e Trio, vimos que o primeiro ingrediente, e portanto, o que está presente em maior quantidade é a glicose, ou seja, açúcar. No caso da barrinha da Nestlé, o primeiro ingrediente é a aveia em flocos e o xarope de glicose só aparece como terceiro da lista. Mas será que o açúcar só está presente nesta forma? NÃO!! Encontramos também maltodextrina, mel, açúcar propriamente dito, açúcar mascavo e açúcar invertido.  Na barra da marca Nutry, todos esses ingredientes aparecem juntos, e nas outras duas, pelos menos 2 deles encontram-se na lista.

Informações retiradas do site. Em destaque, os açúcares e a quantidade de fibras presentes na barra de cereal Nutry.

Informações retiradas do site. Em destaque, os açúcares e a quantidade de fibras presentes na barra de cereal Nutry.

Informações retiradas do site. Em destaque, os açúcares e a quantidade de fibras presentes na barra de cereal Trio.

Informações retiradas do site. Em destaque, os açúcares e a quantidade de fibras presentes na barra de cereal Trio.

Informações retiradas do site. Em destaque, o primeiro ingrediente presente na barra de cereal Nestlé – a aveia – e a quantidade de fibras.

Informações retiradas do site. Em destaque, o primeiro ingrediente presente na barra de cereal Nestlé – a aveia – e a quantidade de fibras.

Outro detalhe bem importante, é que quando comemos uma barrinha de CEREAL, imaginamos que estaremos consumindo um quantidade significativa de fibras, certo? ERRADO! Entre essas três marcas, a que tem a maior quantidade de fibras é a da Nestlé que possui 4,4g, equivalente a 18% do recomendado por dia. Porém, as outras duas barrinhas possuem 0,4g de fibras, ou seja, praticamente NADA!barra de cereal 2

Quanto às gorduras, vimos que todas as barrinhas possuem óleo/gordura de palma, um tipo de gordura que é composta por cerca de 50% de gordura saturada, aquela que quando consumida em excesso pode provocar doenças cardiovasculares e obesidade.

Assim, dentre as 3 marcas de barrinhas que comparamos, a da Nestlé se mostrou a melhor opção, ou a “menos pior”, por conter mais fibras (algo que se espera em uma barrinha de cereal) e um menor teor de açúcar.

Outro pequeno detalhe que vale a pena ser dito: você já parou pra olhar os sites de divulgação de algumas dessas barrinhas? O site da própria Nutry se chama“Eu quero viver bem”, dando dicas sobre como conquistar a paz interior, fazer o bem, cultivar relacionamentos e cuidar do corpo, além de dicas sobre atividade física e alimentação. Ah, e falando também como ela tem um alto teor de fibras (oi?). Já o site da Trio mostra imagens fantásticas de frutas, castanhas e cereais que participam (ou deveriam participar como ingredientes principais, e não como coadjuvantes) da composição de suas barrinhas.

Mas pera aí, como uma barra de cereal cheia de açúcar quer passar a ideia de saúde e de que pode me ajudar a “viver bem”? Não faz muito sentido…

E aí? Você ainda acha que essas barrinhas realmente são saudáveis e cheias de qualidade?? Com certeza é um lanche prático e não podemos ignorar essa vantagem na correria do dia a dia, porém é preciso ter moderação e bastante cuidado na escolha da melhor opção!

Fonte: https://propaganut.wordpress.com/2013/06/05/saiba-o-que-voce-esta-comendo-barrinhas-de-cereal/

shakes emagrecedores

Vivemos em um mundo em que o “magro” é idealizado. Existe uma faixa de peso saudável para cada pessoa, mas mesmo assim, a fissura pelo emagrecimento nunca esteve tão em evidência. E é claro que a indústria se aproveita disso, divulgando produtos supostamente milagrosos que prometem afinar o corpo e de forma rápida! Aí entram os famosos SHAKES EMAGRECEDORES.

Já não somos muito fãs daquele programa Bem Estar, que passa pela manhã na Rede Globo. Pelo menos quando falam sobre Nutrição eles já cometeram vários equívocos. O mais frequente ocorre quando colocam um médico para falar sobre alimentação, ao invés de um nutricionista. Nada contra os médicos, mas como já dizia um ~clássico~ da nossa música popular: “cada um no seu quadrado”.

Eis, que no dia 04 de novembro eles abordaram o uso dos SHAKES como substitutos para refeições. Confira o vídeo do Bem Estar AQUI. http://g1.globo.com/bem-estar/videos/t/edicoes/v/shakes-para-emagrecer-podem-ser-usados-a-longo-prazo/2932230/

O médico fez as seguintes afirmações, as quais gostaríamos de destacar:endocrinologista sobre shakes

  • “Dependendo do shake, se tiver uma composição nutricional apropriada ele pode perfeitamente ser usado a longo prazo.”

Em primeiro lugar, o que é uma composição nutricional apropriada? Na maioria das vezes, um shake é só mais um alimento industrializado cheio de aditivos para ser misturado com leite. Portanto, ele pode não ter a composição apropriada quando combinado com outros elementos da dieta. Geralmente eles contêm baixas quantidades de energia, a qual precisamos para a manutenção das nossas funções. Além disso, as vitaminas e os minerais são adicionados industrialmente ao produto. Quanto a ser utilizado a longo prazo, não generalizaríamos isso em rede nacional, pois vai depender de cada caso e se ele vai substituir uma refeição, pode haver consequências decorrentes das deficiências nutricionais devido a essa substituição.

 

Ingredientes  Diet Shake Crocante Nutrilatina

Ingredientes: Diet Shake Crocante – Nutrilatina

“Se quiser substituir alguma das refeições principais por shake, desde que seja um shake com uma boa composição (com substâncias feitas com objetivo de gerar saciedade) ele pode entrar no almoço.”

Nesse caso, arroz, feijão, carne e salada dão um show de saciedade!!! Muito mais do que um copo de uma bebida dessas. Frutas e verduras também são ótimas para isso, pois contém muitas fibras (de verdade, ao invés da inulina – fibras extraídas das raízes da cebola e da chicória – e da polidextrose) e prolongam a sensação de estar bem alimentado por mais tempo. Além disso, não possuem corantes artificiais como o caramelo IV, amarelo crepúsculo e bordeux s. Fora os 20 minutos, o tempo no qual mastigamos os alimentos… Tempo esse essencial, pois nesse período, o estômago envia a informação para o cérebro de que estamos saciados. Sem sombra de dúvidas vale muito mais a pena almoçar/jantar comida de verdade.

O que é o Corante Caramelo IV?
No Brasil, bem como mundialmente, os corantes caramelos estão aprovados como aditivos alimentares em diversos alimentos, respeitando-se as condições específicas de uso. A ANVISA considera que, até o momento, não existem evidências científicas que justifiquem alterar o status da aprovação de uso do corante Caramelo IV na legislação sanitária brasileira de alimentos, tampouco a obrigatoriedade de advertência sobre eventual periculosidade deste aditivo alimentar. Mas, se mantém preparada para adotar as ações necessárias no Brasil, caso qualquer evidência aponte que os níveis encontrados desse corante representem um risco à saúde humana.*

E o Corante Amarelo Crepúsculo?
Estudos realizados demonstraram que alguns corantes amarelos, entre eles a tartrazina e o amarelo crepúsculo, podem inibir a síntese de tromboxano, interferindo na coagulação sangüínea e apresentando com isso um risco potencial à saúde.

Quer saber mais sobre o Corante Bordeaux S?
Alguns estudos são contraditórios quanto à inocuidade carcinogênica deste corante, sendo, por medida de segurança, proibido nos Estados Unidos desde 1976. No Canadá é permitido, pois sua estrutura química é bastante semelhante a outros corantes considerados não carcinogênicos. Na Inglaterra seu uso é permitido em caráter provisório até que se apresentem estudos mais conclusivos. No Japão foi voluntariamente banido pelas indústrias de alimentos e na União Européia seu uso é permitido.**

  • “O grande charme do shake é que ele é completo do ponto de vista nutricional e tem bem menos calorias do que uma refeição. Então, é uma maneira fácil de substituir uma refeição e é muito interessante para pessoas que querem emagrecer.”

Por mais que ele possa ter os nutrientes de que o organismo precisa, substituir uma refeição por um shake se torna monótono… Mais uma vez voltamos a bater na tecla de que a alimentação diária deve ser variada e balanceada, para compor uma dieta completa. Fica difícil obter uma dieta variada utilizando somente um alimento, não é mesmo?

Quanto a ter menos calorias e a ser mais interessante para pessoas que querem emagrecer, não concordamos. A pessoa que quer emagrecer deve mudar hábitos de uma vida inteira de alimentação incorreta. Somente uma boa reeducação alimentar faz isso. Soluções milagrosas só servem para os quilos perdidos serem encontrados mais adiante.

  • “Posso substituir por conta própria ou devo consultar um médico? Ah eu acho que não tem problema substituir por conta própria. Claro que tendo a orientação de médico ou nutricionista tende a seguir de forma mais correta.”

Na própria embalagem de um shake encontramos a mensagem abaixo:

aviso diet shake

O nutricionista sempre deve ser consultado, pois é quem vai prescrever a dieta mais adequada ao metabolismo do paciente, conforme seu estilo de vida, seus hábitos de vida, sua rotina, suas preferências e suas necessidades.

Confira o vídeo do Bem Estar AQUI.
http://g1.globo.com/bem-estar/videos/t/edicoes/v/shakes-para-emagrecer-podem-ser-usados-a-longo-prazo/2932230/

A Revista Proteste já testou cinco shakes para emagrecer com sabor de chocolate e concluíram que eles “podem até servir para substituir um lanche, mas não uma grande refeição. Eles não têm equilíbrio nutricional, apresentando excesso de proteínas e baixo aporte de energia. Para usar na dieta, só mesmo com o auxílio de um nutricionista.”

Nem tudo são calorias. O valor de uma dieta adequada está na qualidade dessa alimentação. Diminuir a quantidade de alimentos ricos em gordura, em sódio e em açúcar e aumentar a quantidade de alimentos com fibras e vitaminas, certamente tem um efeito mais benéfico à saúde. Ainda que o resultado venha a longo prazo, o nosso corpo agradece e os quilos a mais vão embora para nunca mais voltar. 

E você, já descobriu que a alimentação saudável + exercício é a fórmula para uma vida saudável? 

Fontes:

*ANVISA – Informe Técnico nº. 48, de 10 de abril de 2012.

**Prado, M. A. & Godoy, H. T. Corantes artificiais em alimentos. Alim. Nutr., Araraquara, v.14, n.2, p. 237-250, 2003.

http://fechandoziper.com/blog/desvendando-rotulos/vale-a-pena-substituir-refeicoes-por-shakes-emagrecedores/

balas com aditivos alimentares

Em rápida visita ao supermercado encontramos 34 alimentos com aditivos. Veja quais são eles e evite consumi-los em excesso.

Durante o processo de fabricação, alguns alimentos recebem propositalmente certos tipos de aditivos com objetivo de realçar suas características sensoriais (aroma, cor e sabor) e aumentar o tempo de vida do produto. Como esses aditivos não têm propósito nutricional, especialistas se questionam se vale realmente a pena adicioná-los, uma vez que o consumo diário pode trazer riscos toxicológicos, como alergias, irritação estomacal e hiperatividade.

Eles estão em biscoitos, cereais matinais, refrigerantes, gelatinas, sucos artificiais, balas e mais uma gama de outros alimentos que estão na dieta diária dos brasileiros, principalmente das crianças. Por isso, cuidado com o que você come. Para ajuda-lo a não consumir esse ingrediente em excesso, selecionamos 34 alimentos, facilmente acessíveis em supermercados pelo Brasil, que possuem aditivos em sua composição.

alimentos a serem evitados

alimentos consumidos com atenção

Você mesmo pode identificar esses alimentos. Veja a lista abaixo, leve junto quando for às compras e procure por eles na lista de ingredientes nos rótulos dos produtos. É possível baixar a lista pelo celular, enquanto estiver no mercado.

ADITIVOS QUE DEVEM SER EVITADOS, POIS EXISTEM INDÍCIOS DE QUE PODEM CAUSAR DANOS A SAÚDE

Ácido benzóico – INS 210
Alumínio – INS 173
Amaranto ou Bourdeaux S. – INS 123
Amarelo crepúsculo – INS 110
Benzoato de sódio – INS 211
Butil-hidroxiansiolo (BHA) – INS 320
Butil-hidroxitolueno (BHT) – INS 321
Dióxido de titânio – INS 171
Eritrosina – INS 127
Etilenodiaminatetracetato de cálcio dissódico
(EDTA)- INS 385
Tartrazina – INS 102
Vermelho Ponceau 4R – INS 124

ADITIVOS QUE DEVEM SER CONSUMIDOS COM ATENÇÃO
Ácido fosfórico – INS 338
Ácido glutâmico – INS 620
Cochonilha – INS 120
Fosfato de potássio – INS 340
Glutamato monossódico – INS 621
Nitrato de potássio – INS 252
Nitrato de sódio – INS 251
Nitrito de potássio – INS 249
Nitrito de sódio – INS 250
Propileno glicol – INS 405
Sorbitol – INS 420
Vermelho 40 – INS 129

ADITIVOS QUE PODEM SER CONSUMIDOS SEM RESTRIÇÃO
Ácido ascórbico – INS 300
Ácido cítrico – INS 330
Agar-agar – INS 406
Carboximetilcelulose – INS 466
Dióxido de silício – INS 551
Goma Guar – INS 412
Goma Xantana – INS 415
Guanilato de potássio – INS 628
Inosinato dissódico – INS 631
Lecitina – INS 322
Propionato de cálcio – INS 282
Tocoferóis – INS 306

Fonte: http://www.proteste.org.br/alimentacao/nc/noticia/aditivos-alimentares

ABIGAIL ZUGER THE NEW YORK TIMES

antibióticos
Neste mundo, nada é de graça, especialmente quando estamos falando de saúde. Todos os exames, todas as incisões e cada uma das pílulas que tomamos nos trazem benefícios e riscos.

Em nenhuma área, a coisa pende mais obviamente para a direção errada do que no mundo das doenças infecciosas, a maior história de sucesso do século XX. Nós contamos com os antibióticos desde meados dos anos 1940 – praticamente desde que a bomba atômica foi criada, destaca o Dr. Martin J. Blaser, e o nosso maior erro foi não ter percebido há muito tempo os paralelos entre essas duas histórias.

Os antibióticos controlaram boa parte de nossos velhos inimigos bacterianos: nós queríamos fazê-los desaparecer do planeta, e a dose foi cavalar. Mas, agora, estamos começando a sofrer as consequências. Aparentemente, nem todos os germes são maus – e existem alguns que são muito bons, na verdade. No livro “Missing Microbes” (Os micróbios perdidos, em tradução livre), Blaser, professor de medicina e doenças infecciosas da Universidade de Nova York, apresenta uma série impressionante de razões que nos levam a repensar a destruição promovida nas últimas décadas.

A guerra tem se tornado cada vez mais violenta. O uso imprudente de antibióticos resultou na resistência dos micróbios; médicos especializados em doenças infecciosas operam agora em um estado de quase pânico, uma vez que o tratamento de doenças comuns está exigindo medicamentos mais e mais poderosos. Na semana passada, a Organização Mundial da Saúde alertou que o as pessoas estão voltando a morrer com doenças há décadas já controladas por causa das superbactérias.

As infinitas bactérias benevolentes e trabalhadoras que colonizam nossas peles e o interior do trato gastrointestinal, das quais precisamos para sobreviver, estão sendo exterminadas por até mesmo algumas doses de antibióticos.

Às vezes, nem as populações nem seu habitat voltam a se recuperar plenamente. E, por fim, há acúmulo desanimador de evidências de que a guerra contra as velhas pragas esteja levando simplesmente a guerras ainda piores contra uma série de novas pragas.

Parte dos argumentos de Blaser já é bem conhecida, tais como a história do Clostridium, uma causa cada vez mais comum de diarreia. Essa condição surge quando os antibióticos eliminam a população microbiana normal de nossas entranhas, favorecendo um organismo produtor de toxinas. Às vezes é preciso usar ainda mais antibióticos para restabelecer a função intestinal. Mas às vezes não há tratamento que funcione – nada além de preencher o intestino com fezes repletas de bactérias normais, uma estratégia que é o último recurso, mas que se mostrou bastante eficaz. Sem isso, pessoas saudáveis podem morrer.

Fonte: http://www.otempo.com.br/interessa/excesso-de-antibi%C3%B3tico-extinguiu-bact%C3%A9rias-necess%C3%A1rias-ao-corpo-1.832796