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tabela nutricional bolacha

São Paulo – Valor energético, quantidade de carboidratos ou gorduras saturadas por porção: tudo isso é “grego” para metade dos brasileiros que sabem ler.

Segundo pesquisa do Instituto Abramundo, 48% dos brasileiros afirmam ter dificuldade para compreender uma simples tabela nutricional impressa nas embalagens de alimentos. Um fato alarmante para a educação no Brasil.

Na prática, 64% dos alfabetizados sofrem para compreender informações científicas simples. Segundo o levantamento, de cada 100 brasileiros, apenas 5 têm condições para decifrar e solucionar problemas científicos mais complexos. Veja a reportagem “Entender ciências é exceção no Brasil“.

O Instituto analisou desempenho de cerca de 2 mil pessoas com idade entre 15 e 40 anos, que tinham até a quarta série, diante de situações cotidianas que envolviam o domínio de conceitos de Ciências. A performance foi medida de acordo com o Índice de Letramento Científico, desenvolvido pela Abramundo em parceria com o Ibope Inteligência.

Além de colocar os entrevistados para resolver problemas, a pesquisa também os questionou sobre o grau de dificuldade que eles tinham para compreender bulas de remédios, tabelas nutricionais ou calcular quanto de combustível era necessário para percorrer um percurso. O resultado foi desalentador. Veja nas fotos.

Fonte: http://exame.abril.com.br/brasil/album-de-fotos/10-dados-simples-que-muita-gente-no-brasil-nao-entende

Amendoim, canola, girassol, soja, azeite, milho. As opções nas prateleiras dos supermercados são várias, mas nem sempre o consumidor sabe a diferença entre eles, além das qualidades de cada um.

Óleos no supermercado
Os óleos são imprescindíveis em toda cozinha que se preze. Desde inevitáveis frituras até a elaboração de temperos para saladas, não há quem consiga cozinhar sem utilizá-los. Entretanto, apesar desse uso (quase que) universal, pouca gente sabe que a escolha de um óleo pode ser decisiva no sucesso de um prato. Alguns óleos são mais saborosos, emprestando sabor à comida, outros mais resistentes ao calor, ideais à fritura, outros são, ainda, insípidos, não interferindo no sabor do alimento, etc. Entenda, agora, qual o óleo mais indicado para cada processo gastronômico e o porquê.

Os tipos de óleos
O óleo é uma gordura que, à temperatura ambiente, se apresenta do estado líquido e apresenta estrutura química baseada em uma mistura de ácidos graxos. No Brasil, os óleos mais encontrados nos supermercados são feitos à base das sementes de soja, amendoim, girassol, milho, canola, algodão e arroz. Isso sem contar o inconfundível azeite de oliva, produzido a partir do caroço da azeitona. Cada uma das sementes empresta características diferentes ao produto final. A diferença mais marcante, no entanto, diz respeito ao tipo de insaturação presente nas cadeias de ácidos graxos  (gorduras) do óleos.

Os óleos de soja, de girassol e de milho, por exemplo, apresentam maior presença de ácidos graxos (gorduras) poliinsaturados. Tais gorduras reduzem tanto o colesterol LDL como o colesterol HDL. Justamente por isso, existem ressalvas ao seu consumo. “Os pesquisadores afirmam que e HDL previne o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Por isso, diminuir o nível desse colesterol no sangue pode gerar problemas a longo prazo”, afirma Rafael Bedore, engenheiro de alimentos da Sementes Esperança , indústria de alimentos produto do Óleo de Amendoim Sementes Esperança . Entretanto, se a saúde estiver em dia, a utilização desses produtos não é proibida.

Já os óleos de amendoim e canola e o azeite de oliva apresentam grande quantidade de gorduras monoinsaturadas. Seu consumo está diretamente relacionado à diminuição dos níveis de colesterol ruim (LDL) no sangue sem, no entanto, reduzir a quantidade do colesterol bom (HDL) – o que atua na redução do risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Tal propriedade torna o seu consumo imperativo a uma dieta saudável. Principalmente para quem apresenta alterações nas taxas de colesterol. Claro, sem exageros.

A saúde agradece
Mesmo em meio aos óleos monoinsaturados, algumas características específicas de cada estrutura química devem ser levadas em conta na hora do uso. As propriedades de sabor, aroma e, principalmente, ponto de oxidação são imprescindíveis na escolha do óleo correto.

Segundo, Rafael, o óleo mais indicado para ser ingerido cru é o azeite de oliva. “Por não passar por nenhum processo de refinação, ele mantêm suas características de sabor e aroma. ( Além disso, auxilia na redução do colesterol – já falou isto ) “. Desse modo, seu uso é recomendado para temperar saladas, por exemplo.
Segundo o engenheiro, os óleos de amendoim e canola também podem ser ingeridos crus. Entretanto, eles não apresentam sabor ou aroma. “Apesar das características de cada grão emprestarem sabores específicos para cada tipo de óleo, durante a refinação, o processo de desodorização acaba retirando todo o aroma e sabor, restando apenas estruturas de ácidos graxos”, pontua Bedore.

Resistência à oxidação
Quando o assunto é o aquecimento do óleo o cenário muda. Para que um óleo permaneça saudável, ele tem de suportar temperaturas elevadas (180˚C a 200˚C) sem sofrer alterações em sua estrutura – o que não é observado no azeite de oliva, que oxida a uma temperatura de 180 ºC. Justamente por isso os óleos indicados para fritura são os de amendoim e canola refinados.

“O óleo de amendoim é o que mais suporta o aquecimento, mantendo suas características a até cerca de 220 ºC , sem sofrer processo de oxidação, ou outro tipo de mudança química. Além disso, ele não queima com facilidade e é menos absorvido pelos alimentos, o que aumenta o seu rendimento , impede que o alimento fique encharcado ou com gosto de ranço”, afirma Bedore. Ainda segundo o engenheiro, o óleo de amendoim não deixa o ambiente com cheiro de fritura e não transfere gosto aos alimentos. Além disso, graças ao processo de refinação, todos os traços de proteína de amendoim e outras substâncias que causam alergia são retirados do óleo.

A resistência à oxidaçao do Óleo de Amendoim Sementes Esperança foi testada pelo Laboratório de Nutriçao da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz- Esalq, que confirmou que o produto mantem-se estável mesmo quando exposto a uma temperatura de 220 graus, não rancificando, escurecendo ou liberando fumaça – características observadas em outros óleos nesta situação.

RESUMINDO

AZEITE DE OLIVA EXTRAVIRGEM

  • o óleo mais indicado para ser ingerido cru, pois mantem sabor e aroma
  • NÃO INDICADO PARA AQUECER, pois oxida fácil

ÓLEO DE AMENDOIM
Óleo de amendoim

  • suporte até a temperatura 220º C SEM OXIDAR, escurecer ou liberar fumaça
  • não queima com facilidade
  • é menos absorvido pelos alimentos
  • rende mais
  • não deixa o alimento encharcado e com gosto de ranço
  • não deixa o ambiente com cheiro de fritura
  • não transfere gosto aos alimentos
  • não afeta pessoas que possuem alergia a amendoim

E ENTÃO? Não custa nada ao chegar na prateleira e por o óleo de amendoim no seu carrinho de compras. O preço não é tão diferente assim.

 

Referência: http://www.brasilmedicina.com.br/noticias/pgnoticias_det.asp?Codigo=2049&AreaSelect=4

A alimentação é 50% dos seu sucesso na musculação. As sete principais classes de nutrientes são:

Proteínas
De forma resumida, atua na composição dos músculos, anticorpos e todas as enzimas. O ideal é consumir 2 gramas de proteína por dia para cada kg do corpo (para uma pessoa de 60kg = 120 gramas/dia). Comer de 20 a 30 gramas de proteína em cada refeição é uma boa distribuição. Consuma alimentos como leite, ovo, frango, queijo cottage, queijo ricota, carne e atum. Prefira sempre alimentos orgânicos evitando leite de caixinha e ovos brancos de galinhas criadas em granja.

Carboidratos
A principal fonte de energia do corpo. Existem carboidratos simples e carboidratos complexos. Entre os simples temos todos os açúcares, incluindo maltose, dextrose, lactose e sucrose. No grupo dos complexos temos como exemplo pães, arroz, massas, vegetais e batatas. A ingestão de carboidratos deve ser duas vezes maior do que a de proteínas. Consuma 4 gramas de carboidratos por kg do corpo (para uma pessoa de 60kg = 240 gramas/dia). Consuma alimentos como  carboidratos fibrosos como aveia, batata doce, arroz integral, derivados do trigo, entre outros pois promovem mais energia.

Gorduras
Resumidamente faz várias funções do corpo, desde aquecimento, produzir testosterona, fornecer energia e até fazer a manutenção da pele. O ideal é consumir gorduras boas. A gordura monoinsaturada é que produz testosterona, presente em grande quantidade no corpo do homem, é o principal hormônio responsável pelo aumento de massa magra, aumento de libido, energia, formação óssea e função imunitária e (resistência a doenças). Consuma alimentos como amêndoas, azeite de Oliva Extra Virgem, amendoim, abacate, peixe, linhaça e castanhas.

Fibras
Ajudam na eliminação dos resíduos corporais e reduz o risco de contração de certas doenças. É a parte indigesta dos carboidratos. Consuma alimentos como vegetais folhosos, cereais (como aveia), trigo integral, vegetais de raiz e polpa de frutas.

Minerais
Essenciais para vários processos, desde a formação dos ossos até as funções cardíacas. Consuma alimentos como água fluoridificada, brócolis, grãos, vegetais folhosos verdes, carnes de órgãos (fígado, por exemplo).

Vitaminas
Ajudam a regular várias funções do corpo, incluindo as digestivas e as do sistema nervoso. Consuma alimentos como vegetais verdes, frutas cítricas (como laranja e limão), melões, tomate, ervas, banana e vegetais de raiz.

Água
A base para todos os fluídos corporais, processos celulares e funções dos órgãos. Beba pelo menos 2,5 litros de água, todos os dias. Seus músculos precisam estar hidratados.

Todos os alimentos contendo os nutrientes acima são válidos para a manutenção do corpo em um estado de saúde natural. Para manter uma boa saúde você precisa ingerir todos esses sete tipos de nutrientes diariamente. Se um ou mais forem negligenciados o corpo sofrerá as conseqüências. Claro que é necessário levar em consideração a proporção correta de cada nutriente a ser ingerido. Também é importante mastigar bem antes de engolir.

Coma nos horários certos
Os ectomorfos devem comer de 3 em 3 horas, totalizando 6 refeições diárias.

Coma Muito
O principal objetivo de um ectomorfo é ganhar peso, então o princípio básico é comer bastante. Coma como um leão, não pule refeições de forma alguma. Isso é fundamental.

Referência: http://definicaototal.com.br/treinos/manual-do-ectomorfo-%E2%80%93-nutricao-e-treinos/