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salgado maromba

Ingredientes:

– 2 xícaras de frangos cozido e desfiado
– 1 xícara de couve flor
– Sal e pimenta do reino a gosto
– Salsinha e cebolinha a gosto
– 2 colheres de sopa de cebola picada
– 1 dente de alho picado

Para o recheio:
– Tomate cortado em cubos
– Queijo branco cortado em cubos
– Orégano e sal a gosto

Modo de preparo:

 

O que é o “salgado maromba”

O “salgado maromba” foi inventado pela estudante Tati Guidi, que começou a divulgar na rede social Instagram, e imediatamente se tornou uma sensação. “Hoje as pessoas estão focadas em secar na academia e, assim sendo, as restrições na dieta são maiores, dificultando a variação do cardápio”.

O salgado é rico em proteína e não leva farinha de trigo, por isso virou uma excelente opção. “E você pode fazer no formato que quiser: de rocambole, de pastel assado, enroladinho, em bolinhas, fica a critério da imaginação de cada um”, explica a nutricionista.

Já o recheio tem que ser saudável. Entre as opções estão ricota com espinafre, peito de peru com queijo branco, alho poró com palmito e tomate, entre outras combinação. “A massa desse salgado também é feito com legumes, de modo que possibilita a ingestão deste tipo de alimento por aqueles que não costumam colocá-los no prato. Portanto, torna-se um salgado saudável e rico em nutrientes”, afirma.

Receita genérica

Ingredientes
– 100 a 120g de frango cozido e desfiado (pode usar carne, tofu, peixe branco ou salmão)
-50g de algum legume cozido (couve-flor, brócolis, mandioca ou batata doce cozida). Se quiser, pode usar também arroz integral, grão de bico, berinjela ou abóbora.
– 2 colheres (sopa) de algum líquido (leite de coco, água ou água do cozimento do frango)
– (opcional) 1 colher (sobremesa) de alguma farinha saudável ( aveia, linhaça integral ou chia).
-Temperos a gosto (sal, cebola picada, orégano, alho, etc.)

Modo de preparo

– Bater todos os ingredientes no processador. Deixar em torno de 30 minutos na geladeira para que a massa fique mais firme.

Para empadas:
Forre a forma de empada com a massa, recheie a gosto (tomate picado, espinafre com ricota, brócolis com queijo cottage, palmito, etc.) e depois tampe com mais massa. Pincele com gema de ovo. Use forminhas de empada intercalando na montagem um pouco da massa, recheio e massa para tampar. Pincele gema de ovo e chia.

Para salgado assado:
– Esticar um pedaço de plástico filme e abra a massa sobre ele. Recheio a gosto (tomate picado, espinafre com ricota, brócolis com queijo cottage, palmito, etc.). Empane com farinha de coco ou aveia. – Já com o forno pré-aquecido, asse por aproximadamente 30 minutos.

Fonte: http://www.bolsademulher.com/corpo/salgado-maromba-ajuda-a-manter-a-forma/

http://marianacosta.me/2013/08/21/receita-do-dia-salgado-maromba-tati-guidi/

tabela nutricional bolacha

São Paulo – Valor energético, quantidade de carboidratos ou gorduras saturadas por porção: tudo isso é “grego” para metade dos brasileiros que sabem ler.

Segundo pesquisa do Instituto Abramundo, 48% dos brasileiros afirmam ter dificuldade para compreender uma simples tabela nutricional impressa nas embalagens de alimentos. Um fato alarmante para a educação no Brasil.

Na prática, 64% dos alfabetizados sofrem para compreender informações científicas simples. Segundo o levantamento, de cada 100 brasileiros, apenas 5 têm condições para decifrar e solucionar problemas científicos mais complexos. Veja a reportagem “Entender ciências é exceção no Brasil“.

O Instituto analisou desempenho de cerca de 2 mil pessoas com idade entre 15 e 40 anos, que tinham até a quarta série, diante de situações cotidianas que envolviam o domínio de conceitos de Ciências. A performance foi medida de acordo com o Índice de Letramento Científico, desenvolvido pela Abramundo em parceria com o Ibope Inteligência.

Além de colocar os entrevistados para resolver problemas, a pesquisa também os questionou sobre o grau de dificuldade que eles tinham para compreender bulas de remédios, tabelas nutricionais ou calcular quanto de combustível era necessário para percorrer um percurso. O resultado foi desalentador. Veja nas fotos.

Fonte: http://exame.abril.com.br/brasil/album-de-fotos/10-dados-simples-que-muita-gente-no-brasil-nao-entende

Para nós, praticantes de musculação, essa farinha tem várias vantagens
-Economizar tempo de cozinhar a batata doce, principalmente quem treina de manhã e usa o café da manhã como pré-treino
-Praticidade de ter guardado e usar rapidamente
-Facilidade no transporte, podendo ser usado para shakes pré-treino
-Como ingrediente em hipercalórico caseiro, com carboidrato de baixo índice glicêmico.

Rendimento

2kg de batata doce natural rende 524 gramas farinha
50g de farinha equivale a comer 200g de batata doce in natura

farinha de batata doce

 

Por Neide Rigo

Fiquei convencida do valor nutricional e gastronômico da farinha de batata-doce durante o Congresso de Incentivo ao Consumo de Verduras, Frutas e Legumes de 2009, em Brasília. Os pesquisadores da Embrapa Hortaliças que faz um bonito trabalho de resgate de variedades esquecidas, mais nutritivas. Com estas batatas fizeram farinha num processo de tecnologia simples e barata. Foi lá que peguei uma apostila e aprendi a fazer a farinha adaptando o que seria indicado para pequenos agricultores para processo caseiro. Embora um pouco demorado, por causa do tempo de secagem, o restante é feito facilmente se você tiver um processador, um liquidificador e peneira. A Embrapa tem material informativo a respeito, mas você também pode ver uma apostila similar aqui (http://www.cpatc.embrapa.br/publicacoes_2012/ct_65.pdf).

Levando em conta que 2 quilos de batatas renderam pouco mais que meio quilo, podemos dizer que, dependendo da umidade da batata, o rendimento é aproximadamente este – 25% do peso inicial. A apostila linkada também confirma que 4 quilos de batatas rendem 1 quilo de farinha. Isto quer dizer que se você usar 100 g de farinha é praticamente o mesmo que consumir 400 g de batata-doce in natura e, com exceção de alguns nutrientes que sofrem perdas com o calor e oxidação, muitos outros estarão concentrados num produto agora não-perecível. Ótima opção para aproveitar excesso de produção e garantir suprimento para a entressafra; para incrementar dietas mais pobres ou de crianças inapetentes; melhorar o valor nutricional da merenda escolar e aproveitar como farinha sem glúten para bolos, pães, pudins, mingaus, farofas, biscoitos e o que mais a imaginação soprar. Incluí em pães de trigo na proporção de 40, 30 e 20%. Com 40, ficou pesado e grudento. Com 30% cresceu menos e o miolo ficou um pouco ressecado e com 20% ficou perfeito (ok, isto eventualmente pode ser uma “quinta com pouco trigo” também)

Então, além de poder ser usado pura em algumas preparações sem glúten, você pode incrementar todos os pratos feitos tradicionalmente com farinha de trigo.

Modo de preparo

farinha de batata doce passo 1

Lave as batatas, descasque-as e rale no processador ou em ralo grosso.

farinha de batata doce passo 2

Pesei para ver o rendimento. Usei 2 quilos, mas, para experimentar o seu forno e conhecer a eficácia dele, comece com menos, lembrando que o rendimento é de 1/4 do peso inicial.

farinha de batata doce passo 3

Espalhe em assadeiras, sem amontoar e leve ao forno em temperatura bem baixa, mais baixa que conseguir. Eu coloquei o cabo de uma colher na porta para diminuir a temperatura, que ficou entre 74 e 80 graus.

farinha de batata doce passo 4

De vez em quando remexa. Até que fique tudo bem seco e solto. Se os flocos estiverem flexíveis é porque ainda não secou o suficiente. Tem que ficar durinhos com barulho de pedrinhas.

farinha de batata doce passo 5

O rendimento: 2 kg renderam 531 g de flocos secos

farinha de batata doce passo 6

Bata no liquidificador aos poucos – 1 xícara de cada vez, até tudo virar pó.

farinha de batata doce passo 7

Passe pela peneira fina. No final, se sobrou muitos grãos, bata mais, até rescar só um pouco, que pode ser usada para polvilhar a superfície dos pães, por exemplo.

farinha de batata doce passo 8

O rendimento final: 524 gramas. Dez gramas ficaram pelo caminho.
O sabor final não é só um pouco doce, mas deliciosa. A minha, usei quase toda para fazer pães. Aproveite a sua para panquecas, bolos e bolinhos, biscoitos etc. E depois me conte. Ou aguarde receitas aqui quando eu fizer mais farinha.

Meus comentários
Para quem gosta de coisas prontas e não tem tempo de fazer a farinha, foi lançado esse mês o suplemento Carbo+, batata doce em pó. Inclusive ele é indicado pelo fisiculturista Fernando Sardinha.

carbo+ batata doce em pó

Você pode comprar no site
http://www.carbomais.com.br

suplementos de proteína e amino spiking

 

Alerta: Suplementos de proteína com Amino Spiking

Nos dias de hoje, todo mundo que pratica musculação consome suplementos de proteína. Para muitos, tomar whey protein ou qualquer outro suplemento proteico é quase tão importante quanto o próprio treino. Tudo bem, nada de errado com isso. Para desenvolver a massa muscular é mesmo necessário garantir um aporte suficiente de proteína todos os dias e o whey protein é uma fonte proteica de grande qualidade conhecida pelo seu alto valor biológico.

O problema é que a indústria da suplementação sabe disso e procura tirar vantagem dessa grande popularidade dos suplementos de proteína. Aí você pergunta: como isso pode ser um problema? O fato de existir uma grande oferta de proteínas no mercado faz com que os suplementos sejam mais baratos, ocorram mais promoções, etc. Quem ganha é o consumidor, certo?

Pois, na verdade, as coisas não são assim tão simples. O que acontece é que, de modo a cortar seus custos de produção nos suplementos de proteína, muitas marcas estão adotando práticas enganadores e até mesmo desleais para com o consumidor. E não estamos falando dessas marcas que colocam carboidrato no lugar de proteína. Essas marcas farinheiras apenas merecem nosso desprezo e a sua falência.

O mundo enganador do Amino Spiking
A verdade é que mesmo as marcas que não adulteram seus produtos de proteína com carboidrato no lugar de proteína também podem não ser completamente inocentes. Estamos falando de marcas que adicionam aminoácidos livres aos seus suplementos proteicos, aminoácidos esses que não contribuem para a síntese proteica muscular mas que, por serem baratos, permitem aumentar o conteúdo total de proteína com custos menores para a marca.

Essa técnica é conhecida dentro da indústria como “Amino Spiking”. Profissionais da indústria da suplementação já fizeram vídeos alertando para esse procedimento enganador. No artigo “Como escolher um suplemento de proteína (whey)“, o profissional Marcos Sabino alertou para a técnica do Amino Spiking praticada por várias empresas. Em outro vídeo, Félix Bonfim, outro profissional da área, alertou para o mesmo fato (veja o vídeo aqui, a partir dos 14:07).

É importante os consumidores estarem alertados para isso antes de comprarem seus suplementos proteicos, para evitarem pagar caro por um suplemento de fraca qualidade.

amino spiking fraude
Como funciona o Amino Spiking?
Todas as marcas têm de apresentar a quantidade de proteína que o produto oferece por dose. Essa quantificação da proteína é feita através da medição do valor total de nitrogênio. O nitrogênio é uma molécula presente em todos os aminoácidos. Medindo a quantidade total de nitrogênio, os laboratórios conseguem estimar a quantidade total de proteína no produto.

Ao adicionarem aminoácidos baratos ao produto, os fabricantes podem manipular esse teste e aumentar artificialmente a quantidade de proteína no produto de forma muito mais barata. Afinal de contas, para quê você vai colocar 100% de whey protein no produto se pode colocar apenas uns 60% e adicionar aminoácidos baratos para aumentar o total de proteína, fazendo-o passar por um 100%?

Os principais aminoácidos utilizados no amino spiking são a glicina, a taurina, a arginina, a alanina, o ácido glutâmico e a creatina (todos eles aminoácidos não-essenciais, já reparou?). Desses, os mais frequentes são a glicina e a taurina (um fabricante consegue comprar glicina e taurina ao preço da chuva). Esses aminoácidos são utilizados porque eles contêm nitrogênio e são menos dispendiosos do que as proteínas completas, tais como a proteína de soro de leite ou a caseína.

O site noticioso “News Inferno” cita Tim Ziegenfuss, diretor do Centro de Ciências Aplicadas à Saúde, dizendo: “A arginina tem aproximadamente três vezes mais nitrogênio do que a proteína de soro de leite e a creatina tem aproximadamente uma vez e meia mais nitrogênio e custa menos de metade do preço. Dar um spiking na proteína com esses nutracêuticos é uma forma barata de elevar o nível de nitrogênio de uma proteína em pó, sem a adição de mais proteínas de alta qualidade“.

Você leu bem? A arginina contém três vezes mais nitrogênio que o whey protein! A creatina contém uma vez e meia mais nitrogênio.

Se ainda não deu para perceber bem a gravidade da situação, vamos fazer um exercício. Imagine um whey concentrado com 80% de proteína (80 gramas de proteína por cada 100 gramas de produto). Imagine também que a marca adicionou arginina e creatina em sua fórmula (já nem vamos falar dos outros aminoácidos usados para o amino spiking).

Esses 80% são pura ilusão! O produto não contém 80 gramas de proteína, ele contém menos que isso. O que aconteceu foi que a marca conseguiu aumentar a quantidade total de proteína através da adição de dois aminoácidos baratos.

Esses aminoácidos até podem ter funções importantes (como é o caso da creatina), mas nesse contexto eles apenas foram utilizados para benefício do fabricante e não do consumidor.
Como detetar o Amino Spiking nos suplementos proteicos?
A boa notícia é que é fácil identificar quando uma marca está adotando a técnica do amino spiking. Por lei, os fabricantes devem listar todos os ingredientes utilizados em seu produto. Então, se na lista dos ingredientes você vir algum aminoácido listado, é porque ele foi adicionado à fórmula.

Não se deixe enganar por uma marca que diz que seu produto foi “enriquecido com aminoácidos extra”. Lembre-se que esses aminoácidos foram acrescentados ao produto não para o tornarem melhor mas apenas para tornar sua produção mais barata e assim o fabricante poder aumentar sua margem de lucro.

E quando os aminoácidos adicionados são BCAAs, isso não é bom?“, você pode perguntar. Na grande maioria dos casos, os BCAAs (leucina, isoleucina e valina) apenas são adicionados para que o produto não fique tão fraco.

Quando você vê na embalagem “Enriquecido com BCAA”, geralmente essa afirmação de marketing apenas pretende criar a ilusão de que o produto ficou ainda melhor com a adição desses BCAAs quando, na verdade, os BCAAs foram adicionados porque o fabricante não usou uma fonte de proteína completa (que já teria os BCAAs) na fabricação do seu produto.

amino spiking
Não seja enganado pelo Amino Spiking
Você deve ser exigente com seus suplementos proteicos. Afinal, você está pagando caro por eles. O mínimo que pode exigir de um suplemento de proteína é que ele contenha aminoácidos de qualidade. Vamos fazer uma analogia: você aceitaria pagar por um Ferrari e esse Ferrari vir com peças não originais de menor qualidade? Óbvio que não.

Então por que você aceitaria pagar por um suplemento que diz no rótulo “100% whey protein” quando, na verdade, esse suplemento não é um 100 whey protein? Se aparecerem aminoácidos livres listados nos ingredientes, esse suplemento simplesmente não é um 100% whey protein.

A marca que quer vender essa ilusão para você não merece seu respeito enquanto consumidor. Alerte outros consumidores para essa prática enganosa do Amino Spiking. O mercado da suplementação só ganhará escrúpulos quando os consumidores se tornarem consumidores informados.
A exceção da regra
Gostaria de deixar uma nota final para notar que, por vezes, há produtos que têm aminoácidos livres que foram adicionados mas, no entanto, se você comparar as quantidades de cada aminoácido com os de um produto sem amino spiking, você não verá diferença.

Tem vezes que a marca adiciona aminoácidos livres na fórmula com o intuito de tornar o produto realmente melhor. Estamos falando de uma minoria, mas acontece. Convém levarmos esse fato em consideração para não estarmos prejudicando marcas que não merecem a reputação de enganadores.

A melhor forma de você descobrir se estamos perante um caso de amino spiking positivo ou negativo é mesmo avaliar as quantidades de cada aminoácido, especialmente de aminoácidos essenciais e BCAAs.

Fonte: http://treinomusculacao.com/suplementos-proteina-amino-spiking/

pão integral

É incrível a picaretagem de grande parte do segmento de panificação, e porque não dizer do setor alimentício em geral brasileiro.

Um dia desses passando pelas gôndolas de um supermercado  em Botafogo resolvi “espiar” a quantidade e variedade de pães à venda; não costumo comprá-los, pois sou à moda antiga… gosto de fazer meu próprio pão. Entretanto, é obvio que estes são bem mais práticos e ainda prometem (será que cumprem?) dentre vários tipos serem “light”,  “integrais” , “ricos em grãos”, etc. Ou seja, oferecem sabor, praticidade, nutrição eficiente e alimentos funcionais (que são promotores de saúde e diminuem o risco de certas doenças, provocadas pelo estilo de vida moderno, como diabetes, pressão alta , obesidade, colesterol alto, etc). Isso aconteceria se REALMENTE  esses pães tivessem em sua composição, e em quantidades mínimas adequadas, os alimentos que apregoam na parte da frente de seus pães.

Cheguei à conclusão de que, pelo menos no Brasil, nunca se deve ler o que diz o rótulo frontal do produto . Esse é só um chamariz de venda, e na maioria das vezes, não corresponde ao que se encontra dentro do produto. O importa que de verdade é o que vem escrito atrás do rótulo, ou seja, os ingredientes e a tabela nutricional. Sei que, às vezes, pode ser complicado para o leigo entender a tabela nutricional, até porque essa segue um modelo internacional de medidas que não estamos familiarizados. Não obstante, já basta dar uma boa olhada nos ingredientes, assim  não dará para ser tão facilmente enganado.

Também sei que muitos não importam se o pão é saudável ou não, cumpre o que promete ou não no rótulo; estão apenas preocupados com o sabor e/ou preço, e ponto. Porém, não seja “pato” pagando a mais por algo que não cumpre o que diz; pois é o que acontece. Visto que  esses pães ditos “integrais”, “light”, etc, são bem mais caros que muitos pães “simples”, que não agregam alimentos diferenciais (farinhas e cereais integrais, etc.) ou vem cheios de gorduras nocivas, açúcar refinado, sal em excesso, etc. Portanto, se você não importa com sua saúde, ao menos leve o pão mais simples e mais barato mesmo. O problema é todo seu. Só digo para não se deixar ludibriar por falsas promessas e pagar mais por menos.

Para aqueles que realmente estão preocupados com seu bem estar e alimentação equilibrada, vou dar umas dicas de como escolher melhor seu pão, já que este faz parte de nossa dieta diária, e pode sim, ser fonte de poderosos nutrientes e nos proteger sem deixar de ser saboroso. E principalmente, para não levar “gato por lebre”.

Primeiro não se deixe impressionar pelo belo rótulo e com milhões de promessas estampadas. Eles são criados assim para criar impacto e nos fazer crer que estamos diante de um produto “perfeito”. A tendência diante de um produto que se apregoa que é “ light”, “integral” , “rico em grãos (seja linhaça ,centeio, quinoa, etc.)”, ou seja, 7 , 9 ,12, sei lá quantos grãos , “sem gorduras trans”, “ sem açúcar ou gordura”; é achar que este é o pão ideal… Mas, aí que vem a estória. Antes de colocar no  carrinho de compras, vire logo o pão e  leia atentamente os ingredientes. A surpresa será imensa e negativa, é claro…

Nesse supermercado, para se ter uma idéia das 6 marcas industrializadas apresentadas, com dezenas de pães diferenciados( com vários tipos de nutrientes ) oferecidos por cada uma, apenas uma marca cumpria (e com algumas ressalvas) o que prometia no rótulo frontal .

Para se entender melhor: quando se diz que o pão é integral ou qualquer outro produto dito integral como massas, macarrão, biscoito, etc., eles devem conter  “farinha de trigo integral” nos ingredientes.

O que de verdade acontece, é que muitos são adicionados de “fibra ou farelo de trigo “( a mesma coisa ) à farinha de trigo convencional. Essa é a farinha branca industrializada, nossa velha conhecida , que agora, por obrigatoriedade é adicionada de “ ferro” e “ ácido fólico”. Porém, não se deixe enganar, se na composição não se achar farinha de trigo integral ; este não é pão integral, no máximo um pão adicionado de fibras . E não se esqueça que a  farinha de trigo( convencional )refinada , mesmo adicionada de ac.  Fólico e ferro é muito pobre nutricionalmente , e uma das grandes causadoras de obesidade , diabetes ,prisão de ventre,etc..O correto era que esse pão fosse chamado de pão adicionado de “fibras” e não de integral . Pura enganação. Ah, e o tal pão com farinha de trigo  e com fibra ou farelo sai bem mais barato e mais fácil para se produzir do que o feito com “ farinha de trigo integral”. Acho que vocês já sacaram o porquê de se prometer um produto e usar outro.

Um adendo, o pão feito com farinha integral é naturalmente rico em fibras, além de antioxidantes , vitaminas , minerais e carboidratos complexos . Já que a farinha integral é obtida através de um processo de moagem do grão do trigo realizado em moinhos de pedra  que preservam a combinação natural de suas três  partes : 1°farelo (rico em fibras), 2° endosperma (Fornece energia ,através dos carboidratos e proteínas ) e 3° gérmen (rico em nutrientes minerais e vitaminas) . Portanto , o farelo ou fibra  é só a parte externa do grão de trigo .

E atenção se vier mais de um tipo de farinha na composição do pão, como farinha de centeio, farinha de aveia, etc., pois são cereais saudáveis e agregam valor nutricional ao produto. Não obstante, a quantidade pode ser mínima, e como infelizmente, não há obrigatoriedade pela ANVISA (agência nacional de vigilância sanitária, que regulariza entre outros o setor alimentício) de se informar a quantidade destes no pão , fica difícil saber se realmente vale a pena pagar mais por algo que pode  não fazer muita diferença na composição do produto , e conseqüentemente para sua saúde.

Para se ter uma noção, achei apenas alguns pães que informavam a porcentagem de farinha de trigo integral e de centeio ; e cá pra nós a quantidade era ínfima  3% de centeio. Ou seja , a quantidade significativa ficava por conta da farinha de trigo adicionada de ac. Fólico e ferro ( a tal pobre em nutrientes, que usualmente temos em casa ) . Enfim , os nutrientes mais interessantes para o funcionamento do nosso organismo vinham em números ridículos… Outra “roubada” !

Convencionou-se entre os  fabricantes que o primeiro ingrediente  do produto é o de maior quantidade , e assim sucessivamente em ordem decrescente .Esse é outra ajuda ao escolher que pão comprar ; apesar de que não há muita fiscalização nessa área ,  desconfie um pouco ,e analise com todas as outras informações  disponíveis no rótulo.

E ainda , na área dos ingredientes , deve-se levar em conta que por ser um produto como qualquer outro industrializado ( a não ser que se opte por outros  pães que se acham em entrepostos ou loja de produtos naturais ) , este é repleto de conservantes , acidulantes , aromatizantes  , melhorador de farinha( é só observar no fim dos ingredientes ). E é obvio . Por que você acha que dura bem até 7 dias ou mais fora da geladeira , quando um pão feito em casa não suporta mais de 3 dias em temperatura  ambiente no verão , e já começa a mofar ? Portanto , conclui-se que  estes , mesmo  com grãos  e sementes saudáveis como quinoa , gergelim , aveia , linhaça , etc. , são repletos de substâncias químicas . E mesmo que se apregoe que são substancias produzidas em laboratório e seguras para o organismo , em excesso e com o tempo, entopem o organismo de lixo químico ( aumentando a quantidade de radicais livres que levam ao envelhecimento precoce das células gerando doenças degenerativas,como mal de Alzheimer, Parkinson,cânceres , etc.). Mas deixa isso mais para frente.

Falando em lixo químico , não pude deixar de notar a “ cara de pau “ desses empresários do setor de panificação e da alimentação em geral  ao continuar usando a “ gordura vegetal hidrogenada “  em seus produtos.  Para os desavisados ( será que alguém ainda não ouviu falar nos seu malefícios ? ) ou para quem ainda não se deu conta de que talvez , essa tenha sido o maior veneno produzido pela engenharia de alimentos nos últimos anos. Para se ter uma idéia , ela é proibida de ser produzida em todos os EUA desde Julho de 2007 e também na Europa ; mas por aqui só se fala em retirada aos poucos, e a Anvisa deu um prazo de mais de 1 ano para isso . Até lá , olho vivo em todos os produtos e , aqui especificamente, nos pães.

Relembrando, a gordura vegetal hidrogenada, ou mais comumente chamada de gordura trans ; é produzida em laboratório a partir de mistura de óleos vegetais que depois que recebem  catalizadores e passam por processo químico específico , fica com aparência sólida  ( é a hidrogenação ). É ainda  muito usada em margarinas , em produtos de padarias e lanchonetes , em frituras , em produtos prontos congelados , sorvetes , pipocas de microondas, etc…

A gordura trans é tão nociva para o organismo que não é metabolizada como qualquer alimento, mesmo os mais pesados de origem animal , como o colesterol da pele de frango ou das vísceras de ruminantes. E além de aumentar a gordura saturada e os triglicerídeos , ainda consegue o que nenhum outro produto de origem animal faz, abaixa o bom colesterol ( HDL );  que é o nosso  guardião  maior do entupimento das artérias.

FUJA das gorduras trans, e não estou exagerando não. Não consigo entender um governo que ainda  permite que uma aberração como esta ainda esteja sendo comercializada; e os empresários que ainda a utilizam a despeito de todos os seus malefícios são uns cretinos e mesquinhos. E se não bastasse, ainda mascaram sua utilização.

ATENÇÃO: muitos produtos ainda contém gordura trans, só que agora eles escrevem, “gordura vegetal”, ou seja, tiraram a “hidrogenada”. Ou então, dizem que “não existe gordura trans na porção“. Outra enganação, quando você for ver, a porção é pequena, 1 ou 2 fatias de pão, e mesmo que você consumisse menos que isso ao dia, não se esqueça que a gordura trans não é metabolizada facilmente pelo organismo.

Conclusão, ela vai entupindo lentamente as artérias, e causando a deletéria gordura abdominal (visceral); comprovadamente causadora de infartos, derrames etc.. E por que vocês acham que ainda se usa a “gordura trans“ na indústria de alimentos em geral? Acertou quem pensou que é porque ela é extremamente barata, fácil de trabalhar, e ainda dá uma aparência “artificialmente“ macia e desengordurada aos alimentos. Mas é pura gordura nociva e assassina!!! Para provar isso, e não acharem que estou “fazendo terrorismo“, há alguns anos, algumas  universidades americanas, inclusive  Harvard em Boston, fizeram um experimento. Numa grande sala se colocou alguns hambúrgueres e batatas fritas de lojas de “fast-food” espalhados nos cantos, sendo que apenas um hambúrguer e um prato de batatas eram feitos com gorduras trans, os outros não. Depois disso , um rato muito faminto foi solto na sala sozinho e monitorado por câmeras (devo esclarecer que fazia parte desta pesquisa, e que o rato em questão foi pego com uma grande gaiola com um alimento dentro e uma armadilha na entrada. No instante que, o rato toca o alimento, a porta se fecha automaticamente, sem nenhum dano ao animal. Inclusive, a Universidade de Harvard, assim como, a grande maioria de universidades de renome americanas é contra qualquer tipo de testes em animais, especialmente os que os maltratam, secccionam ou constranjam os animais. A pesquisa que fizemos foi a partir da observação de que, os ratos não comiam os restos de alimentos de muitas cadeias de “fast food”, deixados nas lixeiras ou pelo chão. E após o teste em questão, devolvemos o rato intacto para as ruas, sem nenhum tipo de crueldade). Ele foi a cada prato, cheirou e comeu as batatas fritas e os hambúrgueres, exceto os que continham a gordura trans.

Esses ele cheirou por algum tempo, não tocou, e foi a procura de outros pratos. Conclusão, ele “identificou-os“ como veneno, e preferiu se manter afastado. É, ainda bem que ele tem faro. Bem, quanto a nós… Nós é que somos as cobaias dessas gorduras monstruosas criadas em laboratório.

E algumas indústrias alimentícias estão substituindo a gordura trans por “gordura vegetal interestificada“; elas passam pelo mesmo processo da gordura trans, porém esta é descartada, há um acréscimo de óleos vegetais, e ao passar por processo químico especifico (a interestificação), se transformam em “gordura sólida“. Má noticia, pode não  haver gordura trans; não obstante, o processo químico produz muita gordura saturada. Portanto, ao ver nos ingredientes “gordura vegetal interestificada“ ou somente “gordura vegetal“, vá com calma, e saiba que mais uma gordura nociva foi desenvolvida contra sua saúde.

Voltando aos pães, também é importante salientar que muitos apregoam que levam aveia , linhaça , girassol ,gergelim , etc. ( enfim, sementes muito saudáveis ) , porém a grande maioria se encontra somente na casca ( na parte externa da fatia , que a circunda ; sendo que muitas pessoas tem até o hábito de retirar essa parte) . O correto , para o melhor aproveitamento nutricional , eram que estes viessem adicionados na massa de pão ; e não somente alguns poucos “gritz ” ( grãos ) dessas sementes salpicados na sua casca .

E principalmente, em relação à linhaça e quinoa , muito em voga , devido as pesquisas que atestam seus benefícios à saúde , a sua quantidade nos pães quando não indicada pode ser irrelevante. E deveria ser obrigatório , que viesse ao lado de cada um desses ingredientes a sua porcentagem total para a avaliação do consumidor. Apenas encontrei um ou outro pão, que teve  a coragem de colocar na lista  de ingredientes , a quantidade total de linhaça ( 0,5 % ) . Por isso , que a grande parte dos fabricantes oculta a quantidade desses grãos . É claro que essa quantidade é irrelevante em termos de aproveitamento nutricional ; mesmo que se comesse o pão inteiro. Você pagará mais caro por quase nada a mais .

E também em relação  aos benefícios proporcionados pelas sementes de linhaça , especificamente falando , como as gorduras ômega 3, 6 e 9, importantes agentes antioxidantes e anticancerígenos ; só conseguem ser plenamente absorvidos pelo intestino quando levemente trituradas . Então , não adianta nada levar um pão ou o quer que seja , em que a linhaça venha como “semente” ; o ideal , é que ela tenha sido usada como “ farinha de linhaça “ .Nesse caso , as benesses da linhaça serão amplamente utilizadas pelo organismo. Não esqueça de observar esse detalhe muito importante ao ler os ingredientes do pão.

E para aqueles que gostam de pão de “centeio”, ou “tipo alemão”, ou chamam de, “hamburguês” ou “pão preto”; alguns cuidados necessários ao adquiri-los. Apesar de levar farinha de centeio , um cereal muito rico em vitaminas e sais minerais , esses pães também contém muita farinha branca industrializada ; e como não aparece a sua quantidade no rótulo , como saber se a quantidade de farinha de centeio é realmente significativa ? Siga o rotulo para se certificar de que leve outras farinhas de carboidratos complexos ( de trigo integral , de aveia , de milho , de quinoa , etc. ). E a cor bem escura não é garantia de que leve muita farinha de centeio ou outro integral , já que muitos desses pães levam “ mel “ na sua composição ; e alguns industrializados  são acrescentados de corantes . Olho vivo !

E atenção com os “ pães bem finos “ , os chamados de “RAP”, muito em moda atualmente , que provem do  “Wrap” ,  que traduzindo do inglês para o português significa literalmente “ embrulho “ . Se parecem muito com uma panqueca ou pão árabe , e por serem bem fininhos são vendidos como “ light “, “ low carb “ ( pouco carboidrato ) etc.. Seria maravilhoso se fosse assim como apregoam , uma ajuda e tanto para quem ama sanduíches, mas se preocupa com a balança ; não obstante, todas as marcas industrializadas que achei levavam gorduras trans . Ex: Rap 10  da Pullman – Bimbo , tanto o tradicional , quanto o “ light “ .

Esse cuidado também deve ser seguido ao adquirir o pão árabe. Procure o integral ( mais  saudável ) e veja se leva “ gordura vegetal “ . É a tal “ trans “ “disfarçada “  ou “ interestificada “ . Também não se engane com todos os pães de “fabricação própria” dos supermercados “ Sendas” ,“ Pão de Açúcar “,“ Prezunic “,“ Zona Sul “,”Mundial”, etc., das  padarias e confeitarias em geral , dos “ Hortifrutis “ , e outros estabelecimentos comerciais de grande porte , pois estes estão cheios de “ irregularidades “ : usam gordura vegetal hidrogenada ( trans ) , seus pães integrais nada mais são do que feitos com farinha de trigo refinada adicionada de farelo, são cheios de aditivos químicos , etc.. Enfim , vocês já sabem… E não se  deixem levar pela “ bela  imagem “ de  muitos mercados , em que os padeiros trabalham e assam os pães  atrás de um vidro transparente , à vista dos clientes . Parece uma imagem “bucólica “ , de um trabalho bem rústico, caseiro mesmo . Ledo engano . Aquele padeiro antigo que dissolvia o fermento , juntava a farinha , e a água aos poucos até dar o ponto do pãozinho francês  não existe mais ; pelo menos nesses grandes “ mercados “.

Primeiro , todos os pães já vem com a “ mistura pronta “ industrializada ; do tipo que podemos achar nos mercados atualmente. Ex. : mistura pronta para fazer “ pão integral “ ,”sonho“,” bolo “, para “ bolinho de chuva “, para “ pizza “etc. O padeiro só acrescenta água ou mais algum tipo de gordura , o recheio e/ou cobertura ( também já prontos ) coloca no maquinário para bater , depois molda na máquina ou na mão , e leva ao forno .

O problema são essas “ misturas prontas “ para tudo . Por serem industrializadas , e conseqüentemente, voltadas para o comércio em larga escala , são repletas de substâncias químicas . Elas devem durar mais , terem cor , cheiro , textura , aparência , e claro , o gosto bem acentuado que “ seduzam “ o cliente. Para isso tudo , só mesmo muito produto artificial…

Portanto , não se iluda com aquele inocente pãozinho francês saído quentinho do forno. Ele não é mais feito com farinha , água , fermento , sal e açúcar , como antigamente… Hoje , ele também leva gordura trans e/ ou manteiga , conservadores diversos , reforçador de pão , etc. ; e sabe-se mais o quê ? Não duvido nada que algumas indústrias ainda usem o “ bromato de potássio “  e/ou  “ carbonato de sódio “ , dentre outros ; proibidos pela ANVISA , desde 1997 , de serem usados em qualquer quantidade nas farinhas , no preparo das massas  e nos produtos de panificação em geral . Estes aumentam artificialmente o tamanho dos pães , em até  30 %  ; com a casca se tornando mais pesada e o pouco miolo do pão , quando cortado com faca se esfarela .

O KBr03, mais conhecido como “ bromato de potássio “, é uma substância oxidante , altamente cancerígena . E infelizmente , como ainda é permitida em países vizinhos , como a Argentina, muitos panificadores e empresários inescrupulosos trazem essa substância maléfica  para a composição dos pães que produzem aqui .

Outro cuidado importante , mas muito negligenciado , é em relação à quantidade de sal ( no rotulo vem escrito  Sódio , ou seja , cloreto de sódio) encontrada nos  pães . Apesar do sal  ser fundamental para o bom funcionamento do organismo , já que é importante para o equilíbrio dos fluidos corporais e na transmissão dos impulsos nervosos ; em excesso , é mesmo considerado por si só um dos fatores de risco para problemas cardíacos . Também em demasia colabora com a retenção de liquido no organismo , nos cálculos renais , nas doenças da tiróide , na pré-eclampsia em grávidas , e aumenta a pressão arterial em pessoas com tendência . E irrita a mucosa do aparelho digestivo de tal maneira que provoca lesões capazes de evoluir para um câncer . Conter o consumo de sal protege o coração mesmo dos que não são hipertensos , e evita danos respiratórios , como crises de asma ; alem de manter o estomago sadio , longe de gastrite e ulceras .

E muitos dos pães que analisei apresentavam quantidades elevadas de sal na sua composição . Se não bastasse , uma pesquisa feita há algum tempo com os sanduíches de uma empresa de “ fast food “ continham mais  de 80 % de sódio recomendado para ingestão segura .

E como usualmente acrescentamos ao pão, um creme vegetal, ou pasta de soja ou maionese ou requeijão vegetal, enfim, a maioria tende a ter sal; a atenção tem que ser redobrada para não extrapolarmos a quantidade de sal recomendada.

A recomendação é que adultos ingiram de 4 a 6 gramas de sal por dia ( uma colher de chá rasa de sal ). Idosos e crianças devem consumir menos . O idoso , aproximadamente 5 gr ; e crianças até os dois anos de idade, o sal não deve ser adicionado à dieta . O brasileiro , em geral , consome o dobro do ideal .

O sódio não é sinônimo de sal. Visto que 6 Gr de sal equivalem a 2,4 gr de sódio . Fique atento na hora de ler o rotulo dos alimentos : eles trazem a quantidade de sódio , e não de sal . A analise dos pães  em geral se refere à 50 gramas , que pode ter a equivalência  de uma até três fatias , que dependerá de seu tamanho ( nas marcas mais tradicionais do mercado equivalem a duas fatias ) ; e estas estão com os valores nutricionais expressos em mg ( miligramas ) . Para facilitar, a recomendação diária é de 2400 miligramas de sódio .Para se ter uma idéia  1 grama de sal contém 400 miligramas de sódio.

Segue abaixo a lista de todas as marcas de pães que analisei para facilitar sua escolha na  próxima compra :

1 PÃO DE FORMA TRADICIONAL: “Wickbold” , “Plus Vita””“Mill”
“Nutrella”, “Qualitá”, “Q-Pão”, “Energia”, “Tica”, “Panco”,
“Golden Vital”, “Tradição”.

Além de serem pobres em nutrientes ; TODOS , sem exceção , levam gorduras TRANS . Se mesmo assim , você prefere consumir este tipo de pão, por ser mais barato e/ou achar mais saboroso , OPTE pelos que tem a versão “ LIGHT “ . Pelo menos você estará livre da gordura trans ; mas ainda sem o acréscimo de substâncias saudáveis .

2 –  A marca de pão de forma “ WICKBOLD “ é a com maior número de IRREGULARIDADES . Ou melhor dizendo , “ falcatruas “ mesmo . Exceto os “ light “ , todos levam “GORDURAS TRANS”  nas suas composições . E nenhum de seus pães que se dizem integrais , o são de verdade . São simplesmente pães adicionados de fibras . E até seus pães da linha  “multigrãos  “, o “ Grão Sabor “ ( granola e iogurte, girassol e castanha, etc. ) , que a priori deveria ser o mais “ completo “, nutricionalmente falando (apesar de levar iogurte, que é um produto de exploração animal), não leva farinha de  trigo integral , e sim , a farinha de trigo refinada ( mais nociva à saúde ) ; além de gordura trans . E seu pão “ linhaça integral “ , não é integral , e  também , não leva “ farinha de linhaça “ , somente a semente , o que prejudica sua absorção adequada pelo organismo . Sua “ bisnaguinha “ leva gordura  trans , coitada das crianças . Sua torrada também.

A “ Wickbold “ lançou há algumas semanas  a “ broa de milho “ , e para variar também contém trans . Não tem jeito mesmo…

Seus pães também são cheios de sal , nenhum tem menos de  250 mg de sódio na porção de duas fatias , inclusive sua linha  “ light “ e “ Grão Sabor “ . Alguns exemplos : light tradicional – 265 mg ; light integral – 268 mg ; tradicional – 293 mg  ; pão preto – 293 mg .

A sua linha de “ pão alemão “  (  “Brot “ ) importada  da Alemanha ; não leva aditivos químicos , só fermento biológico . São três pães : – “ Volkorn-brot “ 100 % integral . Leva centeio (64 %) e sal .Uma fatia  ( 50 gr ) tem 195 mg de sódio .  “ Fitness-brot “ – 100 % natural .Tem centeio integral( 30 % ), aveia (19 % ) , farinha de centeio  ( 9 % ) , germe de trigo (1 %) e sal . E como tem sal : 245 mg por 50 gr ( meia fatia ).  “ Korn-brot “ – 3 grãos, contém centeio ( 46 % ) , aveia (3 %), farinha de centeio  ( 7 % ) , cevada ( 3 % ) , semente de linhaça  ( 3 % ) , gergelim ( 0,4 % ) e sal . Também teor de sódio elevado : 250 mg em 50 Gr ( meia fatia ) . Apesar do teor de sal alto nos dois últimos pães , e de faltar  algumas informações  precisas quanto aos  “ cereais “ , são bons produtos ( é claro  , não são produzidos no Brasil   pela “ wickbold “ ) . O problema é o preço: R$ 10,00 em media cada pão .

Por  mim , ou  a “ Wickbold “ modifica toda a sua linha , ou deveria ser fechada , banida do mercado . Como uma  marca tão tradicional e renomada no segmento de pães de forma  pode agir de forma tão irresponsável  e enganosa ???

3 –  Se existe a preocupação com a quantidade de SAL que se ingere , evite os pães com mais de “ 200 mg “de sódio por porção ( 50 g ou 2 fatias) . Pois não se esqueça que ainda se acrescentará o recheio , que também levará sal , e que você consumirá mais  sal ao longo do dia em outras refeições . E a tendência a extrapolar os valores ideais e seguros para a saúde é muito grande . Infelizmente , todos os pães de forma tradicional  no mercado tem a quantidade de sódio acima de 200 mg por porção (em 2 fatias ).

O “ Van Mill “ foi o de maior valor de sódio , absurdos 409 mg na  porção. É muito sal … Imagine ainda com uma pasta de soja ou requeijão vegetal com muito sal. A quantidade de sódio passará de 900 mg , fácil , fácil . E se as outras refeições forem ricas em sal , a quantidade diária de sal ultrapassará facilmente os 6 gr de sal  ou 2400 mg de sódio . Se você  tem tendência  à pressão alta ou se preocupa com sua saúde, preste atenção nos valores do sódio dos pães .

Alguns valores de sódios em diferentes marcas de  pães:

“Wickbold” –  Sem comentários !
“Qualitá” tradicional : outro bem alto , 347 mg na porção .
“Firenze”:  em geral , usa uma taxa um pouco acima do ideal de sal em seus pães . Por exemplo  seu  pão “ integral  light “ tem 228 mg na porção.
– “Milani”:  “light integral” – 240 mg ; “ soja light “ – 260 mg ; todos com valores  acima do desejado .  Porém , surpreendentemente seu pão de forma tradicional tem 182 mg de sódio nas duas fatias . Um valor correto , apesar de ser um pão pobre em nutrientes .
“Nutrella”: linha “Nutella Vitta natural 100 % “, o de “Grãos e castanhas” tem 136 mg ; o de “ ameixa e iogurte “ tem 143 mg ; o de “ 14 grãos “ tem 169 mg . Todos tem valores de sódio dentro dos limites , porém não são pães “100 % “ integrais , como apregoam nas embalagens.
“Bread life” Pães especiais  : “ light centeio “ – 203 mg  ;  “light integral “ – 255 mg .
“Always”: “Tradicional redondo  light e convencional ” – 18 mg de sódio na porcão ; apesar do valor baixíssimo , deve-se observar que este pão é bem menor que os outros .
“Pão do Bento”: “ 70 % integral “ – 240 mg . Apesar de excelente pão ,  tem muito sal .
“Plus Vita” : “ 12 grãos  light “ 100% integral – 224 mg . Outro bom pão  , mas com sódio elevado. “ Trigo “ 100 % integral, linha light – todos tem 163 mg . Bom pão , com valor de sódio baixo . Boa opção para quem quer fugir do sal em excesso , porém ainda não é o pão ideal .
“Pão com Arte” : “100 % integral “ – 40 mg  . E “ 7 grãos “ – 44 mg . Deve-se levar em conta que seu tamanho de pão de forma é menor que o convencional . Mesmo assim , seus valores de sódio são bem ínfimos , e seus pães excelentes ! Consumam sem restrição !
– Já o pãozinho francês de 50 gr tem em média 157 mg de sódio.

3 –  “ Bisnaguinhas “ : Muitas crianças costumam comê-las , principalmente como lanche . Além de serem pobres nutricionalmente , já que só levam farinha de trigo refinada , são cheias de açúcar e gordura trans . Ex :”Golden vital “ , “ Panco “ , “ Plus Vita “ , “Jack” . A bisnaguinha “ Nutrellinhas “ da marca “ Nutrella “ é a única que usa óleo de girassol ( gordura poliinsaturada – saudável , ajuda a baixar o colesterol ) , apesar de também levar açucar e farinha refinada .

Os pães de “ hambúrguer “ e de  “ hot-dog” também devem ser bem lidos antes de se escolher qual comprar . As marcas “   Plus vita “ , “ Nosso Pão” , “ Panco “ etc. também estão cheias de gorduras pouco saudáveis , de açúcar e de farinha refinada.

Enfim ,  ao consumir “ Bisnaguinhas “ , “ pão de hambúrguer “ e de “ cachorro quente – hot dog “, o façam em ocasiões especiais , principalmente pensando no equilíbrio nutricional da dieta das crianças .

4 – Análise breve das principais marcas de pão encontradas nos mercados :

– “Nutrella”:  – “iogurte , cenoura e mel”, light linha especial ( farinha de linhaça – 1 % ; cenoura in natura 7 % ;  farinha integral 7 % ) . Dá para ver que as quantidades de cereais são  irrisórias . O mesmo acontece com o de “ iogurte , maça e banana “ ( fibra de maça 0,1 % ) Além de usar iogurte e mel, que são produtos de exploração animal.  Outros pães da “linha especial”, como o “pão ômega” e o “7 grãos”  , levam açúcar e farinha refinada .  Além de  óleo de canola  , que muitos não sabem , mas é um produto transgênico ,  ou seja , não existe na natureza , é uma criação de laboratório . E ao contrário do que se apregoa, tem gordura saturada e vegetal hidrogenada ( a maléfica “ Trans “ ).

Sua linha de “pão preto” ( schwazbrot ) traz a porcentagem de seus grãos integrais , que deveria ser regra em todos os pães . Não obstante , como vocês mesmo verificarão  a seguir , apesar da  variedade de cereais  , a quantidade destes  é mínima . Ele tem 1 % de farinha  de linhaça , 6 % de farinha integral , 6 % de centeio , além de açúcar . Então , chega-se à conclusão de que a maior  parte de carboidrato corresponde à farinha convencional . Seu pão de batata também é pobre em nutrientes e leva gordura trans . E seu “pão de canela e passas “ tem açúcar refinado e gordura trans .

E acaba de sair no mercado uma linha nova da marca , “Nutrella Vitta Natural 100% integral” com três tipos de pães : “grãos e castanhas” , “14 grãos” e “ameixa com iogurte” .Infelizmente , continuou a enganação .A promessa de ser “100 %  integral “ não é verdadeira,já que apesar de levar grãos e cereais integrais , também leva farinha refinada , e não há sequer a porcentagem destes na confecção de seus pães. Como saber se a quantidade de ingredientes saudáveis é significativa ou não ? E também , leva em média uma quantidade razoável de gordura total para duas fatias de pão de forma : 2,0 gr . Mesmo que esta provenha de uma fonte saudável , deve se acrescentar o “recheio” , que na maioria das vezes , também levará algum tipo de gordura , e para os que estão de dieta ou os que querem manter o peso, significará outro entrave . Deixe mofar na  prateleira  do mercado.

Dessa marca , só se salva o  pão Soja light” Nutrella ( que leva flocos , fibra e extrato de soja , germe de trigo e  farinha de linhaça  ). Sua fatia tem somente 35 kcal ; e baixo teor  de sódio , 94 mg  cada fatia . Recomendo para  quem quer aproveitar os benefícios da soja , por ser rica em proteína , cálcio e nas isoflavonas , que atenuam os sintomas da menopausa e da TPM nas mulheres ; e por ser abundante  em  “ folato “ , uma vitamina capaz de diminuir o risco de problemas cardiovasculares .

“Firenzi”: Seus pães da linha light “ 7 ,12 grãos “ ,“ iogurte”, “ aveia “, “integral “ e “ soja “ , são mesmo light , não usam açúcar ou gordura. Não obstante , levam muita farinha refinada , e quando usam a semente de linhaça  , esta não é triturada .  Não vale o investimento .
“Golden Vital”: “integral “ . Também leva gordura trans , e não tem nada de integral , é mais um pão de farinha refinada adicionada de farelo do trigo . Mantenha distância .
“Barão de Petrópolis”: Toda sua linha “ light ” , realmente não contem açúcar refinado e gorduras . Entretanto , toda a linha dita integral ( “Granola” , “Light 5 grãos “ ,  “ Integral light “ ) , não corresponde à verdade , como o caso acima . É adicionada somente 8 % de fibras à farinha refinada .Zero de farinha integral . Passe direto dessa marca .
“Gran finale”: pão “ light integral “ .O mesmo caso anterior. Nem pensar.
“Bread Life”: “ Light centeio “  e “ Light Integral “ . São light , porém levam muita farinha de trigo refinada . Esqueça .
“Milani”:  “ Multi light cereais “ . Este mostra a quantidade de grãos , donde se conclui , que o grande percentual é de farinha de trigo refinada . Vejam : farinha integral – 2 % ;  semente de girassol e gergelim – 0,5 % cada ; soja , aveia – 2% cada , etc.. E o de “ soja light “ , apesar de ser light , também leva muita farinha refinada .  Não perca seu tempo
– E todos os de fabricação própria dos supermercados ditos integrais , 5 ou 7 ou 12 grãos , light ou não ; Não compre. Até podem ser light ( isso realmente está sendo respeitado ) , mas o que dizer da quantidade ínfima de cereais , e de se usar em excesso a farinha refinada , e ainda , de uma infinidade   de aditivos químicos como “ conservadores “ diversos   ou “propionato  de cálcio”,  “emulsificante polisorbato 80 “ ou “ goma guar “ , “ monoglicerídeos“ , e outros mais . Está lá no fim da lista de ingredientes . É só ler .Também , são repletos de sal ; parece padrão do mercado . Mesmo sendo mais baratos que outras marcas , desconfie e evite .
“Plus vita” :Apesar de ser industrializado, e consequentente ser repleto de aditivos químicos , tem uma linha  “ 100 % integral  light “ muito boa . Realmente é light e totalmente feito de cereais integrais . O que atrapalha é a falta do percentual de cada um de  seus grãos no rótulo , para uma análise mais precisa . Dentre os pães de forma industrializados essa marca é a mais correta. Indico os “light 100 % integral “:  – “ 12 grãos “ e o  “linhaça e quinoa”. Esses dois são em média mais caros que a grande maioria, valor aproximado de mercado de Cr$ 3,50 a  5,00. E para engrandecer mais a marca, suas embalagens plásticas são 100% biodegradáveis, não poluindo nossos rios, mares, etc.. Outro ponto para a “Plus Vita”! Vale o investimento !

5- Pães artesanais: São difíceis de achar nos supermercados, porém fáceis de comprar nos entrepostos e lojas de produtos naturais,  como “Mundo Verde”, etc.. São mais caros, já que muitos não tem como competir por preços mais baixos de seus insumos, e também como usam produtos diferenciados (alguns usam produtos orgânicos, e quiçá um dia , a grande maioria  se volte para este cultivo e produzam pães 100 % ecologicamente corretos); mas, por enquanto, o seu custo ainda é maior . Também são isentos de aditivos químicos, o que diminui sua validade. E por ser uma produção pequena, muitas vezes caseira, nem sempre se achará facilmente na loja que se costuma comprar. O ideal é fazer encomenda e /ou reserva com antecedência na loja . No mais, são mais digestivos e dão uma sensação de saciedade fantástica. Apesar dos pães artesanais integrais serem mais “duros” que os industrializados, já que não levam “emulsificantes”, que os deixam artificialmente mais macios,  são mais saborosos e fáceis de identificar o sabor característico de seu grão. É só uma questão de hábito para se perceber o quanto é gostoso e saudável os pães artesanais. Indico todos abaixo, que apesar de mais caros, que a maioria, em média R$ 6,00; são verdadeiros guardiões e protetores da saúde. Um excelente investimento a longo prazo. Quem sabe você não estará economizando no remédio de amanhã?
“Pão com arte” 100 % natural  e integral: sem adição de açúcar e gordura. Consuma à vontade .
“Pão com arte 100 % natural” “7 grãos light” – Com farinha integral, linhaça, semente de girassol, centeio, aveia, fibra de  trigo e soja. Sem adição de açúcar e gordura. O único porém desse pão é o fato da linhaça não ser triturada, e não vir a quantidade de cada cereal. Mesmo assim , vale levar para casa .
-“Pão do bento” integral 100 % – Sem adição de açúcar e gordura. Consuma sempre .
“Pão do Bento” Integral 70 % – Sem adição de açúcar e gordura . É indicado para aquelas pessoas ou idosos que ainda não tem o habito de comer os cereais  integrais , ou para aqueles que tem dificuldade em mastigar grãos mais duros . Os outros 30 % de farinha refinada tornam o pão mais macio , e não comprometem , pela sua quantidade , os benefícios do trigo integral . Quem sabe depois não se passe para o 100 % integral ?
“Pão da Beth” Integral puro – Sem adição de açúcar e gordura. Sem restrições .
“Pão da Beth” Integral Centeio light – Sem adição de açúcar e gordura . Vale a pena investir.
-“Pão dos 5 cereais da panificação Hamburgo”– Contém farinha integral, cevada em grãos, aveia em flocos, centeio, semente de linhaça, água, sal e conservante ácido sódico. Bom pão!

Procure alternar os pães, durante uma semana coma  o integral puro , na outra um rico em grãos , depois só de centeio , depois de soja , etc.. Desse modo não há o perigo de se enjoar ao comê-los todos os dias, e se  estará acrescentando nutrientes sempre variados e saudáveis ao organismo .

Agora só cuidado com o que você passará no pão … Senão não há cereal ,  semente ou grão integral que dê jeito!!!!!

Autor: Jaqueline Louize

Consultora de nutrição e gastronomia, Educadora física com formação em balé, ioga e treinamento desportivo.

Fonte: http://ecocheervegan.com/nutricao-vegetariana/67-a-farsa-dos-paes-de-forma-integrais-

Veja abaixo a verdade assustadora do que pode acontecer com seu corpo quando você dorme menos do que necessita, começando já na primeira noite

 

Sono: dormir menos que o necessário pode prejudicar você dos pés à cabeça

Sono: dormir menos que o necessário pode prejudicar você dos pés à cabeça

Quem não dorme bem se dá mal. Dormir menos que o necessário pode prejudicar você dos pés à cabeça.

De fato, um estudo publicado no ano passado mostrou que uma semana apenas passada dormindo menos de seis horas por noite resultou em modificações em mais de 700 genes.

É alarmante. Veja abaixo a verdade assustadora do que pode acontecer com seu corpo quando você dorme menos do que necessita, começando já na primeira noite.

Depois de uma noite mal dormida, você…

Sente mais fome e tende a comer mais. Estudos vincularam a privação de sono no curto prazo à tendênciade comer porções maiores, uma preferência por alimentos de alto teor calórico e a mais carboidratos, e uma propensão maior por escolher alimentos pouco saudáveis ao fazer supermercado.

Tem tendência maior a sofrer acidentes. Seis horas ou menos de sono por noite triplicam o risco de acidentes ligados à sonolência na direção de veículos, segundo a Drowsydriving.org, da National Sleep Foundation.

E, segundo pesquisas da Universidade Manchester Metropolitan, basta uma noite maldormida para afetar a coordenação olho-direção do condutor.

A privação de sono pode deixar você mais desajeitado de modo geral, na direção de um veículo ou em qualquer outra situação, informa a Prevention.

Não estará com sua melhor aparência, nem com o melhor humor. A ideia de que dormir bem favorece a beleza tem fundamento.

Um pequeno estudo publicado no ano passado no periódico “SLEEP” diz que os participantes de um estudo que tiveram sono incompleto foram vistos como menos atraentes e mais tristes, como relatou o HuffPost na época.

Um estudo diferente do Medical Institutet Karolinska, de Estocolmo, Suécia, concluiu que as pessoas exaustas são vistas como menos fáceis de ser abordadas. E o problema só se agrava com o tempo: cientistas vinculam a privação crônica de sono ao envelhecimento da pele.

Terá mais chances de contrair um resfriado. O repouso satisfatório é uma das bases de um sistema imunológico saudável.

De fato, um estudo da Universidade Carnegie Mellon constatou que dormir menos de sete horas por noite resulta em risco três vezes maior de contrair resfriado. E a clínica Mayo explica:

“Durante o sono, o sistema imunológico libera proteínas chamadas citocinas, algumas das quais ajudam a promover o sono. Certas citocinas precisam aumentar quando você tem uma infecção ou inflamação ou quando sofre estresse. A privação do sono pode reduzir a produção dessas citocinas protetoras. Além disso, os níveis dos anticorpos e células que combatem infecções caem nos períodos em que você não dorme o suficiente.”

Perde tecido cerebral. Um pequeno estudo recente realizado com 15 homens e publicado no periódico “SLEEP” concluiu que uma noite apenas de sono insuficiente já está ligado a sinais de perda de tecido cerebral, o que é medido pelos níveis presentes no sangue de duas moléculas cerebrais cujo nível geralmente sobe após lesões cerebrais.

Tem mais chances de perder o controle emocional. Um estudo de 2007 de pesquisadores da Universidade da Califórnia em Berkeley e da Escola de Medicina de Harvard usou ressonâncias magnéticas para mostrar que, após a privação de sono, os centros emocionais do cérebro estavam mais de 60% mais reativos.

“É quase como se, sem ter dormido o suficiente, o cérebro tivesse revertido para padrões de atividade mais primitivos, na medida em que era incapaz de contextualizar as experiências emocionais e produzir reações controladas e apropriadas”, disse em comunicado o autor sênior do estudo, Matthew Walker, diretor do Laboratório de Sono e Neuroimageamento da UC em Berkeley, Matthew Walker. Emocionalmente falando, você fica em desvantagem.”

Ficará menos focado e terá problemas de memória. Estar exausto prejudica sua concentração e pode deixá-lo mais esquecido (não surpreende que você se confunda e não saiba onde deixou o celular, após uma noite maldormida).

Para agravar o problema, acredita-se que o sono está envolvido no processo de consolidação da memória, de acordo com Harvard –o que significa que dormir menos que o necessário pode dificultar o aprendizado e a memorização de informações novas.

Após algum tempo dormindo menos que o necessário…

Seu risco de sofrer um AVC é multiplicado por quatro. Pesquisas apresentadas na conferência SLEEP 2012 sugeriram que dormir menos de seis horas por noite pode multiplicar o risco de AVC de pessoas de meia-idade e mais velhas.

“As pessoas que dormem menos de seis horas por noite têm risco quatro vezes maior de apresentar esses sintomas de derrame cerebral que suas contrapartes de peso normal que dormem sete ou oito horas por noite”, disse ao HuffPost na época a pesquisadora Megan Ruiter, da Universidade do Alabama em Birmingham, que participou do estudo.

O risco de obesidade cresce muito. Não apenas a perda de sono de curto prazo pode levar ao consumo calórico aumentado, como múltiplos estudos já apontaram para um vínculo entre privação crônica do sono e aumento do risco de obesidade no longo prazo.

Uma revisão de pesquisas feita em 2012 pela Universidade Penn State, por exemplo, constatou que dormir menos de seis horas por noite está ligado a mudanças nos níveis dos hormônios grelina e leptina, reguladores do apetite.

Outro estudo de 2012 publicado no “American Journal of Human Biology” mostrou que sono insuficiente está vinculado a mudanças na regulação do apetite, podendo levar as pessoas a comer mais.

E ainda outro estudo, este da University of Pennsylvania, constatou que os participantes do estudo que foram impedidos de dormir o suficiente durante cinco noites seguidas ganharam cerca de um quilo de peso, possivelmente por comerem “lanchinhos” tarde da noite.

O risco de alguns tipos de câncer pode subir. Um estudo realizado com 1.240 pacientessubmetidos a colonoscopias constatou que aqueles que dormiam menos de seis horas por noite apresentaram aumento de 50% no risco de adenomas colorretais, que podem tornar-se malignos com o tempo.

Outro estudo de 2012 identificou um vínculo possível entre sono e cânceres de mama agressivos.Cientistas já sugeriram também uma correlação entre apneia do sono e o aumento do risco de câncer de qualquer tipo.

Sobe o risco de diabetes. Um estudo de 2013 dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças concluiu que sono insuficiente (e também excessivo!) está ligado a uma série de doenças crônicas, uma das quais é a diabetes do tipo 2.

E o mesmo estudo de 2012 que concluiu que a privação de sono está vinculada a mudanças hormonais associadas à obesidade constatou que o sono insuficiente está ligado à diminuição da sensibilidade à insulina, um fator de risco de diabetes.

Aumenta o risco de doença cardíaca. A privação crônica de sono foi vinculada a hipertensão, aterosclerose (entupimento das artérias por colesterol), falência cardíaca e ataque cardíaco, informa a “Harvard Health Publications”.

Um estudo de 2011 de pesquisadores da Warwick Medical School concluiu que o sono insuficiente está ligado a risco de ataque cardíaco, doenças cardiovasculares e AVCs.

“Se você dorme menos de seis horas por noite e tem sono perturbado, terá chance 48% maior de apresentar ou morrer de doenças cardíacas e 15% maior de apresentar ou morrer de um acidente vascular cerebral”, disse o autor principal do estudo, Francesco Cappuccio, em declaração sobre as conclusões, que foram publicadas no “European Heart Journal”.

“A tendência a dormir tarde e acordar cedo é uma bomba-relógio ativada que ameaça nossa saúde. É preciso agir agora para reduzir seu risco de desenvolver estas condições que representam risco de vida.”

A contagem espermática diminui. Além do fato evidente de que a exaustão normalmente não propicia a atividade sexual, deixar de curtir suas horas de sono necessárias pode ter efeitos negativos sobre sua fertilidade.

Um estudo de 2013 publicado no “American Journal of Epidemiology” e feito com 953 homens jovens na Dinamarca constatou que os participantes com alto nível de perturbações do sono tinham concentração espermática no sêmen 29% mais baixa que os outros.

O risco de morte se intensifica. Um estudo da “SLEEP” em que 1.741 homens e mulheres foram avaliados ao longo de dez a 14 anos concluiu que os homens que dormiam menos de seis horas por noite apresentaram aumento importante no risco de mortalidade, mesmo depois de levar em conta diabetes, hipertensão e outros fatores.

Fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/o-que-acontece-com-o-corpo-quando-nao-se-dorme-o-suficiente/

Referências
http://www.huffingtonpost.com/2013/02/26/sleep-deprivation-genes_n_2766341.html
http://www.huffingtonpost.com/2013/02/25/sleep-portion-sizes-deprivation-food-calories_n_2735497.html
http://www.sciencedaily.com/releases/2004/12/041206210355.htm
http://drowsydriving.org/about/whos-at-risk/
http://www.sciencedaily.com/releases/2007/06/070611074133.htm
http://www.prevention.com/health/sleep-energy/5-signs-youre-sleep-deprived?s=6
http://www.huffingtonpost.com/2013/08/30/sleep-deprivation-face-appearance-ugly_n_3843913.html?1388694593
http://www.huffingtonpost.com/2013/07/24/sleep-deprivation-effects-aging-skin_n_3644269.html
https://www.cmu.edu/homepage/health/2009/winter/not-sleeping.shtml
http://www.mayoclinic.com/health/lack-of-sleep/AN02065
http://www.eurekalert.org/pub_releases/2013-12/uu-stp122913.php
http://berkeley.edu/news/media/releases/2007/10/22_sleeploss.shtml
http://healthysleep.med.harvard.edu/healthy/matters/benefits-of-sleep/learning-memory
http://www.huffingtonpost.com/2012/10/26/sleep-deprivation-obesity-leptin-ghrelin-insulin_n_2007043.html
http://www.huffingtonpost.com/2012/04/18/sleep-deprivation-obesity-risk-appetite_n_1432358.html
http://www.huffingtonpost.com/2013/07/01/late-night-snacking-weight-gain-sleep-deprivation_n_3518714.html?1388695293
http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/cncr.25507/abstract
http://www.sciencedaily.com/releases/2011/02/110208112741.htm
http://www.uhhospitals.org/about/media-news-room/current-news/2012/08/lack-of-sleep-found-to-be-a-new-risk-factor-for-aggressive-breast-cancers
http://well.blogs.nytimes.com/2012/05/20/sleep-apnea-tied-to-increased-cancer-risk/?_r=0
http://www.health.harvard.edu/newsweek/Sleep-problems-heart-disease-often-in-bed-together.htm
http://www.sciencedaily.com/releases/2011/02/110208091426.htm
http://aje.oxfordjournals.org/content/early/2013/04/05/aje.kws420.abstract
http://www.journalsleep.org/ViewAbstract.aspx?pid=27894

Para esse teste foram analisadas 15 marcas de whey protein concentrado, que é a versão mais consumida desse suplemento: 14 foram reprovadas.

Atenção, consumidor! Principalmente você que frequenta academia! O Inmetro testou os suplementos alimentares à base de proteína mais consumidos por quem é atleta ou pega pesado na malhação. Será que eles são confiáveis?

Na academia, onde tem gente puxando ferro, está aquela garrafinha cheia de whey protein!

“Whey protein é um suplemento derivado do soro do leite. E ali no soro do leite você tem uma grande quantidade de proteínas, aminoácidos diversos. Os anabolizantes são produtos derivados de hormônios sintéticos. Ou seja, da testosterona, do hormônio masculino”, destaca a nutricionista Monica Dalmacio.

O Fantástico foi saber se esses suplementos têm mesmo proteína com o teste do Inmetro.

“Houve um grande aumento no consumo desse produto. Além disso, algumas denúncias foram sinalizadas por parte de alguns distribuidores e com isso houve um grande número de pedidos para nós do Inmetro que fizéssemos a análise dos suplementos proteicos”, diz o analista executivo do Inmetro Walace Cestari.

No mercado existem diversos tipos diferentes de whey protein. Mas para esse teste foram analisadas 15 marcas de whey protein concentrado, que é a versão mais consumida desse suplemento.

São elas: EAS, Body Action, Probiótica, Integral Médica, STN Steel Nutrition, Solaris, Voxx, Dynamic lab, Maxx Titanium, DNA, Universal, Met-Rx, Sportpharma, New Millen e Nature’s Best.

Confira o relatório completo do Inmetro aqui!

Clique para acessar o Relatorio_final_Whey_Protein.pdf


Para ser considerado whey protein, o produto deve apresentar, no mínimo, 10 gramas de proteína por porção. O primeiro teste avaliou justamente isso. E todas as marcas foram aprovadas.

Uma coisa é ter o mínimo de proteína. Outra coisa é apresentar a quantidade de proteína escrita no rótulo. Nesse segundo teste, duas marcas foram reprovadas por terem quase 30% menos proteínas do que o anunciado: a Solaris e a Voxx.

O terceiro teste constatou que todos os whey protein concentrados têm carboidratos na composição. Mas das 15 marcas, 11 tinham quantidades bem diferentes do que estava no rótulo.

No caso da Voxx, essa diferença era de 300%. Ou seja, quatro vezes mais do que o anunciado.

Vamos para mais um teste: o da origem da proteína. Por ser derivada do soro do leite, em tese, a proteína deveria ser de origem animal. O whey da marca DNA também tinha proteínas do trigo e da soja.

“Economicamente ela teria um valor menor, então também o consumidor está sendo lesado.”, destaca Valnei Cunha.

“Foi adicionada proteína da soja, esse produto foi fraudado. Eu não posso utilizar um suplemento de origem vegetal e dizer que esse suplemento é a proteína do soro do leite. Você vai pagar gato por lebre”, diz a nutricionista Monica Dalmacio.

Foram encontradas, ainda, substâncias não declaradas nas fórmulas dos whey protein.
Em cinco marcas havia cafeína: EAS, Probiótica, STN, Maxx Titanium e Sportpharma.

No teste para ver se os rótulos estavam corretos, 11 marcas foram reprovadas. Resultado final: um fiasco: 14 das 15 marcas foram reprovadas.

As respostas dos fabricantes foram as mais diversas.

Sobre a rotulagem:
EAS, Body Action, Integral Médica, Dynamic Lab, DNA, Universal, Sportpharma, New Millen e Nature’s Best disseram que já corrigiram ou vão corrigir os erros.

A Maxx Titanium e a STN Nutrition não se explicaram sobre os problemas detectados. Assim como a DNA, a única que apresentou proteína que não era do soro do leite.

Em relação à presença de cafeína, todos os reprovados nesse quesito se justificaram alegando que a cafeína veio do cacau usado como matéria-prima do whey protein.

Sobre as diferenças na quantidade de proteína e de carboidrato, a EAS, a Probiótica, a Integral Médica, a STN, a Universal e a Sportpharma questionaram a metodologia usada pelo Inmetro.

A Solaris também questionou, mas disse que recolheu o lote testado.

A New Millen disse que não vê problema no fato do whey protein ter carboidrato acima da margem de erro de 20%.

Já a Voxx, que tinha 300% mais de carboidrato no whey e quase 30% menos proteína, discordou dos resultados.

E a Nature’s Best disse que vai se adequar às normas do produto.

E atenção, consumidor, para o alerta dos nutricionistas!

“O whey protein ele é um produto pra quem é praticante de atividade física de pelo menos intensidade muito grande. Se você começar a utilizar grandes doses por períodos prolongados, isso é uma sobrecarga para o rim e para o fígado muito grande. Posso vir a ter um problema no fígado e um problema renal grave”, destaca a nutricionista.

teste whey protein inmetroFonte: http://g1.globo.com/fantastico/quadros/inmetro/noticia/2014/08/marcas-de-whey-protein-sao-reprovadas-no-teste-do-inmetro.html

 

corantes artificiais em alimentos

Por Ada Bento, Camila Araújo e Camila Leão.

Colorir os alimentos a fim de atrair os consumidores é uma uma estratégia muito utilizada pela indústria – principalmente para atrair o público infantil. Mas será que o uso desses corantes artificiais é seguro?

Por definição, os corantes são substâncias que, ao serem adicionadas aos alimentos, provocam alteração em sua cor, não apresentando nenhum valor nutricional.

Segundo a Resolução – CNNPA nº 44, de 1977, a legislação brasileira sobre o assunto, a classificação dos corantes empregados em bebidas e alimentos ocorre da seguinte forma:

tipos de corantes

 

O uso dos corantes artificiais pela indústria pode ser explicado, por essas subtâncias serem mais baratas, estáveis e mais brilhantes do que a maioria dos corantes naturais, porém deve-se ter atenção aos efeitos na saúde que podem acarretar. Nos últimos anos, foram encontrados mais riscos no consumo de corantes artificiais do que em qualquer outro aditivo.

Segundo a ANVISA, estudos toxicológicos mostram que corantes não fazem mal à saúde se usados nos limites definidos pela legislação. Por outro lado, ainda existem controvérsias quanto aos seus malefícios – ainda mais se pensarmos no exagerado consumo de produtos industrializados que ocorre atualmente, em especial, por crianças.

Vale ressaltar que as crianças apresentam maior suscetibilidade às reações adversas provocadas pelos aditivos alimentares (como os corantes e conservantes), uma vez que ainda apresentam imaturidade fisiológica, que prejudica o metabolismo e a excreção dessas substâncias. Além disso, a criança não tem capacidade cognitiva para controlar o consumo desse tipo de substância, como um adulto faria (ou deveria fazer).

Estudos recentes mostram que os corantes artificiais podem estar relacionados com o desenvolvimento de câncer, alergias e déficit de atenção/hiperatividade em crianças. Desta forma, existem motivos de sobra para que a presença de corantes seja destacada no rótulo dos alimentos e medicamentos, especialmente os voltados ao público infantil.

A indústria vem reconhecendo essa nova demanda da população por produtos menos artificiais e, por isso, cada vez mais está se voltando para o uso de corantes de origem natural – que podem ser obtidos de plantas, animais ou insetos.

No que diz respeito à legislação de corantes alimentícios no Brasil, esta se apresenta de forma mais permissiva que a dos Estados Unidos, Áustria e Noruega – tanto, que muitas substâncias aqui usadas são proibidas nesses países. Na Europa, já existe uma legislação que obrigada os produtos com corantes artificiais, a colocar um aviso sobre os mesmos no rótulo.

Por isso, fique de olho na embalagem do produto! Entre alguns dos principais efeitos associados a cada tipo de corante estão:

  • Amarelo crepúsculo – Reações anafilactoides, angioedema, choque anafilático, vasculite e púrpura. Reação cruzada com paracetamol, ácido acetilsalicílico, benzoato de sódio (conservante) e outros corantes azoicos como a tartrazina. Pode provocar hiperatividade em crianças quando associado ao benzoato de sódio. Banido na Finlândia e Noruega.

  • Amarelo quinolina – Suspeito de causar hiperatividade em crianças quando associado ao benzoato de sódio.

  • Amarelo tartrazina – Reações alérgicas como asma, bronquite, rinite, náusea, broncoespasmo, urticária, eczema, dor de cabeça, eosinofilia e inibição da agregação plaquetária à semelhança dos salicilatos. Insônia em crianças associada à falta de concentração e impulsividade. Reação alérgica cruzada com salicilatos (ácido acetilsalisílico), hipercinesia em pacientes hiperativos. Pode provocar hiperatividade em crianças quando associado ao benzoato de sódio. No Brasil, nos EUA e na Inglaterra seu uso deve ser indicado nos rótulos.

  • Azul brilhante – Irritações cutâneas e constrição brônquica, quando associado a outros corantes. Banido na Alemanha, Áustria, França, Bélgica, Noruega, Suécia e Suíça.

  • Vermelho 40 – Pode provocar hiperatividade em crianças quando associado ao benzoato de sódio. Banido na Alemanha, Áustria, França, Bélgica, Dinamarca, Suécia e Suíça.

  • Vermelho ponceau 4R – Relacionado a anemia e doenças renais, associado a falta de concentração e impulsividade e pode provocar hiperatividade em crianças quando associado ao benzoato de sódio. Banido nos EUA e na Finlândia.

  • Vermelho eritrosina – Suspeito de causar câncer de tireoide em ratos. Banido nos EUA e na Noruega.

  • Vermelho bordeaux (mistura de amaranto e azul brilhante) – Crises asmáticas e eczemas. Banido nos EUA, na Áustria, Noruega e Rússia.

Fonte: Idechttp://www.idec.org.br/consultas/dicas-e-direitos/cuidados-com-os-corantes-dos-alimentos

Nesse sentido, para tentar oferecer opções de preparo/consumo de alimentos coloridinhos, mas sem uso de corantes artificiais, encontramos ese vídeo do Dulce Delight que ensina a preparar corantes naturais em casa, com uso de frutas e vegetais! Olha que legal:

Portanto prefira corantes naturais, pois além de deixar os alimentos mais coloridos, essas substâncias apresentam um amplo espectro de propriedades farmacológicas, como antioxidante e antipirético (previnir ou reduzir a febre), enquanto os aritificiais não apresentam nenhum valor nutritivo e podem causar diversos malefícios à saúde.

Fontes:
https://propaganut.wordpress.com/2014/03/21/corantes-um-perigo-colorido/
Cuidados com os corantes dos alimentos
US panel rejects calls for warning labels on link between food dyes and hyperactivity
Usando as cores da Natureza para atender aos desejos do consumido: Substâncias Naturais como corantes na ndústria alimenticia.
Toxicology of food dyes
Consumo de aditivos alimentares e efeitos à saúde: desafios para a saúde pública brasileira

Refrigerante cancerígeno? O que o Direito tem a dizer sobre isso?

Por Mariana Ferraz.

refrigerantes males

 

“A Coca-Cola e a Pepsi decidiram mudar a fórmula, nos EUA, do corante caramelo que compõe os refrigerantes para não ter de colocar um alerta de risco de câncer em suas latas” (Folha.com, 9 de março de 2012).

Repercutiu na imprensa internacional e na nacional. Grandes empresas anunciam mudanças na composição de seus produtos em função dos riscos oferecidos à saúde do consumidor. Faltou, no entanto, o destaque: a mudança ocorrerá apenas nos produtos comercializados nos Estados Unidos. E no Brasil, e no resto do mundo? Como fica o dever de precaução dessas empresas fora dos EUA.

O Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) realizou um levantamento de alguns produtos da linha de refrigerantes e energéticos que possuem em sua composição o corante Caramelo IV (INS150d) e constatou que esse aditivo encontra-se muito mais presente no cotidiano do consumidor brasileiro do que ele imagina. Está também nos nacionalíssimos refrigerantes de Guaraná (Guaraná Antártica, Kuat, Dolly e outros) e na maioria dos energéticos (compostos líquido pronto para consumo à base de taurina e/ou cafeína). Não só em bebidas, o corante caramelo IV pode ser encontrado também em cereais matinais e granolas.

Ocorre que no Brasil o uso desse aditivo é permitido. Entretanto, no processo de elaboração do Caramelo IV, a utilização de amoníaco e sulfitos acaba gerando dois subprodutos: 2-metilimidazol e 4-metilimidazol, e conforme o estudo norte americano produzido pelo Programa Nacional de Toxicologia do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos divulgado em 2007, existe clara evidência de que estes subprodutos são cancerígenos em animais. Os compostos cancerígenos em animais são comumente proibidos para o consumo humano.

Conforme esclarecido por um grupo de diferentes órgãos de defesa do consumidor da América Latina, esse corante é um ingrediente que desempenha uma função puramente estética e pode ser substituído por outros corantes que não representem um risco à saúde, como o Caramelo I, já utilizado pela Pepsi no Brasil.

A manifestação de diversas entidades da sociedade civil e de especialistas em estudos de toxicologia fez com que a lei na Califórnia (EUA) passasse a exigir que as empresas dispusessem avisos de alerta em produtos que contêm esse aditivo. No Brasil, o Idec cobrou da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) um posicionamento concreto sobre o assunto. O Instituto questionou à agência reguladora a respeito do embasamento científico no qual a regulamentação brasileira se apoia para permitir o uso desse aditivo, ou seja, quais seriam os estudos que garantem a segurança do referido corante. Questionou-se também se há um monitoramento das quantidades de Caramelo IV, 2-metilimidazol e 4-metilimidazol presentes nos produtos comercializados no Brasil e se há limites máximos desses componentes previstos em regulamentação. Por fim, perguntou qual providência será adotada pelo órgão.

As empresas também foram questionadas pelo Instituto. Indagou se as mesmas farão voluntariamente a mudança na composição dos seus produtos no Brasil ou se agirão somente mediante disposição normativa.

O posicionamento do Direito é claro sobre o tema. O CDC (Código de Defesa do Consumidor), tendo em vista o princípio da prevenção, garante a proteção à vida, à saúde e à segurança (art. 6º, I), prevendo que os produtos e serviços colocados no mercado de consumo não acarretarão riscos aos consumidores (art. 8º). É previsto ainda que o fornecedor de produtos e serviços potencialmente nocivos ou perigosos à saúde ou segurança deverá informar de maneira ostensiva e adequada a respeito da nocividade ou periculosidade (art. 9º).

Há que se ter em conta também o princípio da precaução, ou seja, quando houver ameaça de danos sérios ou irreversíveis, a ausência de absoluta certeza científica não deve ser utilizada como razão para postergar medidas eficazes para prevenir o possível dano. Sendo assim, no caso aqui tratado, tanto empresas como o Estado são responsáveis em adotar as medidas necessárias.

Fonte:
Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor – Idec.
http://www.idec.org.br/em-acao/artigo/refrigerante-cancerigeno-o-que-o-direito-tem-a-dizer-sobre-isso

ATENÇÃO CONSUMIDOR, PARE DE SE ILUDIR !

Atualmente, existem várias empresas lançando muito produto ruim no mercado, mascarado por aminogramas de baixa qualidade, por isso, aprenda a identificar este tipo de produto.

O que mais se tem são blends proteicos mascarados com colágeno, proteína de carne e proteínas vegetais, e as empresas os lançam, pois têm um baixo custo para a indústria e lojistas, mas com uma alta rentabilidade e altíssimo percentual de lucro.

Como escolher um suplemento de proteína (whey)

Devido aos seus conhecidos benefícios no aumento e manutenção da massa muscular, os suplementos de proteína de soro de leite (whey) encontram-se entre os mais vendidos em todo o mundo. É raro alguém treinar no ginásio e não tomar algum suplemento de proteína.

Uma das leis elementares do mercado é que a procura por um produto influencia o seu preço final. Se determinado produto tiver muita procura, o seu preço aumentará. Nos últimos anos, a procura por suplementos de whey protein disparou, tornando a matéria-prima necessária para o seu fabrico mais cara.

Por essa razão, várias marcas de suplementos têm adotado estratégias e truques ardilosos para tornarem o seu produto mais barato e, por conseguinte, aumentarem as margens de lucro.

Neste artigo vou expor algumas destas práticas para vos ajudar a saberem distinguir um bom de um mau suplemento de whey protein e para saberem que marcas pensam mais em lucro do que nos seus clientes.

1) Atenção à quantidade de proteína no produto
Se paga por whey protein, deve exigir whey protein. Se não tem o hábito de olhar com atenção a informação nutricional do produto, deve passar a fazer isso.

Como deves saber, um suplemento de proteína não traz apenas proteína. Também traz carboidrato e gordura, entre outros ingredientes. Se está pagando or um suplemento de whey protein, deve exigir que o suplemento de whey protein tenha, no mínimo, 70% de proteína por 100g de produto (case se trate de um whey protein concentrado).

Existem alguns suplementos que são autênticos rip-offs, fazendo-se passar por algo que não são. O mercado está repleto de proteínas que apresentam concentrações proteicas inferiores a 60%. Ou seja, em 100g de produto, apenas 60g são proteínas, e o resto são carboidratos , gorduras e outros fillers.

Há produtos que mais parecem gainers do que proteínas de soro de leite. Eis alguns exemplos:

wheys baixa concentração proteica

Geralmente estas proteínas de menor concentração proteica são mais baratas mas, mesmo assim, não recomendo a sua compra.

2) Atenção ao perfil de aminoácidos
Não basta olhar para a quantidade de proteína que o produto oferece. Precisamos ir mais fundo na nossa análise. Neste caso, precisamos olhar o aminograma do produto. O aminograma é a tabela que indica todos os aminoácidos presentes no suplemento de proteína, bem como as suas quantidades.

O interessante num whey protein é a quantidade de aminoácidos essenciais – especialmente BCAAs – que ele oferece. O nosso corpo consegue produzir os aminoácidos não-essenciais. Como tal, quando estamos escolhendo um suplemento de proteína, devemos atentar para a quantidade de aminoácidos essenciais que esse suplemento oferece.

Os BCAAs – leucina, isoleucina e valina – merecem uma atenção especial pois são os aminoácidos que se encontram em maior quantidade no tecido muscular e um deles – a leucina – é o principal responsável por ativar a síntese proteica, o processo que nos vai permitir ganhar massa muscular.

Pelo conhecimento que tenho do mercado de suplementos, aconselho a escolherem uma whey protein que tenha pelo menos 30% de aminoácidos essenciais, 15% dos quais BCAAs. Eis o exemplo de um bom suplemento de whey protein:

 

whey com boa quantidade de BCAAs
3) Atenção ao Amino Spiking
Este termo deve ser novo para a maior parte dos leitores, mas é um conceito muito conhecido dentro da indústria da suplementação. O “Amino Spiking” acontece sempre que uma marca acrescenta determinados aminoácidos à sua fórmula de proteína para aumentar a quantidade total de proteína de forma barata.

Não são poucas as marcas que adotam esta prática. Os casos mais escandalosos são aqueles em que o produto tem o nome de “100% Whey Protein” quando, na realidade, não passa de um whey protein de 60 ou 70% que foi acrescentado aminoácidos livres.

Os aminoácidos mais comuns utilizados para subir o teor de proteína num suplemento de whey, por serem baratos, são a glicina, a taurina, o ácido glutâmico e a creatina. Os dois primeiros são os mais utilizados.

A glicina é um aminoácido não-essencial barato. A taurina, apesar de ter funções biológicas importantes, não contribui para a síntese proteica. Uma vez que 99% das pessoas compra whey protein pensando em ganhar ou manter massa muscular, não é um aminoácido interessante para se ter num whey. O ácido glutâmico, ao contrário do que a generalidade das pessoas pensa, não é glutamina.

Sempre que a lista de ingredientes do produto enumerar aminoácidos livres, isso significa que a marca os adicionou à fórmula. Ou seja, não é um suplemento de whey protein “puro”. Eis alguns exemplos:

wheys com amino spiking

Dois dos produtos supramencionados contêm BCAAs na sua lista de ingredientes. Alguns de vocês poderão perguntar se isso não faz do produto um bom produto. Isto não passa de um engodo. Praticamente todas as vezes em que a marca acrescenta BCAAs livres ao produto é porque o mesmo possui uma quantidade natural de BCAAs baixa.

Ou seja, eles são acrescentados não para tornarem o suplemento ainda mais espetacular, mas para disfarçarem um produto de baixa qualidade. Temos o exemplo do HEXAPRO da Allmax Nutrition, que apesar de ter BCAAs adicionados, mesmo assim continua tendo quantidades menores do que outros suplementos de whey protein aos quais não foram acrescentados BCAAs:

whey com BCAA

Desconfiem sempre de certos termos que são simplesmente tentativas de atirar areia para os olhos dos consumidores. Alguns exemplos: “amino blend“, “reinforced protein complex“, “amino complex“.

whey com termos amino spiking

 

Conclusão

Ninguém dá nada a ninguém, muito menos na indústria da suplementação. Existem marcas que adotam más práticas e procuram ludibriar o consumidor menos atento. Estejam atentos.

O preço é sempre um bom indicador para determinar se um suplemento de proteína pode estar a esconder algum “truque”. Se ver um suplemento de whey protein muito mais barato do que você estão habituados, então desconfiem logo no início e procurem indícios de amino spiking na lista de ingredientes.

Não obstante, continuam a haver marcas de qualidade que não recorrem a truques de semântica para enganar o consumidor.

Neste vídeo discuto todos os pontos apresentados neste artigo:

Fonte: http://tafitness.net/como-escolher-suplemento-proteina-whey/

Por Camila Leão e Camila Araújo.

barra de cereal

Sabe aquela barrinha de cereal, que você acredita ter mil qualidades? O PropagaNUT avaliou o rótulo de três diferentes marcas, Nutry, Trio e Nestlé, e concluiu que não é bem assim…

Analisando a lista de ingredientes das barrinhas Nutry e Trio, vimos que o primeiro ingrediente, e portanto, o que está presente em maior quantidade é a glicose, ou seja, açúcar. No caso da barrinha da Nestlé, o primeiro ingrediente é a aveia em flocos e o xarope de glicose só aparece como terceiro da lista. Mas será que o açúcar só está presente nesta forma? NÃO!! Encontramos também maltodextrina, mel, açúcar propriamente dito, açúcar mascavo e açúcar invertido.  Na barra da marca Nutry, todos esses ingredientes aparecem juntos, e nas outras duas, pelos menos 2 deles encontram-se na lista.

Informações retiradas do site. Em destaque, os açúcares e a quantidade de fibras presentes na barra de cereal Nutry.

Informações retiradas do site. Em destaque, os açúcares e a quantidade de fibras presentes na barra de cereal Nutry.

Informações retiradas do site. Em destaque, os açúcares e a quantidade de fibras presentes na barra de cereal Trio.

Informações retiradas do site. Em destaque, os açúcares e a quantidade de fibras presentes na barra de cereal Trio.

Informações retiradas do site. Em destaque, o primeiro ingrediente presente na barra de cereal Nestlé – a aveia – e a quantidade de fibras.

Informações retiradas do site. Em destaque, o primeiro ingrediente presente na barra de cereal Nestlé – a aveia – e a quantidade de fibras.

Outro detalhe bem importante, é que quando comemos uma barrinha de CEREAL, imaginamos que estaremos consumindo um quantidade significativa de fibras, certo? ERRADO! Entre essas três marcas, a que tem a maior quantidade de fibras é a da Nestlé que possui 4,4g, equivalente a 18% do recomendado por dia. Porém, as outras duas barrinhas possuem 0,4g de fibras, ou seja, praticamente NADA!barra de cereal 2

Quanto às gorduras, vimos que todas as barrinhas possuem óleo/gordura de palma, um tipo de gordura que é composta por cerca de 50% de gordura saturada, aquela que quando consumida em excesso pode provocar doenças cardiovasculares e obesidade.

Assim, dentre as 3 marcas de barrinhas que comparamos, a da Nestlé se mostrou a melhor opção, ou a “menos pior”, por conter mais fibras (algo que se espera em uma barrinha de cereal) e um menor teor de açúcar.

Outro pequeno detalhe que vale a pena ser dito: você já parou pra olhar os sites de divulgação de algumas dessas barrinhas? O site da própria Nutry se chama“Eu quero viver bem”, dando dicas sobre como conquistar a paz interior, fazer o bem, cultivar relacionamentos e cuidar do corpo, além de dicas sobre atividade física e alimentação. Ah, e falando também como ela tem um alto teor de fibras (oi?). Já o site da Trio mostra imagens fantásticas de frutas, castanhas e cereais que participam (ou deveriam participar como ingredientes principais, e não como coadjuvantes) da composição de suas barrinhas.

Mas pera aí, como uma barra de cereal cheia de açúcar quer passar a ideia de saúde e de que pode me ajudar a “viver bem”? Não faz muito sentido…

E aí? Você ainda acha que essas barrinhas realmente são saudáveis e cheias de qualidade?? Com certeza é um lanche prático e não podemos ignorar essa vantagem na correria do dia a dia, porém é preciso ter moderação e bastante cuidado na escolha da melhor opção!

Fonte: https://propaganut.wordpress.com/2013/06/05/saiba-o-que-voce-esta-comendo-barrinhas-de-cereal/

shakes emagrecedores

Vivemos em um mundo em que o “magro” é idealizado. Existe uma faixa de peso saudável para cada pessoa, mas mesmo assim, a fissura pelo emagrecimento nunca esteve tão em evidência. E é claro que a indústria se aproveita disso, divulgando produtos supostamente milagrosos que prometem afinar o corpo e de forma rápida! Aí entram os famosos SHAKES EMAGRECEDORES.

Já não somos muito fãs daquele programa Bem Estar, que passa pela manhã na Rede Globo. Pelo menos quando falam sobre Nutrição eles já cometeram vários equívocos. O mais frequente ocorre quando colocam um médico para falar sobre alimentação, ao invés de um nutricionista. Nada contra os médicos, mas como já dizia um ~clássico~ da nossa música popular: “cada um no seu quadrado”.

Eis, que no dia 04 de novembro eles abordaram o uso dos SHAKES como substitutos para refeições. Confira o vídeo do Bem Estar AQUI. http://g1.globo.com/bem-estar/videos/t/edicoes/v/shakes-para-emagrecer-podem-ser-usados-a-longo-prazo/2932230/

O médico fez as seguintes afirmações, as quais gostaríamos de destacar:endocrinologista sobre shakes

  • “Dependendo do shake, se tiver uma composição nutricional apropriada ele pode perfeitamente ser usado a longo prazo.”

Em primeiro lugar, o que é uma composição nutricional apropriada? Na maioria das vezes, um shake é só mais um alimento industrializado cheio de aditivos para ser misturado com leite. Portanto, ele pode não ter a composição apropriada quando combinado com outros elementos da dieta. Geralmente eles contêm baixas quantidades de energia, a qual precisamos para a manutenção das nossas funções. Além disso, as vitaminas e os minerais são adicionados industrialmente ao produto. Quanto a ser utilizado a longo prazo, não generalizaríamos isso em rede nacional, pois vai depender de cada caso e se ele vai substituir uma refeição, pode haver consequências decorrentes das deficiências nutricionais devido a essa substituição.

 

Ingredientes  Diet Shake Crocante Nutrilatina

Ingredientes: Diet Shake Crocante – Nutrilatina

“Se quiser substituir alguma das refeições principais por shake, desde que seja um shake com uma boa composição (com substâncias feitas com objetivo de gerar saciedade) ele pode entrar no almoço.”

Nesse caso, arroz, feijão, carne e salada dão um show de saciedade!!! Muito mais do que um copo de uma bebida dessas. Frutas e verduras também são ótimas para isso, pois contém muitas fibras (de verdade, ao invés da inulina – fibras extraídas das raízes da cebola e da chicória – e da polidextrose) e prolongam a sensação de estar bem alimentado por mais tempo. Além disso, não possuem corantes artificiais como o caramelo IV, amarelo crepúsculo e bordeux s. Fora os 20 minutos, o tempo no qual mastigamos os alimentos… Tempo esse essencial, pois nesse período, o estômago envia a informação para o cérebro de que estamos saciados. Sem sombra de dúvidas vale muito mais a pena almoçar/jantar comida de verdade.

O que é o Corante Caramelo IV?
No Brasil, bem como mundialmente, os corantes caramelos estão aprovados como aditivos alimentares em diversos alimentos, respeitando-se as condições específicas de uso. A ANVISA considera que, até o momento, não existem evidências científicas que justifiquem alterar o status da aprovação de uso do corante Caramelo IV na legislação sanitária brasileira de alimentos, tampouco a obrigatoriedade de advertência sobre eventual periculosidade deste aditivo alimentar. Mas, se mantém preparada para adotar as ações necessárias no Brasil, caso qualquer evidência aponte que os níveis encontrados desse corante representem um risco à saúde humana.*

E o Corante Amarelo Crepúsculo?
Estudos realizados demonstraram que alguns corantes amarelos, entre eles a tartrazina e o amarelo crepúsculo, podem inibir a síntese de tromboxano, interferindo na coagulação sangüínea e apresentando com isso um risco potencial à saúde.

Quer saber mais sobre o Corante Bordeaux S?
Alguns estudos são contraditórios quanto à inocuidade carcinogênica deste corante, sendo, por medida de segurança, proibido nos Estados Unidos desde 1976. No Canadá é permitido, pois sua estrutura química é bastante semelhante a outros corantes considerados não carcinogênicos. Na Inglaterra seu uso é permitido em caráter provisório até que se apresentem estudos mais conclusivos. No Japão foi voluntariamente banido pelas indústrias de alimentos e na União Européia seu uso é permitido.**

  • “O grande charme do shake é que ele é completo do ponto de vista nutricional e tem bem menos calorias do que uma refeição. Então, é uma maneira fácil de substituir uma refeição e é muito interessante para pessoas que querem emagrecer.”

Por mais que ele possa ter os nutrientes de que o organismo precisa, substituir uma refeição por um shake se torna monótono… Mais uma vez voltamos a bater na tecla de que a alimentação diária deve ser variada e balanceada, para compor uma dieta completa. Fica difícil obter uma dieta variada utilizando somente um alimento, não é mesmo?

Quanto a ter menos calorias e a ser mais interessante para pessoas que querem emagrecer, não concordamos. A pessoa que quer emagrecer deve mudar hábitos de uma vida inteira de alimentação incorreta. Somente uma boa reeducação alimentar faz isso. Soluções milagrosas só servem para os quilos perdidos serem encontrados mais adiante.

  • “Posso substituir por conta própria ou devo consultar um médico? Ah eu acho que não tem problema substituir por conta própria. Claro que tendo a orientação de médico ou nutricionista tende a seguir de forma mais correta.”

Na própria embalagem de um shake encontramos a mensagem abaixo:

aviso diet shake

O nutricionista sempre deve ser consultado, pois é quem vai prescrever a dieta mais adequada ao metabolismo do paciente, conforme seu estilo de vida, seus hábitos de vida, sua rotina, suas preferências e suas necessidades.

Confira o vídeo do Bem Estar AQUI.
http://g1.globo.com/bem-estar/videos/t/edicoes/v/shakes-para-emagrecer-podem-ser-usados-a-longo-prazo/2932230/

A Revista Proteste já testou cinco shakes para emagrecer com sabor de chocolate e concluíram que eles “podem até servir para substituir um lanche, mas não uma grande refeição. Eles não têm equilíbrio nutricional, apresentando excesso de proteínas e baixo aporte de energia. Para usar na dieta, só mesmo com o auxílio de um nutricionista.”

Nem tudo são calorias. O valor de uma dieta adequada está na qualidade dessa alimentação. Diminuir a quantidade de alimentos ricos em gordura, em sódio e em açúcar e aumentar a quantidade de alimentos com fibras e vitaminas, certamente tem um efeito mais benéfico à saúde. Ainda que o resultado venha a longo prazo, o nosso corpo agradece e os quilos a mais vão embora para nunca mais voltar. 

E você, já descobriu que a alimentação saudável + exercício é a fórmula para uma vida saudável? 

Fontes:

*ANVISA – Informe Técnico nº. 48, de 10 de abril de 2012.

**Prado, M. A. & Godoy, H. T. Corantes artificiais em alimentos. Alim. Nutr., Araraquara, v.14, n.2, p. 237-250, 2003.

http://fechandoziper.com/blog/desvendando-rotulos/vale-a-pena-substituir-refeicoes-por-shakes-emagrecedores/

As Armas Secretas do Marketing de Alimentos

frango

Por Ada Bento, Camila Araújo e Camila Leão.

Já faz muito tempo que o marketing deixou de ser apenas propagandas inocentes sobre determinado produto ou conceito. Atualmente, ele pode ser definido mais como uma ciência, que estuda e conhece seu público alvo e sabe quais estratégias usar para convencê-lo. O marketing pode convencer milhões de pessoas sobre as ideias e realidades mais absurdas, provando que estas são as melhores opções que você poderia fazer.

Este pequeno vídeo tem uma poderosa mensagem que pode ajudar as pessoas a compreender sobre a forma como são bombardeadas diariamente por profissionais ultra capacitados, com o intuito de consumir todo tipo de produto industrializado, que não faz nenhum bem à saúde – individual ou do planeta.

É um vídeo fascinante. Tanto pela maneira como foi produzido (e conduzido) quanto pela reação da plateia com as informações que eram passadas. As expressões faciais e a falta de aplausos ao final da apresentação mostra o quanto a plateia ficou chocada com as informações.

De fato, nada torna a agricultura industrializada aceitável. Para mais informações, visite o site da organização que luta para combater essa questão.
http://www.ciwf.org.uk/

Fonte: https://propaganut.wordpress.com/2014/07/01/as-armas-secretas-do-marketing-de-alimentos/

Meus comentários

Repare que a indústria de alimentação também faz uso desses artíficios de marketing. Ninguém incentiva um treino e uma dieta e sim um pó mágica para acelerar seus resultados.

balas com aditivos alimentares

Em rápida visita ao supermercado encontramos 34 alimentos com aditivos. Veja quais são eles e evite consumi-los em excesso.

Durante o processo de fabricação, alguns alimentos recebem propositalmente certos tipos de aditivos com objetivo de realçar suas características sensoriais (aroma, cor e sabor) e aumentar o tempo de vida do produto. Como esses aditivos não têm propósito nutricional, especialistas se questionam se vale realmente a pena adicioná-los, uma vez que o consumo diário pode trazer riscos toxicológicos, como alergias, irritação estomacal e hiperatividade.

Eles estão em biscoitos, cereais matinais, refrigerantes, gelatinas, sucos artificiais, balas e mais uma gama de outros alimentos que estão na dieta diária dos brasileiros, principalmente das crianças. Por isso, cuidado com o que você come. Para ajuda-lo a não consumir esse ingrediente em excesso, selecionamos 34 alimentos, facilmente acessíveis em supermercados pelo Brasil, que possuem aditivos em sua composição.

alimentos a serem evitados

alimentos consumidos com atenção

Você mesmo pode identificar esses alimentos. Veja a lista abaixo, leve junto quando for às compras e procure por eles na lista de ingredientes nos rótulos dos produtos. É possível baixar a lista pelo celular, enquanto estiver no mercado.

ADITIVOS QUE DEVEM SER EVITADOS, POIS EXISTEM INDÍCIOS DE QUE PODEM CAUSAR DANOS A SAÚDE

Ácido benzóico – INS 210
Alumínio – INS 173
Amaranto ou Bourdeaux S. – INS 123
Amarelo crepúsculo – INS 110
Benzoato de sódio – INS 211
Butil-hidroxiansiolo (BHA) – INS 320
Butil-hidroxitolueno (BHT) – INS 321
Dióxido de titânio – INS 171
Eritrosina – INS 127
Etilenodiaminatetracetato de cálcio dissódico
(EDTA)- INS 385
Tartrazina – INS 102
Vermelho Ponceau 4R – INS 124

ADITIVOS QUE DEVEM SER CONSUMIDOS COM ATENÇÃO
Ácido fosfórico – INS 338
Ácido glutâmico – INS 620
Cochonilha – INS 120
Fosfato de potássio – INS 340
Glutamato monossódico – INS 621
Nitrato de potássio – INS 252
Nitrato de sódio – INS 251
Nitrito de potássio – INS 249
Nitrito de sódio – INS 250
Propileno glicol – INS 405
Sorbitol – INS 420
Vermelho 40 – INS 129

ADITIVOS QUE PODEM SER CONSUMIDOS SEM RESTRIÇÃO
Ácido ascórbico – INS 300
Ácido cítrico – INS 330
Agar-agar – INS 406
Carboximetilcelulose – INS 466
Dióxido de silício – INS 551
Goma Guar – INS 412
Goma Xantana – INS 415
Guanilato de potássio – INS 628
Inosinato dissódico – INS 631
Lecitina – INS 322
Propionato de cálcio – INS 282
Tocoferóis – INS 306

Fonte: http://www.proteste.org.br/alimentacao/nc/noticia/aditivos-alimentares

aspartame

(Artigo escrito pela Dra. Mancy Marckle, da FIOCRUZ)

Estimulada pela notícia divulgada na CONFERÊNCIA MUNDIAL DE MEIO AMBIENTE de que estava ocorrendo nos Estados Unidos uma epidemia de Esclerose Múltipla e Lupus Sistêmico, embora não se soubesse que toxina estava fazendo com que essas doenças assolassem o país tão rapidamente, passei alguns dias falando a respeito do ASPARTAME, o adoçante conhecido como Nutrasweet, Equal e Spoonful.

Expliquei que eu estava lá para falar exatamente sobre este assunto.

Em meu pronunciamento esclareci que o ASPARTAME submetido à temperatura superior a 30º C, sofre alterações químicas nas quais é produzido álcool metílico, que se transforma em formaldeido e, em seguida, ácido fórmico
(veneno das formigas), que provoca acidose metabólica.

A sintomatologia da intoxicação pelo metanol, por esta via, imita a esclerose múltipla, o que leva a um diagnóstico errado. E o que é pior: a esclerose múltipla não se constitui em sentença de morte, mas a toxicidade do metanol sim.

No caso do Lupus sistêmico, que é quase tão grave quanto a Esclerose Múltipla, percebeu-se, especialmente em usuários de Diet Coke e Diet Pepsi,situação semelhante, também por conta da toxicidade do metanol oriundo do adoçante, pois as vítimas geralmente bebem de 3 a 4 ou mais latas destes refrigerantes por dia.

Nestes casos, o doente geralmente não sabe que o Aspartame é a causa de sua doença e continua com seu uso, agravando o Lupus a um grau tão intenso que algumas vezes ameaça a vida.

Assim, pessoas com diagnóstico de Lupus ficaram assintomáticas quando o uso do Aspartame foi interrompido, o que comprovou a causa, vez que,infelizmente, não podemos reverter esta doença, ainda hoje incurável.

Por outro lado, nos casos diagnosticados como Esclerose Múltipla (quando, na realidade, a doença é devida a intoxicação pelo metanol do Aspartame), a maioria dos sintomas também desaparece, tendo sido constatado casos em que a visão retornou e mesmo a audição foi recuperada…

Isto também se aplica aos casos de tinnitus (zumbido no ouvido).

Em conferência pronunciada anteriormente, alertei: “Se você está usando ASPARTAME (Nutrasweet, Equal e Spoonful, etc.) e sofre de sintomas como fibromialgia, espasmos, dores, formigamento nas pernas, cãibras,vertigem, tontura, dor de cabeça, zumbido no ouvido, dores articulares, depressão, ataques de ansiedade, fala atrapalhada, visão borrada ou perda de memória – você provavelmente tem a DOENÇA DO ASPARTAME!

O que aconteceu foi impressionante: ao ouvir este pronunciamento, as pessoas começaram a pular durante a palestra dizendo: eu tenho isto, é reversível?

Noutra ocasião, o embaixador de Uganda, por ocasião de sua palestra,relatou que a indústria de açúcar de seu país está adicionando Aspartame ao açúcar!

Também contou que o filho de um dos líderes da indústria não conseguia mais andar, o que poderia estar ocorrendo, em parte, pelo uso do produto!
Estamos com um sério problema, disse ele.

O Dr. Aspisto, um dos palestrantes, foi questionado por que tantas pessoas estavam tendo Esclerose Múltipla, relatando que durante a visita a um hospital, uma enfermeira disse que seis amigos dela, que eram viciados em Diet Coke, tinham recebido diagnóstico de Esclerose Múltipla. Isso é mais do que coincidência.

Desde algum tempo a questão tem sido levantada no Congresso dos EUA,incluindo o uso do Aspartame em 100 produtos diferentes. Nada foi feito.

O lobbie da droga, da indústria química, tem bolsos muito profundos. Agora que a patente expirou, existem mais de 5.000 produtos nos quais este produto químico tem sido adicionado.

Na época da primeira audiência realizada sobre este assunto no Congresso Americano, havia relatos de que pessoas estavam ficando cegas, o que pode ter ocorrido por causa da intoxicação pelo metanol que se converte em formaldeido na retina do olho, provocando a cegueira.

O formaldeido é uma substância do mesmo grupo toxicológico das drogas como cianeto e arsênico: VENENOS MORTAIS!

Infelizmente, esta intoxicação leva muito tempo para matar, mas está matando lentamente as pessoas e causando todos os tipos de problemas neurológicos.

Além do que foi exposto acima, há outras conseqüências graves: o Aspartame altera a química do cérebro e causa diversos tipos de ataques.

Esta droga muda os níveis de dopamina no cérebro. Assim, imagine o que acontece com os pacientes que sofrem de doença de Parkinson, onde estes níveis já estão perturbados?

Seu uso também causa mal-formações fetais.

Registros existentes nos anais do Congresso Americano dizem: o Aspartame provoca o aumento do desejo por carboidratos e, por isso, faz o usuário engordar, o que é compatível com a observação feita pelo Dr. Roberts, citando
que a interrupção do uso do Aspartame levou a uma perda de peso que foi de 9,5 kg por pessoa.

Assim, pode-se dizer que o:  ASPARTAME NÃO É UM PRODUTO DIETÉTICO!

Portanto, não existe nenhuma razão para ser utilizado.
Outro risco: o formaldeído tem a propriedade de se armazenar nas células adiposas, principalmente nos quadris e coxas.

Embora seja usado como substituto não energético do açúcar, para os diabéticos o Aspartame é especialmente mortal. Todos os médicos sabem o que o metanol causaria a um paciente diabético.
É provável que em muitos casos os médicos acreditam que seus pacientes têm retinopatia diabética ,quando de fato o que têm é o mal causado pelo Aspartame.
Isto deve ocorrer porque o Aspartame mantém o açúcar sangüíneo fora de controle, fazendo, inclusive, com que muitos pacientes, por isso, entrem em coma. Infelizmente, muitos morreram.

Durante a Conferência do Colégio Americano de Medicina, pessoas nos contaram que tinham parentes que mudaram de Sacarina para o Aspartame e passaram a entrar, eventualmente, em coma. Seus médicos não conseguem controlar os níveis de glicemia. Os pacientes têm perda de memória pelo fato de que o ácido aspártico e a fenilalanina, bem como outros aminoácidos encontrados nas proteínas, são neurotóxicos.
Eles atravessam a barreira hemato-encefálica e causam deterioração nos neurônios.

O Dr. Russel Blaylock, neurocirurgião, diz: esses ingredientes estimulam os neurônios até a morte, causando dano cerebral em vários níveis, o que está bem descrito no seu livro intitulado: “Excitotoxinas: O Gosto que Mata” (Health Press 1-800-643 2665).

O Dr. H.J. Roberts, especialista no tratamento de diabéticos e perito mundial em envenenamento pelo Aspartame, escreveu também um livro intitulado: “DEFESA CONTRA A DOENCA DE ALZHEIMER” (1-800-814-8900), onde conta como o envenenamento pelo Aspartame está relacionado com a doença de Alzheimer.
E realmente está. Mulheres de 30 anos estão sendo internadas com diagnóstico de Alzheimer depois do uso do Aspartame, contido em altas doses nas bebidas do tipo “Diet”.

Ambos os autores, Dr. Blaylock e Dr. Roberts, estão escrevendo uma carta-posição a ser divulgada pela Internet, relatando alguns casos de acordo com a Conferência do Colégio Americano de Medicina. Eles e nós estamos falando de uma praga de doenças neurológicas causadas por este veneno mortal.

Dr. Roberts observou o que aconteceu quando o Aspartame foi vendido pela primeira vez. Seus pacientes diabéticos apresentaram perda de memória, confusão e severa perda de visão .

Quando apresentou seus dados na conferência do Colégio Americano de Medicina, os médicos presentes admitiram que nada sabiam. Estavam imaginando por que os ataques tinhamaumentado tanto (a fenilalanina do Aspartame diminui o limiar para convulsão e depleta a Serotonina, o que causa psicose maníaco-depressiva, ataque de pânico, fúria e violência).

Antes de participar da Conferência, recebi um fax da Noruega, pedindo um possível antídoto para este veneno, porque os mesmos problemas já estavam sendo sentidos em seu país.

Este veneno está disponível em muitos países agora. Felizmente, tivemos embaixadores e palestradores na Conferência que se engajaram nesta luta.

EU ASSEGURO QUE:

A MONSANTO – A CRIADORA DO ASPARTAME – SABE COMO ELE É MORTAL.

ELES FINANCIAM A ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE DIABETES, ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE DIETÉTICA, O CONGRESSO E A CONFERÊNCIA DO COLÉGIO AMERICANO DE MEDICINA.

O New York Times, em 15 de Novembro de 1996, publicou um artigo a respeito de como a Associação Americana de Dietética recebe dinheiro da Indústria de Alimentos para endossar seus produtos.

Por isso, eles não podem criticar aditivos ou falar a respeito de sua ligação com a MONSANTO.

A que ponto chega isso?

Dissemos a uma mãe, cujo filho estava usando Nutrasweet, para interromper o uso do produto, pois a criança estava tendo convulsões diárias.

A mãe telefonou para o médico, que telefonou para a associação, cuja resposta foi: não interromper o uso de NutraSweet.

Estamos ainda tentando convencer a mãe de que o Aspartame está causando as convulsões, baseada em outros casos em que as convulsões cessaram quando o uso do Aspartame foi interrompido. Se o bebê morrer, sabemos de quem é a culpa, contra quem lutamos.

Existem 92 sintomas documentados de intoxicação pelo Aspartame, do coma até a morte.
A maioria deles é neurológica, porque o Aspartame destrói o Sistema Nervoso.

A DOENÇA DO ASPARTAME

É parcialmente a causa da SÍNDROME “TEMPESTADE NO DESERTO”, ocorrida com os soldados norte-americanos durante a guerra do Golfo Árabe.

Milhares de latas de bebidas Diet foram enviadas para as tropas do Tempestade no Deserto. Lembre-se que o calor pode liberar o metanol do Aspartame a 30º C.
.
As bebidas dietéticas foram expostas ao sol de 45º C no deserto Árabe por semanas. Os homens e mulheres de serviço bebiam isso o dia todo.Todos os sintomas deles eram semelhantes ao envenenamento por Aspartame.

A queimação na língua e os outros sintomas discutidos em mais de 60 casos podem estar diretamente relacionados ao consumo de produtos contendo Aspartame.

O Dr. Roberts diz que o consumo do Aspartame na época da concepção pode causar efeitos no feto.

A FENILALANINA oriunda do Aspartame, que quimicamente é o aspartato de
fenilalanina, se concentra na placenta, causando retardo mental, de acordo com o Dr. Louis lsas, Professor de Genética Pediátrica na Universidade de Emory.

Em testes de laboratório, os animais desenvolvem tumores cerebrais (afenilalanina tem um subproduto, o DXP, um agente causador de tumores cerebrais).

Quando o Dr.Espisto estava falando, um neurocirurgião da platéia disse:
Encontra-se um teor elevado de Aspartame nos tumores cerebrais removidos.

A STEVIA, um adoçante natural, NÃO É UM ADITIVO QUÍMICO, e ajuda no metabolismo do açúcar; seria ideal para os diabéticos e já foi aprovada, como suplemento dietético pelo FDA.

Durante anos, o FDA adiou esta aprovação por causa da sua lealdade à MONSANTO.

Tania Maria de Almeida Alves
Laboratório de Química de Produtos Naturais
Centro de Pesquisas Rene Rachou – FIOCRUZ
Av. Augusto de Lima, 1715
30 190-002 Belo Horizonte – MG – Brasil
Tel: +55 31 295 3566 Fax: +55 31-295 3115
email:tania@netra.cpqrr.fiocruz.br

Texto corrigido por :
Nivaldo Alves Soares e Josealdo Tonholo
Depto. Química/CCEN-Universidade Federal de Alagoas-Campus A. C. Simões

Tabuleiro do Martins 57072-970 – Maceió – (AL)Brasil
Fone/fax: (082)214-1389

NOTA:
Em 7/7/99 a UPI Farm News noticiou que a Monsanto estava colocando à venda sua linha de ingredientes alimentares, entre as quais o NutraSweet.

Teriam estas vendas ligações com o artigo acima?

MONSANTO VENDE NUTRASWEET – UPI Farm News – /jul/99

A Monsanto está vendendo seus negócios no ramo de ingredientes alimentares, inclusive adoçantes NutraSweet.

A receita destas vendas vai auxiliar a empresa química e a gigante da pesquisa agrícola – com sede em St. Louis – a saldar os débitos da compra desmesurada de biotecnologia, entre as quais a de empresas produtoras de semente.

A Monsanto necessitava das produtoras de semente como meio para escoar seu material genético “high-tech” para os agricultores.

Mas a companhia está vendendo empresas para pagar seus débitos resultantes dos investimentos em biotecnologia desde outubro, quando fracassaram os seus planos para fusão com a American Home Products (com sede em New Jersey).

Os negócios na área de ingredientes alimentares incluem a NutraSweet,o adoçante artificial usado em refrigerantes, além de outros alimentos e produtos a base de goma.

O NutraSweet também é vendido como adoçante de mesa sob a marca de Equal. (Negritos acrescentados por Marcos Arruda/PACS) .

Roberta Lombardi Martins
Editorial de Línguas
Editora Scipione
Fone: (11) 3241-2255 r. 226
Fonte:
<http://www.jakobi.com.br/aspartame.htm&gt;

Você Usa Adoçante?

Na certa você já sabe ou ouviu falar que adoçantes artificiais fazem mal à saúde. Mas a classe médica sabe? Claro! O Ministério da Saúde está ciente há muito tempo. Infelizmente, a população, de uma maneira geral, além de ser carente em informações científicas sérias, não tem a educação necessária para se tornar formadora de opinião (conscientização), bem como renda para usufruir do melhor para a sua saúde. Eis a realidade de que padece o povo de nossa América Católica. O Governo consente, os da saúde prescrevem, a indústria enriquece, o tributo cresce e o povo adoece. Rimou!  Adoçantes ou edulcorantes são substâncias que proporcionam a um alimento o sabor doce. Entretanto, nenhum adoçante pode ser considerado como alimento.

A indústria alimentícia não tem compromisso com o ser humano, mas com o negócio. As grandes corporações alimentícias fazem a festa em países emergentes (?) cujo povo tem uma educação superficial. Só o conhecimento, a conscientização e a mobilização podem provocar mudanças de paradigmas. Milhares de pessoas, orientadas ou não por alguns médicos e nutricionistas, fazem uso de algo que mais tarde criará as condições para a doença e a morte do paciente. Obviamente que os efeitos dos adoçantes artificiais não são imediatos. Podem levar anos.

As substâncias tóxicas na alimentação podem até provocar sintomas rapidamente, como alergias, mas, no geral, seus efeitos são acumulativos e multifacetados. Por isso você não pode culpar o médico, o nutricionista ou a indústria alimentícia tão facilmente. Viram como é sutil e inteligente esse processo? As toxinas agregadas nos alimentos funcionam como substâncias homeopáticas, de acordo com o princípio da prática homeopática: “doses infinitesimais” e “medicamento único”. Peixe morre pela boca. E o ser humano? Vejamos o que cada tipo de adoçante pode fazer para o nosso organismo…  Sacarina.

Podemos considerá-la como a avó dos adoçantes artificiais. Em 1977 a comunidade científica alertou ser a sacarina uma substância carcinogênica (provoca câncer). Mas a vovó ainda está aí no mercado, firme e forte. É mais fácil ela nos velar e enterrar do que nós a ela. A sacarina é uma substância artificial derivada do petróleo (tolueno mais ácido cloro-sulfônico), 30 vezes mais doce do que a sacarose. E tem mais. Se você é hipertenso, o seu cardiologista já lhe disse que você é proibido de fazer uso da sacarina? Não?!! Sacarina tem íon de sódio (Na+).  Ciclamato. É 30 vezes mais doce do que a sacarose. O ciclamato é proíbido nos Estados Unidos, Inglaterra e Japão. Atualmente, existem no Brasil diversos adoçantes de mesa à base de ciclamato e sacarina, sendo que os mais vendidos possuem a proporção de duas partes de ciclamato para uma de sacarina. Por isso somos terceiro mundistas. O ciclamato é um sal do ácido N-ciclo-hexil-sulfâmico (CHS).

Tem problema de pressão arterial? É o mesmo problema da sacarina sódica. Por que seu médico ou nutricionista não falaram disso? Pergunte a eles.  Aspartame. Se você conhece alguém que faz uso de antidepressivos ou ansiolíticos, é bom orientá-los para não fazerem uso dessa substância. Segundo um relatório do New England Journal of Medicine, o aspartame pode causar desequilíbrio significativo de aminoácidos e neurotransmissores no cérebro. Um exemplo disso é a redução da disponibilidade do aminoácido triptofano, baixando os níveis de serotonina no cérebro, fato este que causa oscilações de humor e distúrbios do sono.

O aspartame é o adoçante mais utilizado em refrigerantes e bebidas. Há estudos que o enquadram como uma neurotoxina (mata neurônios) e também como carcinogênico (provoca câncer). E não pára por aí. Com o consumo do aspartame, o nosso corpo produz o metanol (álcool de madeira). Essa substância tóxica pode gerar dor de cabeça (cefaléia), desmaio, convulsões, perda de memória, oscilações de humor, depressão, entorpecimento das extremidades, náusea, perturbação gastrointestinal e sintomas de fibromialgia. E os cientistas apontaram que há indícios de o aspartame poder causar elevações nos níveis de insulina.

O gel de Aloe vera possui triptofano. Quem faz uso do gel, não deve usar aspartame.Acefulfame-K (acefulfame de potássio). Essa substância é uma das mais novas, aprovada pela FDA (ANVISA americana) em 1998. Um estudo científico sugeriu que ele poderia estimular a liberação de insulina. Porém, em 1997, um estudo com camundongos concluiu que “diante dos presentes dados significativos de genotoxidade mamífera in vivo, deve-se usar o acefulfame-K com cautela.” Quantas pessoas, na hora do almoço, pega a latinha do refrigerante cola diet e faz “tchiiiiiiii” e, logo após, “glup-glup-glup-glup”? Pense fazendo isso durante anos, o mesmo ritual? Não adianta reclamar mais tarde… Sucralose. Outro adoçante artificial novo na parada.

Irmão gêmeo do acefulfame-K, nascidos em 1998, cuja parteira foi a FDA. A suclarose foi criada pela modificação de moléculas de açúcar para que não sejam digeridas. A suclarose é 600 vezes mais doce do que o açúcar refinado. Como a suclarose é eliminada do organismo sem ser digerida, tem menor potencial de criar complicações do que a sacarina ou o aspartame. Há preocupações quanto ao potencial de a suclarose gerar compostos nocivos à medida que passar pelo sistema digestivo, mas testes em comundongos indicaram que o adoçante foi excretado praticamente inalterado, apenas com metabólitos insignificantes. Porém há motivos para cautela até que mais pesquisas científicas assegurem o seu uso.

Os estudos estão muito recentes ainda.  Stévia. Por fim, existe uma substância que foi enquadrada como adoçante, a Stévia, que é um produto oriundo de uma planta de mesmo nome. É um adoçante que até nos faz bem, sendo 30 a 100 vezes mais doce do que o açúcar refinado. A Stévia é um adoçante natural. Evita cárie e não é metabolizado no organismo. Os índios da América do Sul, em particular do Paraguai, já conheciam a planta Stévia há mais de mil anos e a utilizavam como parte de sua dieta.

Tome apenas cuidado porque existem fabricantes mal intencionados que vendem o produto da Stévia agregado à sacarina e outros adoçantes artificiais. O nome Stévia vende por si só, por isso as indústrias enganam as pessoas desinformadas.

É o mesmo que acontece com a Aloe vera: há empresas que vendem Aloe vera para beber, porém só existe uma empresa no mundo que tem a patente de estabilização (Aloe Vera of America), da qual somos representantes (Forever Living Products).

De resto, você é enganado por comprar extrato de Aloe vera com água. Para fazer qualquer efeito terapêutico o produto à base de Aloe vera deve conter, no mínimo, 30% de gel in natura.

Referência: WURTMAN, R. J. 1983 “NEUROCHEMICAL CHANGES FOLLOWING HIGH-DOSE ASPARTAME WITH DIETARY CARBOHYDRATES” N Engl J Med. 18 de agosto; 309(7):429-30 “Migraine provoked by aspartame” 1986 N. Engl J. Med. 14 de agosto; 315(7):456; MOLLER, S. E. 1991 “Effects of aspartame and protein, administered in phenylalamnine – equivalent doses, on plasma neutral aminoacids, aspartate, insulin and glucose in man”, pharmacol toxicol, 68(5):408-412.

http://www.curaeascensao.com.br/alimentacao_saude/alimentos/alimentos15.html