O tempo passa rápido. Fazem 2 anos e 10 meses que criei o blog. Quando eu fiz nunca imaginei que meu site viraria uma referência para os ectomorfos. Hoje quando se pesquisa qualquer artigo relacionado, o Musculação para Ectomorfo está entre os primeiros resultados. Quem imaginaria a quantidade de ectomorfos sem orientação no país inteiro? Muitos desistiram da musculação por pensarem que não tinham genética. Porém fiquei muito feliz quando recebia (e ainda recebo) vários agradecimentos de leitores que começaram a ter os primeiros resultados de verdade depois de anos! E são os relatos de evolução que me motivaram a melhorar o blog cada vez mais.

Gostaria de agradecer a todas as contribuições e doações que recebi este ano. Com elas eu consegui dar ao blog o que ele merece.
Hoje estou lançando o novo site, com novo domínio, novo template, logo personalizado e revisão de todos os posts. Sem vocês leitores eu não teria conseguido. Isso é só o começo de muitas novidades.
Obrigado e bons treinos.

http://www.musculacaoectomorfo.com/

musculacaoectomorfo.com

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Estou em parceria com o site O poder do bem estar, que está começando agora. Escrevi e escrevo alguns artigos para esse site.

Conheça esse ótimo site.

O poder do bem estar

http://opoderdobemestar.com/

salgado maromba

Ingredientes:

– 2 xícaras de frangos cozido e desfiado
– 1 xícara de couve flor
– Sal e pimenta do reino a gosto
– Salsinha e cebolinha a gosto
– 2 colheres de sopa de cebola picada
– 1 dente de alho picado

Para o recheio:
– Tomate cortado em cubos
– Queijo branco cortado em cubos
– Orégano e sal a gosto

Modo de preparo:

 

O que é o “salgado maromba”

O “salgado maromba” foi inventado pela estudante Tati Guidi, que começou a divulgar na rede social Instagram, e imediatamente se tornou uma sensação. “Hoje as pessoas estão focadas em secar na academia e, assim sendo, as restrições na dieta são maiores, dificultando a variação do cardápio”.

O salgado é rico em proteína e não leva farinha de trigo, por isso virou uma excelente opção. “E você pode fazer no formato que quiser: de rocambole, de pastel assado, enroladinho, em bolinhas, fica a critério da imaginação de cada um”, explica a nutricionista.

Já o recheio tem que ser saudável. Entre as opções estão ricota com espinafre, peito de peru com queijo branco, alho poró com palmito e tomate, entre outras combinação. “A massa desse salgado também é feito com legumes, de modo que possibilita a ingestão deste tipo de alimento por aqueles que não costumam colocá-los no prato. Portanto, torna-se um salgado saudável e rico em nutrientes”, afirma.

Receita genérica

Ingredientes
– 100 a 120g de frango cozido e desfiado (pode usar carne, tofu, peixe branco ou salmão)
-50g de algum legume cozido (couve-flor, brócolis, mandioca ou batata doce cozida). Se quiser, pode usar também arroz integral, grão de bico, berinjela ou abóbora.
– 2 colheres (sopa) de algum líquido (leite de coco, água ou água do cozimento do frango)
– (opcional) 1 colher (sobremesa) de alguma farinha saudável ( aveia, linhaça integral ou chia).
-Temperos a gosto (sal, cebola picada, orégano, alho, etc.)

Modo de preparo

– Bater todos os ingredientes no processador. Deixar em torno de 30 minutos na geladeira para que a massa fique mais firme.

Para empadas:
Forre a forma de empada com a massa, recheie a gosto (tomate picado, espinafre com ricota, brócolis com queijo cottage, palmito, etc.) e depois tampe com mais massa. Pincele com gema de ovo. Use forminhas de empada intercalando na montagem um pouco da massa, recheio e massa para tampar. Pincele gema de ovo e chia.

Para salgado assado:
– Esticar um pedaço de plástico filme e abra a massa sobre ele. Recheio a gosto (tomate picado, espinafre com ricota, brócolis com queijo cottage, palmito, etc.). Empane com farinha de coco ou aveia. – Já com o forno pré-aquecido, asse por aproximadamente 30 minutos.

Fonte: http://www.bolsademulher.com/corpo/salgado-maromba-ajuda-a-manter-a-forma/

http://marianacosta.me/2013/08/21/receita-do-dia-salgado-maromba-tati-guidi/

tabela nutricional bolacha

São Paulo – Valor energético, quantidade de carboidratos ou gorduras saturadas por porção: tudo isso é “grego” para metade dos brasileiros que sabem ler.

Segundo pesquisa do Instituto Abramundo, 48% dos brasileiros afirmam ter dificuldade para compreender uma simples tabela nutricional impressa nas embalagens de alimentos. Um fato alarmante para a educação no Brasil.

Na prática, 64% dos alfabetizados sofrem para compreender informações científicas simples. Segundo o levantamento, de cada 100 brasileiros, apenas 5 têm condições para decifrar e solucionar problemas científicos mais complexos. Veja a reportagem “Entender ciências é exceção no Brasil“.

O Instituto analisou desempenho de cerca de 2 mil pessoas com idade entre 15 e 40 anos, que tinham até a quarta série, diante de situações cotidianas que envolviam o domínio de conceitos de Ciências. A performance foi medida de acordo com o Índice de Letramento Científico, desenvolvido pela Abramundo em parceria com o Ibope Inteligência.

Além de colocar os entrevistados para resolver problemas, a pesquisa também os questionou sobre o grau de dificuldade que eles tinham para compreender bulas de remédios, tabelas nutricionais ou calcular quanto de combustível era necessário para percorrer um percurso. O resultado foi desalentador. Veja nas fotos.

Fonte: http://exame.abril.com.br/brasil/album-de-fotos/10-dados-simples-que-muita-gente-no-brasil-nao-entende

Para nós, praticantes de musculação, essa farinha tem várias vantagens
-Economizar tempo de cozinhar a batata doce, principalmente quem treina de manhã e usa o café da manhã como pré-treino
-Praticidade de ter guardado e usar rapidamente
-Facilidade no transporte, podendo ser usado para shakes pré-treino
-Como ingrediente em hipercalórico caseiro, com carboidrato de baixo índice glicêmico.

Rendimento

2kg de batata doce natural rende 524 gramas farinha
50g de farinha equivale a comer 200g de batata doce in natura

farinha de batata doce

 

Por Neide Rigo

Fiquei convencida do valor nutricional e gastronômico da farinha de batata-doce durante o Congresso de Incentivo ao Consumo de Verduras, Frutas e Legumes de 2009, em Brasília. Os pesquisadores da Embrapa Hortaliças que faz um bonito trabalho de resgate de variedades esquecidas, mais nutritivas. Com estas batatas fizeram farinha num processo de tecnologia simples e barata. Foi lá que peguei uma apostila e aprendi a fazer a farinha adaptando o que seria indicado para pequenos agricultores para processo caseiro. Embora um pouco demorado, por causa do tempo de secagem, o restante é feito facilmente se você tiver um processador, um liquidificador e peneira. A Embrapa tem material informativo a respeito, mas você também pode ver uma apostila similar aqui (http://www.cpatc.embrapa.br/publicacoes_2012/ct_65.pdf).

Levando em conta que 2 quilos de batatas renderam pouco mais que meio quilo, podemos dizer que, dependendo da umidade da batata, o rendimento é aproximadamente este – 25% do peso inicial. A apostila linkada também confirma que 4 quilos de batatas rendem 1 quilo de farinha. Isto quer dizer que se você usar 100 g de farinha é praticamente o mesmo que consumir 400 g de batata-doce in natura e, com exceção de alguns nutrientes que sofrem perdas com o calor e oxidação, muitos outros estarão concentrados num produto agora não-perecível. Ótima opção para aproveitar excesso de produção e garantir suprimento para a entressafra; para incrementar dietas mais pobres ou de crianças inapetentes; melhorar o valor nutricional da merenda escolar e aproveitar como farinha sem glúten para bolos, pães, pudins, mingaus, farofas, biscoitos e o que mais a imaginação soprar. Incluí em pães de trigo na proporção de 40, 30 e 20%. Com 40, ficou pesado e grudento. Com 30% cresceu menos e o miolo ficou um pouco ressecado e com 20% ficou perfeito (ok, isto eventualmente pode ser uma “quinta com pouco trigo” também)

Então, além de poder ser usado pura em algumas preparações sem glúten, você pode incrementar todos os pratos feitos tradicionalmente com farinha de trigo.

Modo de preparo

farinha de batata doce passo 1

Lave as batatas, descasque-as e rale no processador ou em ralo grosso.

farinha de batata doce passo 2

Pesei para ver o rendimento. Usei 2 quilos, mas, para experimentar o seu forno e conhecer a eficácia dele, comece com menos, lembrando que o rendimento é de 1/4 do peso inicial.

farinha de batata doce passo 3

Espalhe em assadeiras, sem amontoar e leve ao forno em temperatura bem baixa, mais baixa que conseguir. Eu coloquei o cabo de uma colher na porta para diminuir a temperatura, que ficou entre 74 e 80 graus.

farinha de batata doce passo 4

De vez em quando remexa. Até que fique tudo bem seco e solto. Se os flocos estiverem flexíveis é porque ainda não secou o suficiente. Tem que ficar durinhos com barulho de pedrinhas.

farinha de batata doce passo 5

O rendimento: 2 kg renderam 531 g de flocos secos

farinha de batata doce passo 6

Bata no liquidificador aos poucos – 1 xícara de cada vez, até tudo virar pó.

farinha de batata doce passo 7

Passe pela peneira fina. No final, se sobrou muitos grãos, bata mais, até rescar só um pouco, que pode ser usada para polvilhar a superfície dos pães, por exemplo.

farinha de batata doce passo 8

O rendimento final: 524 gramas. Dez gramas ficaram pelo caminho.
O sabor final não é só um pouco doce, mas deliciosa. A minha, usei quase toda para fazer pães. Aproveite a sua para panquecas, bolos e bolinhos, biscoitos etc. E depois me conte. Ou aguarde receitas aqui quando eu fizer mais farinha.

Meus comentários
Para quem gosta de coisas prontas e não tem tempo de fazer a farinha, foi lançado esse mês o suplemento Carbo+, batata doce em pó. Inclusive ele é indicado pelo fisiculturista Fernando Sardinha.

carbo+ batata doce em pó

Você pode comprar no site
http://www.carbomais.com.br

suplementos de proteína e amino spiking

 

Alerta: Suplementos de proteína com Amino Spiking

Nos dias de hoje, todo mundo que pratica musculação consome suplementos de proteína. Para muitos, tomar whey protein ou qualquer outro suplemento proteico é quase tão importante quanto o próprio treino. Tudo bem, nada de errado com isso. Para desenvolver a massa muscular é mesmo necessário garantir um aporte suficiente de proteína todos os dias e o whey protein é uma fonte proteica de grande qualidade conhecida pelo seu alto valor biológico.

O problema é que a indústria da suplementação sabe disso e procura tirar vantagem dessa grande popularidade dos suplementos de proteína. Aí você pergunta: como isso pode ser um problema? O fato de existir uma grande oferta de proteínas no mercado faz com que os suplementos sejam mais baratos, ocorram mais promoções, etc. Quem ganha é o consumidor, certo?

Pois, na verdade, as coisas não são assim tão simples. O que acontece é que, de modo a cortar seus custos de produção nos suplementos de proteína, muitas marcas estão adotando práticas enganadores e até mesmo desleais para com o consumidor. E não estamos falando dessas marcas que colocam carboidrato no lugar de proteína. Essas marcas farinheiras apenas merecem nosso desprezo e a sua falência.

O mundo enganador do Amino Spiking
A verdade é que mesmo as marcas que não adulteram seus produtos de proteína com carboidrato no lugar de proteína também podem não ser completamente inocentes. Estamos falando de marcas que adicionam aminoácidos livres aos seus suplementos proteicos, aminoácidos esses que não contribuem para a síntese proteica muscular mas que, por serem baratos, permitem aumentar o conteúdo total de proteína com custos menores para a marca.

Essa técnica é conhecida dentro da indústria como “Amino Spiking”. Profissionais da indústria da suplementação já fizeram vídeos alertando para esse procedimento enganador. No artigo “Como escolher um suplemento de proteína (whey)“, o profissional Marcos Sabino alertou para a técnica do Amino Spiking praticada por várias empresas. Em outro vídeo, Félix Bonfim, outro profissional da área, alertou para o mesmo fato (veja o vídeo aqui, a partir dos 14:07).

É importante os consumidores estarem alertados para isso antes de comprarem seus suplementos proteicos, para evitarem pagar caro por um suplemento de fraca qualidade.

amino spiking fraude
Como funciona o Amino Spiking?
Todas as marcas têm de apresentar a quantidade de proteína que o produto oferece por dose. Essa quantificação da proteína é feita através da medição do valor total de nitrogênio. O nitrogênio é uma molécula presente em todos os aminoácidos. Medindo a quantidade total de nitrogênio, os laboratórios conseguem estimar a quantidade total de proteína no produto.

Ao adicionarem aminoácidos baratos ao produto, os fabricantes podem manipular esse teste e aumentar artificialmente a quantidade de proteína no produto de forma muito mais barata. Afinal de contas, para quê você vai colocar 100% de whey protein no produto se pode colocar apenas uns 60% e adicionar aminoácidos baratos para aumentar o total de proteína, fazendo-o passar por um 100%?

Os principais aminoácidos utilizados no amino spiking são a glicina, a taurina, a arginina, a alanina, o ácido glutâmico e a creatina (todos eles aminoácidos não-essenciais, já reparou?). Desses, os mais frequentes são a glicina e a taurina (um fabricante consegue comprar glicina e taurina ao preço da chuva). Esses aminoácidos são utilizados porque eles contêm nitrogênio e são menos dispendiosos do que as proteínas completas, tais como a proteína de soro de leite ou a caseína.

O site noticioso “News Inferno” cita Tim Ziegenfuss, diretor do Centro de Ciências Aplicadas à Saúde, dizendo: “A arginina tem aproximadamente três vezes mais nitrogênio do que a proteína de soro de leite e a creatina tem aproximadamente uma vez e meia mais nitrogênio e custa menos de metade do preço. Dar um spiking na proteína com esses nutracêuticos é uma forma barata de elevar o nível de nitrogênio de uma proteína em pó, sem a adição de mais proteínas de alta qualidade“.

Você leu bem? A arginina contém três vezes mais nitrogênio que o whey protein! A creatina contém uma vez e meia mais nitrogênio.

Se ainda não deu para perceber bem a gravidade da situação, vamos fazer um exercício. Imagine um whey concentrado com 80% de proteína (80 gramas de proteína por cada 100 gramas de produto). Imagine também que a marca adicionou arginina e creatina em sua fórmula (já nem vamos falar dos outros aminoácidos usados para o amino spiking).

Esses 80% são pura ilusão! O produto não contém 80 gramas de proteína, ele contém menos que isso. O que aconteceu foi que a marca conseguiu aumentar a quantidade total de proteína através da adição de dois aminoácidos baratos.

Esses aminoácidos até podem ter funções importantes (como é o caso da creatina), mas nesse contexto eles apenas foram utilizados para benefício do fabricante e não do consumidor.
Como detetar o Amino Spiking nos suplementos proteicos?
A boa notícia é que é fácil identificar quando uma marca está adotando a técnica do amino spiking. Por lei, os fabricantes devem listar todos os ingredientes utilizados em seu produto. Então, se na lista dos ingredientes você vir algum aminoácido listado, é porque ele foi adicionado à fórmula.

Não se deixe enganar por uma marca que diz que seu produto foi “enriquecido com aminoácidos extra”. Lembre-se que esses aminoácidos foram acrescentados ao produto não para o tornarem melhor mas apenas para tornar sua produção mais barata e assim o fabricante poder aumentar sua margem de lucro.

E quando os aminoácidos adicionados são BCAAs, isso não é bom?“, você pode perguntar. Na grande maioria dos casos, os BCAAs (leucina, isoleucina e valina) apenas são adicionados para que o produto não fique tão fraco.

Quando você vê na embalagem “Enriquecido com BCAA”, geralmente essa afirmação de marketing apenas pretende criar a ilusão de que o produto ficou ainda melhor com a adição desses BCAAs quando, na verdade, os BCAAs foram adicionados porque o fabricante não usou uma fonte de proteína completa (que já teria os BCAAs) na fabricação do seu produto.

amino spiking
Não seja enganado pelo Amino Spiking
Você deve ser exigente com seus suplementos proteicos. Afinal, você está pagando caro por eles. O mínimo que pode exigir de um suplemento de proteína é que ele contenha aminoácidos de qualidade. Vamos fazer uma analogia: você aceitaria pagar por um Ferrari e esse Ferrari vir com peças não originais de menor qualidade? Óbvio que não.

Então por que você aceitaria pagar por um suplemento que diz no rótulo “100% whey protein” quando, na verdade, esse suplemento não é um 100 whey protein? Se aparecerem aminoácidos livres listados nos ingredientes, esse suplemento simplesmente não é um 100% whey protein.

A marca que quer vender essa ilusão para você não merece seu respeito enquanto consumidor. Alerte outros consumidores para essa prática enganosa do Amino Spiking. O mercado da suplementação só ganhará escrúpulos quando os consumidores se tornarem consumidores informados.
A exceção da regra
Gostaria de deixar uma nota final para notar que, por vezes, há produtos que têm aminoácidos livres que foram adicionados mas, no entanto, se você comparar as quantidades de cada aminoácido com os de um produto sem amino spiking, você não verá diferença.

Tem vezes que a marca adiciona aminoácidos livres na fórmula com o intuito de tornar o produto realmente melhor. Estamos falando de uma minoria, mas acontece. Convém levarmos esse fato em consideração para não estarmos prejudicando marcas que não merecem a reputação de enganadores.

A melhor forma de você descobrir se estamos perante um caso de amino spiking positivo ou negativo é mesmo avaliar as quantidades de cada aminoácido, especialmente de aminoácidos essenciais e BCAAs.

Fonte: http://treinomusculacao.com/suplementos-proteina-amino-spiking/